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domingo, 25 de janeiro de 2015

Três Palmeiras - Primeira noite do 1º canta Três Palmeiras foi um sucesso

http://liberdadetrespalmeiras.blogspot.com.br/2015/01/tres-palmeiras-primeira-noite-do-i.htmlCom a presença de um excelente público no Ginásio de Esportes de Três Palmeiras, aconteceu a eliminatória de um dos maiores festivais do Sul do País. Foram 49 intérpretes distribuídos em uma categoria local e duas na Categoria geral. Após avaliação da mesa de júri composta por 7 pessoas com expressivo currículo em festivais, foram selecionados três músicas da fase local e quatorze da fase geral com diferença mínima de pontos ante a altíssima qualidade dos intérpretes vindos de diferentes cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. A grande final acontece na tarde deste domingo , dia 25, com show após as apresentações das finalíssimas. O festival se consolida como um dos maiores eventos culturais de Três Palmeiras colocando o município na rota dos grandes Festivais. Vamos conferir os classificados para a grande final:
Fase local
Lucas e Cristiano
Elias Trevisan
Danthon Fuchs

Categoria  Popular:
Dieison Soares - São Luiz Gonzaga-RS
Diniz leal - São Luiz Gonzaga - RS
Edenilson Alves - Cruz Machado - PR
Ivonete Gonçalves - Toledo - PR
Lua Braile - Florianópolis - SC
Robson Roques -
Rony Vox - Londrina - PR

Categoria  Sertaneja
Fernando, Juliana e Mateus - Independência - RS
Julio cesar e Anderson - Xanxerê - SC
Leo e Daniel - Victor Graeff
Mary e Cristiano - Planalto - PR
Santiago e Gabriel - Chapecó - SC
Sebastian Santos e Luis Carlos - Abelardo Luz e São José do Cedro
Tony Santos e Juares - Lindoia do Sul e Chopinzinho - SC

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Três Palmeiras - 1º Encontro da Família Roncalio

http://liberdadetrespalmeiras.blogspot.com.br/2015/01/tres-palmeiras-1-encontro-da-familia.htmlAconteceu em Três Palmeiras neste domingo dia 25 de Janeiro de 2015, o primeiro encontro da Família Roncalio, o encontro aconteceu nas dependências do Salão paroquial da Igreja Matriz Imaculado Coração de Maria, estiveram presentes cerca de 400 pessoas, com delegações vindas dos estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, além dos visitantes de diversas cidades do Rio Grande do Sul.
O próximo encontro será em Campinas do Sul - RS, no último domingo de Janeiro de 2016.
Confira a seguir as fotos do evento. Clique aqui. Ou na foto ao lado.
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domingo, 18 de janeiro de 2015

RÁDIO COMUNITÁRIA LIBERDADE FM: Três Palmeiras - 5ª Festa da Uva imagens da apresentação do CTG Coxilia das Palmeiras Boleadeira de fogo

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RÁDIO COMUNITÁRIA LIBERDADE FM: Três Palmeiras - 5ª Festa da Uva realizada

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RÁDIO COMUNITÁRIA LIBERDADE FM: Três Palmeiras - 5ª Festa da Uva novas imagens

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RÁDIO COMUNITÁRIA LIBERDADE FM: Três Palmeiras - 5ª Festa da Uva imagens da primeia noite

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Estudo confirma impactos humanos, socioambientais e econômicos da mineração no país

