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terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

A História do MIURA

Com o lançamento do modelo “Hatchback” em 1976, no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, se deu início a construção de uma das maiores marcas nacionais do setor automotivo brasileiro.

A MIURA, com o passar dos anos, se tornou um sinônimo de força, luxo e exclusividade, sempre visando atingir um padrão de qualidade igual aos dos mais renomados fabricantes mundiais, a MIURA se caracterizou por produzir veículos sofisticados e altamente tecnológicos, utilizando-se sempre de tecnologia nacional desenvolvida pela própria empresa ou por suas associadas.
Foi assim que a marca MIURA desenvolveu e lançou os modelos: MIURA SPORT (1977-1981), MIURA MTS (1982-1983), MIURA TARGA (1982-1988), MIURA SPIDER (1983-1986), MIURA KABRIO (1984-1985), MIURA SAGA I (1984-1988), MIURA 787 (1987-1989), MIURA X8 (1987-1990), MIURA SAGA II (1989-1992), MIURA TOP SPORT (1989-1992), MIURA X11 (1992-1993). Nesses modelos foram incorporados acessórios nunca antes imaginados em veículos nacionais, tais como Teto Solar, Frigobar, Sistema de Abertura Automática de Portas por Controle Remoto, Faróis Escamoteáveis, TV no Painel, Luz Externa de Neon, e o inesquecível Computador de Bordo Falante, que avisa ao motorista sobre a necessidade de reabastecer o veículo, utilização do cinto de segurança e etc, são alguns dos itens que eram oferecidos.


Além dos citados, alguns modelos MIURA já possuíam itens que até hoje são pouco difundidos no mercado automotivo brasileiro, como regulagem elétrica dos bancos e da altura do volante. Assim como tudo que envolve a marca MIURA os projetos de design, com linhas extremamente esportivas e arrojadas, também se caracterizam como inovadoras e se constituíram como importante diferencial em relação a qualquer outro veículo esportivo praticado no mercado brasileiro.

Sua tecnologia, conforto, qualidade, design e o fato de ser uns dos primeiros carros nacionais produzidos exclusivamente por encomenda, o caracterizam como autêntico Fora de Série. Tais características foram rapidamente absorvidas pelo mercado, e em seus primeiros 15 anos foram comercializados um total de 10.600 carros dos 11 modelos fabricados.

A marca MIURA teve clientes ilustres como Xuxa (apresentadora), Pelé (ex-jogador de futebol), Renato Gaúcho (técnico de futebol), Simone (cantora), Tande (ex-jogador de vólei), entre outros.

Figurou em atrações como “Tieta”, “A gata comeu”, “O outro”, “Mandala” e “Rainha da sucata” todas novelas da Rede Globo de Televisão, no “Programa legal”, com Luiz Fernando Guimarães e Regina Casé, na série “As noivas de Copacabana”, no filme “Ariela”, no comercial da Shell Super Plus e no clipe do cantor Cazuza “Faz parte do meu show”.


Esses fatores fazem da MIURA uma marca presente no imaginário de quase todos os brasileiros, principalmente os amantes de carros, e que a associam, aos conceitos de esportividade, luxo, exclusividade e durabilidade, este último conceito devido a parceria com a VOLKSWAGEM para utilização da mecânica VW.

Após 12 anos de abandono em meio à massa falida da antiga fábrica, iniciamos um processo de requisição de depósito (Registro) da marca, a qual tivemos seu registro oficializado pelo INPI em 14/08/2007, em favor de nossa empresa Rangel & Lima Indústria de Veículos Ltda.

Com um trabalho sério e voltado a produzir os melhores esportivos fora de série do Brasil e do mundo, buscamos construir parcerias com empresas de ponta em seus segmentos, onde trabalhamos exclusivamente com peças fornecidas pelas mesmas, sempre buscando colocar o que há de melhor no setor automotivo nos veículos MIURA.
Nesta nova fase da marca MIURA, estamos apresentando dois novos modelos, o MIURA M1 um esportivo clássico equipado com motor 4 Cilindros 2.0 TSI e o MIURA M2 um superesportivo equipado com motor V8 de 4172 cm³ de Cilindradas, aqui no nosso site você poderá conhecer maiores detalhes dos mesmos, desde sua mecânica até seus mais sofisticados acessórios.
Fonte: Site Oficial Miura
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sábado, 22 de fevereiro de 2020

História da Gurgel no Brasil

História da Gurgel no Brasil.


