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terça-feira, 13 de setembro de 2016

As 15 melhores cidades para se viver no Rio Grande do Sul

As melhores cidades para se viver no Rio Grande do Sul. Para se chegar a esse resultado, foi levado em conta apenas o Índice de Desenvolvimento Municipal (IDHM).

O IDH é medido em todo o mundo pela ONU com base em indicadores de educação, renda e expectativa de vida. No Brasil, o levantamento ocorre a cada dez anos e é feito em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Os dados mais recentes, empregados para a elaboração deste ranking, são de 2010. Já a taxa populacional é fruto de estimativas atualizadas do IBGE com base no censo de 2010.

O que chama a atenção no Rio Grande do Sul é que grande parte das cidades que aparecem na lista não possuem nem mesmo 10 mil habitantes e a maioria delas apresenta sites com muitas informações sobre elas. Talvez isso seja uma prova de que a vida no campo, em municípios menores, seja menos estressante do que em grandes centros urbanos. Confira:

1.º Porto Alegre

Crédito: Wikimedia Commons.
A capital mais meridional do Brasil é sede da maior concentração urbana da Região Sul e a quinta mais populosa do Brasil. Hoje ela abriga mais de 1,4 milhão de habitantes dentro dos limites municipais. Porto Alegre ostenta, ainda, mais de 80 prêmios e títulos que a distinguem como uma das melhores capitais brasileiras para morar, trabalhar, fazer negócios, estudar e se divertir. Foi destacada em anos recentes também pela ONU como a metrópole número 1 em qualidade de vida do Brasil por três vezes. Porto Alegre tem um IDHM de 0,805, o que lhe confere o primeiro lugar entre as cidades do estado.

2.º Carlos Barbosa
Crédito: Prefeitura de Carlos Barbosa.
Casa da Associação Carlos Barbosa de Futsal, um dos principais times de futsal do país, o município da Serra Gaúcha está localizado a cerca de 100 quilômetros de Porto Alegre, tem um relevo típico de altos montes, chegando a 750 metros de altitude e vales profundos, descendo a menos de 130 metros. Essas diferenças produzem cenários exuberantes que encantam os visitantes e os mais de 26 mil habitantes de Carlos Barbosa. A cidade possui belos lugares para a prática de esportes, com muito verde e ar puro. No interior está situada uma das melhores rampas do estado para a prática de voo livre de paraglider, o chamado Morro do Diabo. O lugar é palco para competições regionais e estaduais da modalidade. O IDHM é de 0,796. Fonte: Prefeitura Municipal de Carlos Barbosa.

3.º Três Arroios (RS) 
Igreja Matriz de Três Arroios. Crédito: Wikimedia Commons.
O município tem este nome por estar localizado em um vale que é atravessado por três riachos. Em fins de 1915, já divididas todas as terras, com água abundante, temperatura e relevo que lembravam a Europa e com solo fértil onde era possível a cultura de todos os ramos agrícolas se inicia a colonização de Três Arroios. De acordo com o último Censo do IBGE, a cidade tem 2.855 habitantes. Fonte: Prefeitura Municipal de Três Arroios. O IDHM da cidade é de 0,791.

4.º Ipiranga do Sul (RS)
Crédito: Prefeitura Municipal de Ipiranga do Sul.
No ano de 1938 chegaram várias famílias, atraídas pelas matas nativas com abundância de pinheiros, próprias à extração vegetal, e pelo clima e relevo, propensos à criação de gado. Essas famílias introduziram a primeira serraria em Ipiranga. A partir de desbravamento da mata, foram surgindo colonos que diversificaram as atividades econômicas a vinicultura, a suinocultura, a bovinocultura, o plantio de trigo, do milho e do feijão preto. De acordo com o último senso realizado pelo IBGE em 2010, Ipiranga do Sul possui uma população de 1.944 habitantes. O IDHM é de 0,791. Fonte: Prefeitura do Ipiranga do Sul.