Durante os últimos três anos, pesquisadores do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação estudaram 105 territórios em 22 estados brasileiros que sofreram impactos da mineração e confirmaram que a extração de minerais é uma atividade “extremamente impactante nas regiões onde está instalada. Ela gera um conjunto de consequências ambientais e socioeconômicas”, de acordo com o pesquisador do Cetem, Francisco Rego Chaves Fernandes.
A pesquisa resultou no livro “Recursos Minerais e Comunidade: impactos humanos, socioambientais e econômicos”, que pode ser baixado na internet para consulta na página do Cetem (www.cetem.gov.br). Francisco Fernandes relatou que as consequências são verificáveis em termos de queixas das populações, danos à flora, à fauna e à água e poeira no ar.
Doutor em engenharia mineral, Fernandes explica que uma das questões ambientais mais complicadas nos territórios de mineração diz respeito à água, pois “o reuso da água ainda é um sonho e as práticas de sustentabilidade estão muito atrasadas”. Ele lembrou que o Brasil depende hoje de um modelo exportador que gera riqueza e reservas importantes para o país mas, ao mesmo tempo, os territórios acabam sendo fragmentados com isso. “Há um conflito muito grande porque o país tem muitas áreas sensíveis, como as áreas indígenas, de populações tradicionais como os quilombolas e áreas de preservação ambiental, o que resulta em muitas queixas”.
Fernandes destacou o papel importante desempenhado pelo Ministério Público Federal (MPF), que tem exigido que as mineradoras se comportem o mais possível dentro de boas práticas sustentáveis. “Mas esse é um caminho muito longo. A impressão que dá é que somos muito permissivos com isso”. Segundo ele, em muitos países, além de uma licença ambiental, se exige que a atividade mineradora negocie previamente uma licença social com a população do território onde pretende se instalar.
Há no Brasil, conforme Fernandes, “uma licença ambiental pouco fiscalizada e bastante frouxa e nenhuma licença social, e a mineração parece ter predominância sobre tudo e sobre todos”. O resultado apresenta, de um lado, montanhas de dólares e de outro, cidades inchadas como Carajás, no Pará, principal empreendimento minerador brasileiro, que em dez anos viu a sua população crescer 300%, indicou. Em contrapartida, os serviços de infraestrutura, entre os quais se destaca o saneamento básico, são precários, afirma o pesquisador.
Um abuso detectado em territórios indígenas são os garimpeiros que entram para pegar ouro e diamantes e os assoreamentos provocados nos rios por materiais para uso imediato da construção civil. A produção é de baixíssimo teor de ouro, porque uma tonelada de terra tem apenas um grama de ouro. “Isso é feito com água, com produtos químicos”, segundo Fernandes.
De acordo com o estudo, estão em funcionamento no país 3 mil minas e 9 mil mineradoras, além de uma centena de garimpos legais e clandestinos. O setor mineral emprega cerca de 200 mil trabalhadores e responde por 4% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços fabricados no país. Os investimentos programados pelo setor somam US$ 75 bilhões entre 2012 e 2016.
O estudo aponta que os estados com maiores problemas são Minas Gerais e Pará, “porque são os maiores estados produtores de substâncias minerais metálicas, como ouro, zinco, chumbo, minério de ferro, bauxita, que é o minério do alumínio, cujos problemas são mais complicados”.
Fernandes acredita que o estudo poderá servir de subsídio ao Congresso Nacional para a votação do marco mineral brasileiro: “É importante quando a gente mostra os impactos socioeconômicos da mineração”. Ele levanta questões como empobrecimento, aumento da prostituição e, em alguns casos, trabalho infantil em regiões mais longínquas, como Marabá (PA), onde crianças e jovens, na faixa de 12 a 14 anos, são colocados para trabalhar com carvão vegetal para produção de ferro gusa. Sem falar nos impactos ambientais, com destaque para poluição da água, assoreamento dos rios, desmatamento, erosão, mudança da paisagem do solo, danos à flora e à fauna.
Segundo o pesquisador, o estudo pode subsidiar também o MP, associações e movimentos sociais que tratam dessas questões, e caminhar para casos de sucesso, que seriam acordos entre mineradoras e comunidades afetadas para que a atividade fosse sustentável ou controlável.
Nesse sentido, salientou o acordo firmado entre a empresa Alcoa e a população ribeirinha do município de Juruti (PA), após intenso conflito. A mineradora investiu US$ 1 bilhão no empreendimento e a contrapartida para os moradores somou US$ 40 milhões, sob a forma de escolas, hospital e ações de empreendedorismo, que criaram uma economia local que gera renda e emprego na própria região.
Procurado para comentar o estudo, o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), representante das empresas e instituições que atuam no setor, está em recesso a partir de 22 de dezembro, até o dia 4 de janeiro de 2015.
Referência:
Recursos Minerais e Comunidade: impactos humanos, socioambientais e econômicos
Editor: Francisco Rego Chaves Fernandes, Renata de Carvalho Jimenez Alamino e Eliane Araújo
Ano: 2014
ISBN:978-85-8261-003-9
http://www.cetem.gov.br/files/docs/livros/2014/Livro_Recursos_Minerais_E_Comunidade_FormatoA4_em14_outubro_2014.pdf
Por Alana Gandra, da Agência Brasil.
Publicado no Portal EcoDebate, 29/12/2014
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Emissão de gases de efeito estufa atingiu níveis sem precedentes em 2014