Destruído pelo governo brasileiro
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Gurgel, a montadora que surgiu de um sonho (bem brasileiro)

João Conrado e um exemplar do Gurgel Motomachine
Gurgel. Um nome que é reverenciado por muitos no Brasil é a síntese do sonho de uma montadora totalmente nacional. Enquanto muitos países – alguns tão pequenos quanto os menores estados brasileiros e outros com mercados inferiores aos de algumas de nossas grandes cidades – possuem suas próprias marcas, o Brasil ainda se recente da falta de um fabricante de automóveis de capital e origem nacionais.
João Augusto Conrado do Amaral Gurgel era um dos brasileiros que desejavam ver uma marca nacional estampada em veículos feitos em solo pátrio, oferecendo ao consumidor um produto que, dentre outras características, ele poderia orgulhar-se de ter na garagem. E foi assim que tudo começou para a Gurgel, um sonho.
Em 26 de março de 1926, nascia em Franca, interior de São Paulo, um menino que iria ficar para sempre na história do automóvel no Brasil e no mundo. Desde jovem, o João sempre sonhou com um carro nacional. E foi essa ideia que o fez entrar na Escola Politécnica de São Paulo.

João Augusto Conrado do Amaral Gurgel
Quando se formou, o jovem Gurgel já mostrou que queria materializar seu objetivo com um protótipo de automóvel com motor de dois cilindros, chamado simplesmente de Tião. Este pode ser considerado o primeiro de muitos carros que João fabricaria nos anos seguintes. O projeto foi um desafio para o formando, pois era originalmente obrigado a fazer um guindaste e recebeu de seu professor uma dica nada agradável: “Carro não se fabrica, Gurgel, se compra”.
Logo depois, João Conrado vai para os EUA, onde trabalha na Buick e na GM Truck and Coach. Em seu retorno, ele abre a Moplast Moldagem de Plásticos a fim de abastecer a cadeia de autopeças brasileira e desenvolveu alguns projetos, especialmente os relacionados com carrocerias de fibra de vidro.
O tempo passou e João Conrado começou a produzir mini veículos para crianças, karts e alguns protótipos de carros elétricos. Ainda assim, João queria mesmo é fabricar automóveis e seu passo definitivo nessa jornada seria dado em 1969, quando funda em Rio Claro, também no interior de São Paulo, a Gurgel Motores S/A.

Gurgel Xavante X-12

Gurgel Motores S/A

A primeira aparição pública de um produto Gurgel ocorreu em 1966, anos antes de iniciar a empresa de fato. Foi no Salão do Automóvel com um bugue feito sobre mecânica Volkswagen, chamado Ipanema. Outro modelo criado foi o utilitário Xavante XT, cuja produção começou em 1970. Ao contrário do anterior, era fabricado com chassi de aço tubular e plástico feito pela própria empresa e chamado Plasteel, além de carroceria de fibra de vidro, que seria o material mais usado pela recém-criada montadora brasileira ao longo de sua história.
Gurgel sempre pensava além de sua época e os veículos elétricos eram uma prova de que no futuro este segmento alcançaria níveis mundiais. Em 1974, João Conrado cria o modelo Itaipu, cujo nome era uma homenagem à maior hidrelétrica do mundo na ocasião, feita entre o Brasil e o Paraguai. O veículo originou mais tarde o E400 em 1980, que também derivou o G800 a gasolina.
Com a Crise do Petróleo, Gurgel deu ênfase ao projeto dos elétricos, mas não podia deixar os carros a gasolina de lado. O projeto Xavante obrigou o Exército Brasileiro a testa-lo e logo depois surgiu o X-12. Com partes da estrutura em plástico reforçado com fibra de vidro, dando assim leveza ao conjunto, aliado à boa mecânica Volkswagen, fez do utilitário um sucesso.

Gurgel G-15 Polícia Militar
O EB encomendou um grande lote e o mercado aceitou bem o Xavante X-12. Ele chegou a equipar também unidades de polícias militares alguns anos depois. Com as restrições à importação de veículos a partir de 1976, a Gurgel ganhou grande impulso nas vendas, pois havia pouca concorrência para seus produtos.
Com a mudança para uma fábrica maior em Rio Claro, feita em 1973, a Gurgel Motores avançou mercado brasileiro adentro. Em 1976, lançou o Xavante X-12 TR, que tinha uma garantia de 100.000 km, algo impensável naquela época. Logo depois, a empresa passou a ser o primeiro exportador de veículos especiais do Brasil, ganhando notoriedade no exterior.

Gurgel Itaipu E400

Foco também em elétricos

Em 1979, Gurgel expõe no Salão de Genebra toda sua linha de produtos. A picape cabine dupla X-15 e a picape cabine simples X-20 foram lançados nesse ano. Com a era Proálcool, João Conrado teve de aceitar os desejos dos clientes e oferecia versões à álcool, mesmo sendo contra o etanol.
Apesar da boa aceitação no mercado, o Exército Brasileiro era o maior cliente da Gurgel. Além disso, o foco nos elétricos fez com que João Conrado inaugurasse uma fábrica nova para produção de veículos movidos por energia elétrica em 1980. O primeiro a ser fabricado em série foi o Itaipu E-150, mas o alto custo das baterias e a autonomia reduzida, só conseguiu clientes em concessionárias de energia e logo sai de linha.

