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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Crise na Europa eleva Brasil a sexta economia mundial



Graças à crise dos países desenvolvidos, neste ano, o Produto Interno Bruto brasileiro medido em dólares deverá ultrapassar o do Reino Unido, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional e das consultorias EIU (Economist Intelligence Unit)
Portugal e Espanha querem que G20 ajude a aliviar crise na UE.
A estimativa mais recente, da EIU, prevê que o PIB do Brasil alcance US$ 2,44 trilhões, ante US$ 2,41 trilhões do PIB britânico. Com isso, o Brasil passará a ocupar a posição de sexta maior economia do mundo. Em 2010, ao deixar a Itália para trás, o país já havia alcançado o sétimo lugar.
Como a economia brasileira cresce em ritmo menor que a de outros emergentes asiáticos, em 2013, o país deverá perder a sexta posição para a Índia. Mas voltará a recuperá-la em 2014, ano da Copa do Mundo, ao ultrapassar a França, segundo a EIU.
Até o fim da década, o PIB brasileiro se tornará maior do que o de qualquer país europeu, de acordo com projeções da EIU. Depois de passar Reino Unido e França, a economia brasileira deverá deixar a alemã para trás em 2020.
A tendência de ascensão dos emergentes já era esperada por especialistas há anos, mas tem ganhado velocidade devido à crise global.


Nosso comentário: 
Todos são unânimes em acentuar que o Brasil está andando a passos largos para ser uma nação com lugar marcado no concerto das nações, mas que ainda precisa melhorar muito, especialmente nas áreas da educação, saúde, infraestrutura, redistribuição de renda, tecnologia e inovação, entre outras. São invocados critérios de PIB, IDH e outros, para chamar a atenção aos enormes desafios que o Brasil ainda precisa enfrentar para se equiparar ao nível sócio-econômico de países como o Japão, a Alemanha, a Inglaterra, a França e outros. 


Mas, se se esquece que um certo número de milhões de britânicos (62.698.362 em julho de 2011), no caso, produzem praticamente o mesmo que 190.732.694 de brasileiros (em novembro de 2010 - IBGE). Feitas as contas, chegamos à conclusão de que cada britânico ainda produz cerca de três vezes mais do que cada brasileiro. Chegar aos níveis europeus das nações líderes significa ainda um desafio de triplicar a renda de cada brasileiro, não apenas na média, mas na mediana... 


Mãos à obra! Estamos no rumo certo, mas ainda muito distantes de quem está com renda mais próxima de mediana praticamente três vezes acima da média brasileira.

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