5.º Lagoa dos Três Cantos (RS)
Lagoa FEST. O evento, acontece, anualmente, em março. Crédito: Prefeitura Municipal.
Lagoa dos Três Cantos é um aconchegante município localizado na Zona Central do Rio Grande do Sul. É tipicamente rural, onde predomina o cultivo da soja, milho, trigo e cevada, além da produção de suínos, gado leiteiro e aves. Também se destaca no comércio de sementes forrageiras. Grande parte dos seus habitantes é de origem germânica e procura valorizar a dança, o folclore, o canto e a música, hábitos herdados dos antepassados. O dialeto alemão ainda é falado por parte dos seus moradores, que são originários da região da Westfália e Hunsrick, na Alemanha. Sua população é de 1.598 habitantes (Censo de 2010). Considerado um dos lugares mais seguros da região, oferece parcerias e incentivos para empresas que desejam investir no município. O IDHM é de 0,789. Fonte: Prefeitura Municipal de Lagoa dos 3 Cantos.

6.º Garibaldi (RS)
Museu Histórico de Garibaldi. Crédito: Prefeitura Municipal de Garibaldi.
Garibaldi (cidade localizada a 105 quilômetros de Porto Alegre a 640 metros de altitude) é um município com características peculiares. Colonizado por imigrantes italianos, teve forte influência da cultura francesa, transmitida pelas congregações religiosas, responsáveis pela educação dos habitantes, durante décadas. Além disso, veio a receber o aporte dos sírio-libaneses no que diz respeito ao comércio. Esses são alguns dos fatores que contribuíram para a Garibaldi de hoje. Um município com diversidade econômica e cultural, rico de história e memória. O IDHM é de 0,786. Fonte: Prefeitura Municipal de Garibaldi.

7.º Nova Araçá (RS)

Crédito: Prefeitura Municipal de Nova Araçá.
A cultura gaúcha se destaca na cidade pelo Rodeio Artístico que ocorre no Parque de Rodeios Municipal. É a maior festa campeira da cidade. A religiosidade marca outro importante aspecto no município. A Igreja Matriz, construída em 1940, reúne fiéis durante todo o ano, tendo seu ápice no dia 13 de outubro, quando ocorre a Festa de Nossa Senhora de Fátima, padroeira da cidade. Junto ao Arroio Araçá, encontra-se a Gruta Nossa Senhora de Lourdes, esculpida na própria pedra em 1935. O município possui ainda atrativos naturais, como o Parque Clube Passo Velho do Afonso, balneário e ponto turístico para descanso e camping; e o Viveiro Municipal, no Parque Ecológico de Nova Araçá, onde é possível apreciar a flora e fauna nativas. O IDHM é de 0.785. Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Araçá.
 
8.º Casca (RS) 
De acordo com o site da prefeitura da cidade, quanto à origem do nome “Casca”, há duas hipóteses: a primeira seria advindo da extração de cascas de árvores com objetivos comerciais; e a segunda seria pelo fato de o local ser de passagem dos cavaleiros e carroceiros no riacho próximo à cidade, bastante liso e escorregadio, fácil de cair, que no dialeto italiano cair se traduz por “cascar”. O município possui hoje 8.651 habitantes e possui um IDHM de 0,785.

9.º Ivoti (RS)
Crédito: Prefeitura Municipal de Ivoti.
 Entregue em 2008, o pórtico é o cartão de visitas número um do município, pois está localizado no principal acesso, próximo à BR-116. A obra ilustra o aspecto da cultura alemã que prevalece em muitos prédios e moradias da cidade. Inserida dentro do processo de colonização do país, Ivoti recebeu em torno de 1.826 diversas famílias de origem germânica, vindas em maioria da região do Hunsrück. Hoje, Ivoti possui em torno de 20 mil habitantes. Na cidade, os festejos são sempre regados com muito chope, as doceiras ainda preparam cucas e roscas, servidas com linguiça cozida, tudo com gostinho de colônia. O IDHM é de 0,784. Fonte: Prefeitura Municipal de Ivoti.