Gurgel X-15
Com 10 modelos em 1980, a Gurgel Motores só perdia em quantidade de funcionários para a Puma, que além de esportivos, fabricava caminhões leves. Em 1982, surge o G800, que teve versões picape, furgão e passageiro, sendo adquirido também por muitas prefeituras pelo Brasil. O veículo tinha mecânica VW a ar. No mesmo ano, a empresa lançava o XEF, um pequeno carro de dois lugares com estilo inspirado nos carros da Mercedes-Benz, desejados pelos brasileiros, mas estes eram proibidos de ter um carro importado. A base era da VW Brasília.
Um grande salto tecnológico para a Gurgel ocorreu em 1984, quando João apresentou o Carajás. Ele foi o maior utilitário da marca brasileira e nasceu com uma configuração inédita no país e pouco vista no mundo, exceto pelos alemães de VW e Porsche. O motor era o AP 1.8 a gasolina ou álcool usado no Santana. Ele também utilizava um 1.6 diesel de 50 cv da Kombi.

Gurgel Carajás
No entanto, o Carajás tinha motor dianteiro em longitudinal e Gurgel queria a tração traseira. Então, ele lançou mão da configuração usada no Porsche 924, que era ter propulsor/embreagem na frente e transmissão no eixo traseiro, utilizando-se semieixos para tração. O projeto usava um tubo de torque (cardã interno) e assim obteve relação de peso 50:50. Havia também bloqueio de diferencial para mudança de força entre as rodas.
O Carajás mostrou a capacidade do engenho de Gurgel em inovar dentro de um mercado dominado por quatro grandes fabricantes e isolado comercialmente do resto do planeta. O isolamento do Brasil foi benéfico para a empresa, pois suprimia a concorrência estrangeira. Além disso, a mecânica Volkswagen era essencial para o desenvolvimento de novos produtos da marca.

Gurgel BR-800

BR-800

No entanto, João Conrado não estava satisfeito em ter apenas uma montadora de capital 100% nacional, queria ter um carro genuinamente brasileiro. Assim, em 1987, surgiu o projeto CENA (Carro Economico NAcional). O lançamento foi bastante patriótico, pois ocorreu exatamente em 7 de setembro.
A data era uma referência clara à independência do consumidor brasileiro em relação às montadoras, pois o projeto era de um carro urbano econômico e totalmente nacional. O nome do projeto também fazia o brasileiro lembrar do piloto Ayrton Senna, que já era ídolo na época. Feito em uma estrutura que mesclava aço, plástico e fibra de vidro, o veículo era pequeno e ágil.
A motorização original era composta por um boxer dois cilindros refrigerado à água de fabricação e projeto próprios, chamado Enertron, que ainda utilizava componentes já fabricados na indústria nacional. Podia ter 26 cv ou 32 cv. Em 1988, o CENA deu origem ao BR-800, a versão comercial que custava US$ 7.000.

Carreta transportando exemplares do Gurgel BR-800
A ideia original era fazer o BR-800 custar US$ 3.000, mas não deu certo, apesar da ajuda do governo com redução de IPI para 5% (o normal era 25%), o que resultou em um carro com mais do dobro da proposta inicial. Ainda assim, o modelo era 30% mais barato que os demais concorrentes.
A Gurgel iniciou a maior campanha de marketing de sua história para convidar o consumidor brasileiro a ser sócio da empresa, pois era a única forma de aquisição do BR-800. Ele até chegou a usar a imagem de Henry Ford para buscar interessados. Em torno de 8.000 pessoas atenderam ao desafio de João Conrado. Cada cliente-sócio pagou US$ 7.000 pelo BR-800 e mais US$ 1.500 por cada ação, totalizando 10.000 ações.
Além disso, os proprietários de tornaram avaliadores dos veículos adquiridos, relatando defeitos e outros pormenores para que a empresa providenciasse ajustes no projeto. Em 1991, mais de 5.000 estavam sendo testados dessa forma. Nesse ano surgia o Motomachine, um pequeno urbano derivado do BR-800 e que tinha como destaque portas translúcidas, criando um estilo mais jovial e despojado.