O maior e mais abrangente relatório sobre mudanças climáticas, divulgado em 2014 pelas Nações Unidas, mostrou que a humanidade vivencia a última chance de reverter o processo de aquecimento global. A síntese do quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em inglês), elaborada com a participação de 800 cientistas de 80 países, e divulgada em novembro em Copenhague, na Dinamarca, indicou que se não houver redução imediata na emissão de gases de efeito estufa, os meios de adaptação não serão suficientes, e a vida no planeta será ameaçada. “As mudanças climáticas não deixarão nenhuma parte do globo intacta”, disse na ocasião o presidente do IPCC, Rajendra Pachauri.
O relatório mostrou que a emissão de gases de efeito estufa atingiu níveis sem precedentes nos últimos 800 anos, gerando o aquecimento da terra, o derretimento das geleiras e o consequente aumento do nível do mar. O aquecimento médio global combinado da Terra e dos oceanos no período de 1880 a 2012 chegou a 0,85 °C. O nível do mar aumentou 19 centímetros de 1991 a 2010, número maior do que os registrados nos últimos dois milênios. O relatório alertou também para a acidificação dos oceanos em 26% por causa da apreensão de gás carbônico da atmosfera, o que pode ter impacto grave sobre os ecossistemas marítimos.
Caso não haja redução das mudanças climáticas, os cientistas preveem impactos severos e irreversíveis para a humanidade e para os ecossistemas. “Meios de vida serão interrompidos por tempestades, por inundações decorrentes do aumento do nível do mar e por períodos de seca e extremo calor. Eventos climáticos extremos podem levar à desagregação das redes de infraestrutura e serviços. Há risco de insegurança alimentar, de falta de água, de perda de produção agrícola e de meios de renda, particularmente em populações mais pobres”, destaca o documento.
Para frear as mudanças climáticas e gerenciar os riscos, de acordo com o relatório do IPCC, as nações precisam promover ações combinadas de mitigação e adaptação. “Reduções substanciais nas emissões de gases de efeito estufa nas próximas décadas podem diminuir os riscos das mudanças climáticas e melhorar a possibilidade de adaptação efetiva às condições existentes”. Os cientistas reconheceram, entretanto, que essas reduções demandarão mudanças tecnológicas, econômicas, sociais e institucionais consideráveis.
Ao apresentar o relatório, nas palavras de Rajendra Pachauri, “a comunidade científica passou o bastão para os políticos”, para que eles tomem as decisões acertadas em tempo hábil. Um mês depois, entre os dias 2 e 12 de dezembro, em Lima, no Peru, delegações de 196 países tiveram dificuldades para encontrar um consenso sobre o desenho do que será o tão esperado acordo global do clima, definindo metas para a redução na emissão de gases de efeito estufa. O Chamamento de Lima para a Ação sobre o Clima, título dado ao documento, foi aprovado no apagar das luzes da 20ª Conferência do Clima, o que causou dúvidas sobre a capacidade dos líderes mundiais de negociar, na 21ª Conferência do Clima (COP 21), em Paris, em dezembro do ano que vem, um amplo e ambicioso acordo capaz de frear os efeitos das mudanças climáticas e garantir o futuro da humanidade.
O texto aprovado em Lima traz várias opções possíveis para a construção de um acordo climático em 2015, mas não apresenta conclusões sobre os pontos mais polêmicos: a definição de metas para o corte nas emissões de gases de efeito estufa e a consequente adaptação das nações para economias mais verdes, por meio da inovação nas indústrias e do investimento em energias renováveis.
O cientista sênior e consultor do Instituto Nacional de Pesquisa Ambiental da Dinamarca Hans Sanderson, em entrevista à Agência Brasil, disse que o relatório do IPCC não foi compreendido como deveria e não gerou a pressão esperada sobre a classe política. Consequentemente, observou ele, os resultados alcançados em Lima não foram suficientes. “O sistema adotado pelas Nações Unidas nas conferências do clima não é efetivo e deveria ser substituído por um outro formato mais elaborado, com maior poder de decisão”, disse. “Com certeza, o desenho de acordo aprovado na COP 20 não reflete a urgência que as mudanças climáticas demandam”, enfatizou.
Sobre as expectativas da comunidade científica para a COP 21, em Paris, ele disse que acha difícil um acordo. “O que veremos é mais uma versão enxugada, empurrando as decisões e as ações reais para o futuro”. Na opinião do cientista, a meta de evitar que a temperatura da terra aumente mais do que 2 °C não pode mais ser alcançada. “Imagine se as COPs fossem tão decisivas e efetivas em garantir recursos como foram as guerras mundiais no passado. Não estamos falando em ciência aeroespacial, a maioria das questões científicas centrais já foi discutida. Agora é uma questão de agir, mas há muitos conflitos de interesse entre países que impedem essa ação.”
Ele destacou, entretanto, alguns avanços na questão climática ocorridos em 2014. “Vimos os Estados Unidos e a China assinarem acordos para reduzir as emissões; vimos muitas cidades e países, como o Uruguai e a Alemanha, avançando rumo a 100% de energias renováveis em poucos anos; vimos o fortalecimento das discussões em torno de uma adaptação às mudanças climáticas. Tudo isso é avanço.”
Por Giselle Garcia – Correspondente da Agência Brasil/EBC
Publicado no Portal EcoDebate, 30/12/2014
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Biblioteca Comunitária Liberdade do Saber recebe acervo

Na tarde desta quarta feira,31 de dezembro de 2014 a Biblioteca Comunitária Liberdade do Saber recebe acervo doado... LEIA MAIS
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