10.º Santa Maria (RS) 
Planetário da Universidade Federal de Santa Maria. Crédito: Wikimedia Commons.
Com seus 261.031 habitantes, Santa Maria é conhecida como o município “Coração do Rio Grande” devido à sua posição geográfica bem no meio do estado. Além disso, a cidade é famosa por possuir uma das maiores universidades federais do país, a Universidade Federal de Santa Maria, que é responsável por dar um ar mais jovial à localidade, que possui um IDHM de 0,784.

11.º Horizontina (RS) 
Em 1943, pelo fato de a capital de Minas Gerais ser chamada de Belo Horizonte e já existir uma vila com o nome Horizonte, a população manifestou o desejo de alterar o nome do Distrito, sendo que pela carta geográfica do Rio Grande do Sul, a Vila Horizonte passou a ser chamada de Horizontina. O IDHM é de 0,783. Fonte: Prefeitura Municipal de Horizontina.

12.º Caxias do Sul (RS)
Festa da Uva. Fonte: Prefeitura Municipal de Caxias do Sul
A história de Caxias do Sul começa quando a região era percorrida por tropeiros, ocupada por índios e chamada Campo dos Bugres. Em 1875, chegaram os primeiros imigrantes italianos em busca de um lugar melhor para viver. Vários ciclos econômicos marcaram a evolução de Caxias do Sul ao longo desses séculos: do cultivo da uva e do vinho ao segundo polo metalmecânico do Brasil. Junto com os imigrantes, outras etnias partilharam desse caminho. O IDHM é de 0,782. Fonte: Prefeitura Municipal de Caxias do Sul.

13.º Ijuí (RS)
O monumento “O Pioneiro” foi criado para marcar os 100 anos de fundação de Ijuí e virou a marca do município.Crédito: Prefeitura Municipal de Ijuí.
Ijuhy significa na língua guarany “Rio das Águas Divinas”. Recebeu imigrantes de várias nacionalidades. Todas as suas potencialidades são expressas através de um economia baseada no seu forte setor agropecuário, em seu comércio, indústrias e serviços; de seu ensino qualificado, conferido por escolas da cidade e pela Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (UNIJUÍ) e de sua saúde, amparada por hospitais muito bem equipados, que dispensam auxílio integral a toda região. Ijuí é conhecido por reunir variados grupos étnicos, sendo daí conhecido como “Terra das Culturas Diversificadas”. Pode-se citar os seguintes: afro-brasileiros, índios, portugueses, franceses, italianos, alemães, poloneses, austríacos, letos, holandeses, suecos, espanhóis, japoneses, russos, árabes, libaneses, lituanos, ucranianos dentre outros. O IDHM é de 0,781. Fonte: Prefeitura Municipal de Ijuí.

14.º Vista Alegre do Prata

Crédito: Prefeitura Municipal de Vista Alegre do Prata.
De colonização predominantemente italiana e polonesa, Vista Alegre do Prata hoje tem apenas 1.569 habitantes de acordo com o Censo de 2010, o que lhe confere um ar de cidade aconchegante. Fonte: Prefeitura Municipal de Vista Alegre do Prata.

15.º Nova Petrópolis.

Crédito: Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis.
 Na década de 70 com o resgate das origens históricas do município, houve um grande incremento na vida cultural, especialmente no folclore. O movimento turístico intensificou-se gradativamente assumindo o aspecto de turismo cultural. Expandiram-se com isso as malharias, o artesanato, os hotéis, os restaurantes e os cafés coloniais. Hoje o município se encontra em posição invejável, tanto no plano sociocultural como no econômico. A população do município em 2010 era estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 19.058 habitantes. O IDHM é de 0,780 Fonte: Prefeitura Municipal de Nova Petrópolis.

Fonte: Sempre Família

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