Gurgel Delta

Ceará e o Delta

A Gurgel planejou a construção de uma fábrica no Ceará, que seria a primeira de várias que seriam feitas em outros estados. O projeto era ter uma unidade para fabricação local do conjunto motriz e a planta de Rio Claro ficaria responsável apenas pelas carrocerias.
Isto tudo era projeto Delta, um novo carro popular com custo entre US$ 4.000 e US$ 5.000, que usaria o mesmo motor Enertron, mas agora com câmbio próprio, pois o BR-800 e o Motomachine usavam o do Chevrolet Chevette. O Delta pesa 550 kg e deveria ter quatro lugares com conforto relativo.
O sistema de produção seria do tipo carrossel e teria baixíssimo custo. Além do Delta, que jamais chegou a ser lançado, a Gurgel lançou outros projetos, como um riquixá para Índia e China, por exemplo. Os que ganharam as ruas de fato foram o Supermini e o Van.

Gurgel Supermini

O fim de um sonho

Em 1990, o governo Collor isentou os carros com motor abaixo de 1.0 litro de pagar IPI. Assim, as montadoras estrangeiras presentes no Brasil imediatamente lançaram carros com esse tipo de motorização e com preços menores que o do BR-800. Este, por sinal, passou a ser liberado para o consumidor não-sócio da empresa.
Para piorar a situação da Gurgel, o “Muro de Berlim” que isolava o Brasil do restante do planeta foi derrubado pelo mesmo governo, que liberou finalmente a importação de automóveis. Um II de 85% não impediu que o Lada ficasse mais baratos que os utilitários da Gurgel. Em 1992 nascia o Supermini, que tinha desenho mais moderno e melhor acabamento, substituindo assim os pedidos do BR-800 ainda não entregues.
O projeto Delta era uma boa iniciativa, mas sem a fábrica não iria para a frente. O apoio que teria de SP e CE não teria sido honrado e a unidade cearense nunca saiu do papel. Uma greve de funcionários da Receita Federal atrasou a chegada de componentes da Argentina e a produção da Gurgel caiu drasticamente de 1991 para 1992, o que arruinou as finanças da empresa. Em 1993, a Gurgel Motores S/A pediu concordata.

Gurgel Supermini SLX
No ano seguinte, João Conrado pediu um empréstimo de US$ 20 milhões para manter a fábrica, mas o governo recusou e a falência foi decretada. Apesar disso, a empresa recorreu e ainda manteve a produção até 1996, produzindo 130 veículos no período e lançando a versão 1995 do Supermini, bem como do Motomachine e do Carajás. O conceito Motofour foi apresentado nessa época. Ele tinha apenas um lugar e parecia mais um brinquedo do que um automóvel.
O fim da Gurgel foi um duro golpe para João Conrado. A empresa deixou dívidas de mais de R$ 280 milhões e uma fábrica que foi arruinada por vândalos e grande número de furtos de peças de maquinário e veículos. A instalação foi leiloada por R$ 16 milhões em 2007 para pagamento de dívidas trabalhistas, ficando ainda um restante de R$ 4 milhões.

Gurgel TA-01

Gurgel renasce apenas como marca

O registrado da marca Gurgel expirou no INPI em 2003. No ano seguinte, o empresário Paulo Emílio Freire Lemos adquiriu os direitos por apenas R$ 850. Isto provocou o descontentamento da família do engenheiro, que tentou recorrer na justiça, mas perdeu.
Lemos tentou relançar o X-12 com motor Volkswagen 1.4 Flex usado na Kombi, mas o projeto não foi para frente. Em seu lugar, importou da China um triciclo com motor diesel de um cilindro e capacidade para 1.200 kg de carga, sendo seu foco o uso rural. Um modelo de empilhadeira foi lançado também.
Sem nenhuma ligação com a empresa anterior, Paulo Lemos ainda tentou construir uma fábrica em Três Lagoas/MS, que recebeu toda a operação comercial da nova empresa. No entanto, hoje a empresa funciona apenas como importadora do triciclo diesel TA-01.
Desde 2001, João Augusto Conrado do Amaral Gurgel sofria do mal de Alzheimer e em 30 de janeiro de 2009, morreu em sua casa na cidade de Rio Claro, aos 82 anos. O sonho dele acabou ali, mas muitos outros brasileiros ainda sonham em ver uma montadora de automóveis de capital nacional.

Fonte: Noticias Automotivas

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

1º Encontro da Fámilia Klhan/Guilherme

Neste domingo dia 5 de janeiro de 2020 a família Klhan/Guilherme, descendentes de Ludvig Julio Guilherme Klhan e Lucia Fulber Guilherme Klan, realizou seu primeiro encontro, o evento aconteceu no interior do município de Novo Barreiro - RS.

CLIQUE AQUI PARA VER MAIS FOTOS E SABER MAIS SOBRE O ENCONTRO.
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domingo, 3 de dezembro de 2017

Morte tira da luta mais um companheiro, Líder dos Movimentos Sociais

É com profundo pesar que noticiamos o falecimento na noite de ontem, de um grande líder de nossa comunidade, Senhor Augusto Brabilla, "TIO GUSTO" como respeitosamente o considerávamos, sempre esteve presente nos grandes momentos de nosso município, participou ativamente no período de emancipação, depois como líder dos movimento sociais, colaborou muito na criação do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, nos acampamentos do MST, e foi muito participativo na criação do MPA, foi parceiro para trazer a Três Palmeiras a agencia da CREHNOR, quando nos organizamos pra a fundação da ACCLTP como objetivo da fundação da Rádio Comunitária Liberdade, não mediu esforços para colaborar, sempre alegre e de uma fé muito grande em Deus Pai e Nossa Senhora Aparecida, como sempre expressava de cabeça erguida,  venceu um problema de saúde que a quase 15 anos quis lhe tirar da luta, deu a volta por cima e retomou a batalha, ainda ontem esteve aqui na rádio fazendo uma das coisas que mais gostava, declamou poesias de sua autoria e incentivando as novas gerações de músicos.
Seu corpo está sendo velado na Capela Mortuária de Vila Progresso, onde acontece a missa as 15:30 seguido aós para sepultamento no cemitério daquela comunidade.

Vai com DEUS amigo "TIO GUSTO" enquanto você defenderá os oprimidos lá do céu nós continuaremos conduzindo o teu legado aqui na terra.

Em uma semana perdemos 3 grande Lutadores Sociais.

Dia 26/11/201 - Francisco Frizo - Veja Aqui
Dia 30/11/2017 - Cleberton Chiapinotto - Veja Aqui

Veja abaixo dois vídeos em dois momentos muito interessantes que "TIO GUSTO" teve conosco aqui na rádio.


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domingo, 26 de novembro de 2017

Emater/RS-Ascar RS e Comunidade Regional Perde uma grande Liderança de forma Trágica

A comunidade regional juntamente com a EMATER/ASCAR-RS perdeu na manhã de hoje por volta das 8:00 o Ex Prefeito de Constantina e Gerente Regional da Emater/Ascar-RS Francisco Frizzo.
Segundo informações Francisco Frizzo, de 55 anos, realiza exercícios em uma esteira, em sua residencia, em Constantina, como de hábito quanto teve um infarto fulminante, sendo ainda socorrido ao hospital, mas infelizmente não resistiu e veio a óbito.
Francisco Frizzo foi prefeito de Constantina, pelo Partido dos Trabalhadores, por duas vezes, de 2001 a 2004 e de 2005 a 2008, e atualmente exercia o cargo de Gerente Regional de Frederico Westphalen da Emater/Ascar, entidade onde era funcionário de carreira, a quase 30 anos.

O velório será realizado no salão paroquial de Constantina.

Quem era, Francisco Frizzo – Gerente Regional

Formado como técnico em agropecuária, em 1980, pelo Colégio Presidente Getúlio Vargas, de Três de Maio. Trabalhou em indústria de alimentos e em cooperativa de suinocultores. Em setembro de 1990 ingressou na Emater/RS-Ascar, no escritório municipal de Constantina. Em 1997, exerceu funções no município de Liberato Salzano. De 2001 a 2008 foi prefeito de Constantina. Em 2009, retornou para Emater/RS-Ascar, no município de Nova Boa Vista. No período de 2010 a 2011, se licenciou da Instituição para assumir o cargo de gerente técnico da Laticínios Frizzo. Em 2012, retornou para Emater/RS-Ascar, como chefe do escritório municipal de Liberato Salzano, onde permaneceu até setembro de 2014.
Fonte: EMATER

Em Breve mais informações:
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sábado, 12 de agosto de 2017

Ex-marido de Dilma, ex-deputado Carlos Araújo morre em Porto Alegre

Ele estava internado na Santa Casa desde o final de julho. Ele morreu em decorrência de complicações de doença pulmonar obstrutiva crônica.

Morreu no início da madrugada deste sábado (12), em Porto Alegre, Carlos Araújo, ativista, ex-deputado e ex-marido da ex-presidente Dilma Rousseff. Ele tinha 79 anos de idade.

Ele estava internado desde o dia 25 de julho no Hospital São Francisco, da Santa Casa de Misericórdia. No dia 28, foi informado que ele havia deixado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e que se recuperava. Seu quadro era considerado estável.

A informação acerca da morte de Araújo foi divulgada no início da manhã deste sábado. Conforme nota divulgada pelo médico responsável pelo tratamento de Araújo, detalhou que a morte ocorreu em decorrência de complicações de doença pulmonar obstrutiva crônica, que evoluiu para um quadro de infecção generalizada.

Carlos Franklin Paixão Araújo era advogado trabalhista. Nos anos 50 se juntou a Juventude Comunista, e durante a ditadura ajudou a formar uma organização que atuou contra o regime militar. Foi quando conheceu Dilma Rousseff, com quem foi casado por mais de 20 anos.

Os dois se conheceram em 1969, se casaram, foram presos juntos, e voltaram para Porto Alegre no começo dos anos 70. Em 1976 nasceu a única filha do casal, Ana Paula, que lhes deu dois netos, Guilherme e Gabriel.

No período em que foi presidente, Dilma sempre visitava Carlos Araújo em sua casa, na Zona Sul de Porto Alegre, onde também encontrava com a filha e com os netos.

Na década de 80, Araújo foi deputado estadual pelo PDT, partido que ajudou a formar. Ele abandonou a carreira política em 2000 e passou a se dedicar ao seu escritório de advocacia em Porto Alegre. Em 2014 chegou a ser um dos mais antigos advogados trabalhistas em atividade no país.

Dilma Rousseff está no Rio de Janeiro e deve chegar a Porto Alegre ainda na manhã deste sábado. Ela ainda não se manifestou.

Por meio das redes sociais, amigos e políticos postaram mensagens em solidariedade ao ex-deputado. A deputada federal, Maria do Rosário, disse que o Brasil e o trabalhismo genuíno perdem um ícone e completou: "Carlos Araújo, grande quadro político da resistência à ditadura e do direito. Solidariedade".

A deputada estadual do PCdoB Manuela d'Ávila também demonstrou solidariedade com a seguinte postagem: "Meu abraço aos familiares de Carlos Araújo. Quantas contribuições deu ao nosso Rio Grande".
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domingo, 2 de julho de 2017

Vídeo: Greve Geral Sarandi-RS 30/06/2017

Confira o Vídeo produzido pela reportagem da Rádio Comunitária Liberdade FM de Três Palmeiras na Cobertura da Greve Geral convocada pela Frente Brasil Popular na ultima sexta feira dia 30 de junho de 2017.




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quinta-feira, 1 de junho de 2017

A Comunidade Católica de Três Palmeiras está de luto

Padre Ivair e Nona Délia - Foto do site Brasil Talian
Noticiamos com pesar o falecimento, de Délia Tonin, avó paterna de nosso Padre Ivair Tonin, Délia deixa enlutada toda a sua família e amigos, ao partir no dia de hoje 01 de junho de 2017 aos 98 anos.
Délia morava na comunidade de Linha Bara Curta interior de Constantina-RS,
A Família Tonin nossas profundas condolências.
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Trágico acidente em Novo Barreiro tira a vida de mais um companheiro da luta

A terça feira dia 23 de maio de 2017, terminou de forma triste para toda a família CESURG, e por consequencia a luta trabalhadora, pois por volta das 22 horas de ontem um tragico acidente na ERS 569 no Municipio de Novo Barreiro, ceifou a vida do professor universitário e Coordenador do Curso de Veterinária do CESURG, Guilherme Rosseto.

Guilherme Roseto, tinha 27 anos e era natural de São Carlos - SC, formou-se em Medicina Veterinária na FAI -  Faculdade e Universidade em Itapiranga, e atualmente residia em Sarandi-RS onde coordenava o Curso de Medicina Veterinária do CESURG. O professor Guilherme, também é Primo do Professor Rafael Rosseto, Diretor do CESURG.

Professor Guilherme, juntamente com o acadêmico da instituição Tiago Canova, trafegavam pela rodovia em uma caminhonete S10, quando se envolveram em um grave acidente com um veículo Mégane da Polícia Rodoviária Federal de Sarandi, onde estavam, Segundo informações prelimares, os, policiais Fabrício Móises Ziani (Chefe da PRF Sarandi), Cleverson e Marcelo que sofreram ferimentos mas não correm risco de morte . Infelizmente o professor Guilherme não resistiu aos graves ferimentos e faleceu a caminho do hospital.

Guilherme também era um lutador dos direitos sociais e filiado ao Partido dos Trabalhadores, sendo uma pessoa simpática e muito prestativa, deixando enlutada toda sua família, amigos colegas e alunos.

Mais Informações Visite o Blog da Rádio Comunitária Liberdade
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quarta-feira, 8 de março de 2017

Dia Internacional da Mulher - 8 de Março

O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março, e não é considerado um feriado nacional.

O Dia da Mulher é a celebração das conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres ao longo dos anos, sendo adotado pela Organização das Nações Unidas e, consequentemente, por diversos países.

O Dia da Mulher é muitas vezes marcado por presentes simbólicos, como flores, em especial rosas, poemas ou frases, por exemplo.

História e Origem do Dia Internacional da Mulher

A luta das mulheres por melhores condições de vida e trabalho começou a partir do final do século XIX, principalmente na Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de 15 horas diárias e a discriminação de gênero eram alguns dos pontos que eram debatidos pelas manifestantes da época.

De acordo com registros históricos, o primeiro Dia da Mulher foi celebrado nos Estados Unidos em maio de 1908 (Dia Nacional da Mulher), onde mais de 1.500 mulheres se uniram em prol da igualdade política e econômica no país.

No entanto, o 8 de março teve origem com as manifestações das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, durante a Primeira Guerra Mundial (1917). A manifestação que contou com mais de 90 mil russas ficou conhecida como "Pão e Paz", sendo este o marco oficial para a escolha do Dia Internacional da Mulher no 8 de março, porém somente em 1921 que esta data foi oficializada.

Após a Guerra e a Segunda Revolução Industrial, as indústrias incorporaram as mulheres para mão-de-obra, e devido às condições insalubres de trabalho, os protestos eram frequentes.

Por muito tempo, a data foi esquecida e acabou sendo recuperada somente com o movimento feminista nos anos 60. A Organização das Nações Unidas, por exemplo, somente reconheceu o Dia Internacional da Mulher em 1977. Atualmente, além do caráter festivo e comemorativo, o Dia Internacional da Mulher ainda continua servindo como conscientização para evitar as desigualdades de gênero em todas as sociedades.
Mensagens para o Dia da Mulher

Parabéns Querida...
Pela mulher maravilhosa que existe dentro de você.
Só tenho motivos para agradecer toda felicidade
que tens me proporcionado, quanta compreensão.
Seu coração é um grande abrigo...
quanto carinho e dedicação se aloja neste âmago grandioso e admirável.
Mulher nota dez, somente você me faz sentir tão completo,
diante de tanta coragem, força e otimismo.
Faz de seus braços meu conforto, meu porto seguro,
minha certeza de ter encontrado o espelho que reflita a imagem da felicidade,
o sorriso verdadeiramente realizado.
Ou por que não?
Meus cabelos brancos que retratarão os melhores anos de minha vida.
Sou muito feliz com você, obrigado meu amor...
Parabéns pelo dia que ampara
e valoriza minhas humildes, mas verdadeiras palavras.
Amo você por tudo que você é...
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Após polícia identificar Caminhão que causou tragédia na ERS 404, sobreviventes recebem alta

Fotos DIARIORS
Polícia Civil espera que motorista se entregue antes da expedição de um mandado de prisão

Os últimos dois sobreviventes internados após o atropelamento que matou quatro pessoas na RS-404, em Rondinha, foram liberados do hospital na quarta-feira (11). Mateus Rodrigues, 14 anos, e a irmã dele, Michele Rodrigues, 17 anos, estavam no Hospital São Vicente de Paula em Passo Fundo.
Ainda ontem, no dia do acidente, os outros dois feridos já haviam deixado o Hospital do Trabalhador de Ronda Alta. Os dois jovens que receberam alta hoje estavam no carro que saiu da pista e colidiu em uma árvore. O pai deles, Erni da Rosa Rodrigues, 40 anos, foi socorrido do Prisma, com placas de São Leopoldo, mas acabou morrendo atropelado.
Segundo a Polícia Civil, também morreram no acidente mãe e filho, que moravam em Novo Hamburgo. Lori de Fátima dos Santos, 43 anos, e Thaison Mateus Oliveira, 21 anos, trafegavam em um Classic quando resolveram parar para socorrer as vítimas do primeiro acidente. O agricultor João Paulo Mattei, 68 anos, que era morador das proximidades, também não resistiu aos ferimentos.
A investigação ainda procura o motorista, mas afirma já ter identificado o veículo que atropelou o grupo. Câmeras de segurança de diversos postos de combustíveis foram analisados pela força-tarefa da polícia, que envolve agentes e delegados de Sarandi e Rondinha.
A Polícia Civil espera que o motorista se entregue antes da expedição de um mandado de prisão. Os sobreviventes ainda não foram ouvidos, por estarem em estado de choque.

Fonte:TP com Rádio Gaúcha 
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domingo, 20 de novembro de 2016

Vem aí novidades no Blog

A partir do mê de Dezembro de 2016, estarei premiando você amigo internauta que diariamente visita meu blog.
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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Ano da Misericórdia

Em 2016, a romaria em homenagem à Nossa Senhora Aparecida acontecerá no dia 9 de outubro. A definição do lema e das intenções remete ao trabalho da Igreja a partir da proclamação, pelo Papa Francisco, do Ano da Misericórdia.

A Romaria Arquidiocesana de Nossa Senhora Aparecida, considerada a segunda maior celebração do país em homenagem à santa ocorrerá no dia 9 de outubro. Os preparativos, no entanto, têm início dias antes. A 36ª edição da festa já está sendo preparada por diferentes equipes de voluntários, que se dividem no trabalho de concretizar a proposta da Romaria.

Neste ano, a definição do lema e das intenções chama atenção para o trabalho realizado em toda a Igreja a partir da proclamação, pelo papa Francisco, do Ano da Misericórdia: os romeiros e romeiras da Mãe Aparecida rezarão o lema No coração de Maria a misericórdia do Pai. “Misericórdia significa olharmos as fraquezas do ser humano. A dimensão do alimento digno, da vestimenta, da doença e participar da vida das pessoas, de ajudar a perdoar, discernir, abrir, aprender e aconselhar. Pequenos gestos que têm um valor eterno...”, identifica o arcebispo de Passo Fundo, dom Rodolfo Luís Weber.

Essa é a primeira vez de dom Rodolfo à frente da festividade. Ele descreve que o valor da Romaria está nas coisas que ela agrega aos fiéis e transforma as suas vidas para melhor. “Que consigamos manter o espírito de uma Romaria, que é caminhar a um ponto e manter a dimensão de caminhar para algo melhor, para a vida melhor. Neste sentido, manter a dimensão espiritual, a dimensão da fraternidade, da boa convivência e do respeito”, destaca.

Além do lema, que, para dom Rodolfo, ajuda a refletir o cuidado de Deus para com o povo, a Romaria é tradicional por apresentar três intenções de orações e aprofundamento na fé: a primeira é de que a misericórdia de Deus renove a vida de fé de nossas famílias; a segunda é de que os vocacionados, a exemplo de Maria, deem seu sim generoso e possam ser misericordiosos como o Pai; a terceira é de que a peregrinação da imagem de Nossa Senhora Aparecida anime a fé das nossas comunidades eclesiais e o novo plano de evangelização da Arquidiocese.

A Romaria das crianças está sendo organizada para acontecer em 2016. Por questões de segurança e conforto, ela ocorrerá, como em outras edições, dentro do santuário, no dia 12 de outubro, no Dia das Crianças e da Nossa Senhora Aparecida.

Mostra da Ação Solidária
Outro fator central na Romaria, é a Mostra da Ação Solidária que, em seu terceiro ano, já consolidada, proporciona que os romeiros tenham a oportunidade de conhecer a ação realizada pela Igreja em toda a região norte do Estado e, de forma especial, o acompanhamento da Cáritas Arquidiocesana aos grupos de Economia Popular Solidária. Os grupos comercializam artesanatos e produtos de alimentação, como panificação, lanches, sucos, hortigranjeiros e orgânicos. Algumas entidades sociais e pastorais da Igreja, que atendem crianças, adolescentes, jovens, mulheres, desempregados, catadores, pequenos agricultores, indígenas, quilombolas e tantas outras pessoas em situação de vulnerabilidade também participam da Mostra e apresentaram parte de seus trabalhos.

Novena
Buscando orientar os fiéis e preparar a caminhada em honra à Nossa Senhora Aparecida, até o dia 2 de outubro, o Santuário Arquidiocesano promove a novena preparatória à Romaria onde, em cada domingo, uma das nove áreas pastorais será responsável pela celebração das 16h, rezando e refletindo temas relacionados às obras de misericórdia.
Fonte: DM
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terça-feira, 5 de julho de 2016

Semana será de queda na temperatura e chuva forte em todo o Estado

O Instituto Riograndense do Arroz (Irga) alerta os produtores para a previsão do Instituto Climatempo, que prevê o predomínio de dois sistemas de baixa pressão e uma massa de ar seco e polar sobre o Rio Grande do Sul ao longo da semana. O primeiro sistema provoca chuva até quarta-feira (6) em todas as áreas, com risco de temporal principalmente na Fronteira Oeste, na Campanha, na Depressão Central e na zona Sul.

Em seguida, uma massa de ar polar provoca queda de temperatura e deixa o tempo mais firme até o sábado (9), inclusive, com risco de geada na Campanha nesta quinta-feira (7) pela manhã. No domingo (10), novo sistema se forma sobre a região Sul e avança rapidamente sobre as demais regiões.

Há risco de chuva forte e de temporais em todas as áreas. O maior acumulado de chuva fica na zona Sul, onde pode chegar aos 100 milímetros ao longo da semana. Na Fronteira Oeste e na Campanha, os acumulados de chuva podem chegar a 70mm.

A temperatura mínima fica entre 6 e 9° C na Campanha e nas demais áreas varia entre 9° e 12° C ao longo da semana. A temperatura máxima fica entre 18° e 22° para todas as regiões ao longo da semana.

Confira diariamente a previsão do tempo no site do Irga clicando aqui.

Fonte: Instituto Climatempo
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