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segunda-feira, 29 de julho de 2019

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terça-feira, 21 de maio de 2019

Biblioteca de Agatha Christie

Agatha Christie

Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu bilhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando um forte resfriado fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria escrevendo encorajada por Eden Phillpotts, teatrólogo amigo da família. Já famosa diria que, no início, todas as suas histórias eram melancólicas e que a maioria dos personagens morria no final.

Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie (a quem ela chamava de Archie), piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo juntos e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio entre os dois aconteceria em 1928.

O romance de estreia daquela que viria a se tornar a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida, como mostra o texto publicado em sua Autobiografia (publicada no Brasil em 1979 pela editora Nova Fronteira):

“Foi quando trabalhava no dispensário que concebi a ideia de escrever uma história policial. Essa ideia permanecia em minha mente desde o tempo em que Madge [sua irmã] me desafiara a escrevê-la – e meu atual trabalho parecia oferecer a oportunidade favorável. Ao contrário da enfermagem, onde sempre havia o que fazer, o serviço do dispensário tinha períodos muito atarefados e outros mais frouxos. Às vezes eu ficava de serviço só a parte da tarde, praticamente sentada o tempo todo. Depois de verificar que os frascos de remédios estavam cheios e em ordem, tinha liberdade para fazer o que quisesse, desde que não abandonasse o dispensário. Comecei a considerar que espécie de história policial poderia escrever. Visto que estava rodeada de venenos, talvez fosse natural que selecionasse a morte por envenenamento. Congeminei um enredo que me parecia ter possibilidades. Essa ideia permaneceu na minha mente, gostei dela e, finalmente, aceitei-a. Depois tratei da dramatis personae. Como? Por quê? E tudo mais. Teria que ser um envenenamento íntimo, devido à maneira especial como seria acometido o crime; teria que passar-se em família, ouso dizer assim. Naturalmente, teria que aparecer um detetive. Nessa altura, achava-me mergulhada na tradição de Sherlock Holmes. Por isso pensei logo em detetives. Não poderia ser como Sherlock Holmes, é claro: teria que inventar algo diferente, bem meu, mas também ele teria que ter um amigo íntimo, uma espécie de ator contracenante – não seria tão difícil assim! Retornei a meus pensamentos a respeito dos outros caracteres. Quem seria assassinado? (...) O verdadeiro objetivo de uma boa história policial é que o assassino seja alguém óbvio e que, ao mesmo tempo, por certas razões, descubramos que não é óbvio, e que, afinal, possivelmente não fora essa pessoa que cometera o crime.”

E assim nasceu O misterioso caso de Styles, trazendo pela primeira vez o detetive belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.

Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos. O assassinato... foi também o primeiro dos livros de Agatha a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso na West End de Londres. Mas o seu mais famoso texto levado ao teatro, A ratoeira, estreou em 1952 e é a peça que mais tempo ficou em cartaz em toda a história.

Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Oriente Médio, apaixonou-se pelo Egito e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo e E no final a morte.

Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade em sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Foi enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.

Além de um patrimônio avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente, como Um crime adormecido, sua Autobiografia e a coleção de pequenas histórias Os casos finais de Miss Marple, Enquanto houver luz e Problem at Pollensa.

Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudônimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, seus textos seguem fascinando as novas gerações.

Sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard.

Biblioteca

Título no Brasil

Ano

O Misterioso Caso de Styles 1920
O Inimigo Secreto / O Adversário Secreto 1922
Assassinato no Campo de Golfe 1923
Poirot Investiga 1924
O Homem do Terno Marrom 1924
O Segredo de Chimneys 1925
O Assassinato de Roger Ackroyd 1926
Os Quatro Grandes 1927
O Mistério do Trem Azul 1928
O Mistério dos Sete Relógios 1929
Sócios no Crime 1929
O Misterioso Sr. Quin 1930
Assassinato na Casa do Pastor 1930
O Cadáver Atrás do Biombo 1930
Um Furo Jornalístico 1931
A Morte do Almirante 1931
O Mistério de Sittaford 1931
A Casa do Penhasco 1932
Os Treze Enigmas 1932
Treze à Mesa 1933
O Cão da Morte 1933
Assassinato no Expresso do Oriente 1934
O Mistério de Listerdale 1934
Por que não Pediram a Evans? 1934
O Detetive Parker Pyne 1934
Tragédia em Três Atos 1934
Morte nas Nuvens 1935
Os Crimes ABC 1936
Morte na Mesopotâmia 1936
Cartas na Mesa 1936
Assassinato no Beco 1937
Poirot Perde uma Cliente 1937
Morte no Nilo 1937
Encontro com a Morte 1938
O Natal de Poirot 1938
É Fácil Matar 1939
O Caso dos Dez Negrinhos / E Não Sobrou Nenhum 1939
Um Acidente e Outras Histórias 1939
Cipreste Triste 1940
Uma Dose Mortal 1940
Morte na Praia 1941
M ou N? 1941
Um Corpo na Biblioteca 1942
Os Cinco Porquinhos 1942
A Mão Misteriosa 1942
Hora Zero 1944
E no Final a Morte 1944
Um Brinde de Cianureto 1945
A Mansão Hollow 1946
Os Trabalhos de Hércules 1947
Seguindo a Correnteza 1948
A Casa Torta 1949
Convite para um Homicídio 1950
Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias 1950
Aventura em Bagdá 1951
A Morte da Sra. McGinty 1952
Um Passe de Mágica 1952
Depois do Funeral 1953
Cem Gramas de Centeio 1953
Um Destino Ignorado 1954
Morte na Rua Hickory 1955
A Extravagância do Morto 1956
A Testemunha Ocular do Crime 1957
Punição para a Inocência 1958
Um Gato Entre os Pombos 1959
A Aventura do Pudim de Natal 1960
O Cavalo Amarelo 1961
A Maldição do Espelho 1962
Os Relógios 1963
Mistério no Caribe 1964
O Caso do Hotel Bertram/A mulher Diabólica 1965
A Terceira Moça 1966
Noite Sem Fim 1967
Um Pressentimento Funesto 1968
A Noite das Bruxas 1969
Passageiro para Frankfurt 1970
Nêmesis 1971
A Mina de Ouro 1971
Os Elefantes Não Esquecem 1972
Portal do Destino 1973
Os Primeiros Casos de Poirot 1974
Cai o Pano 1975
Um Crime Adormecido 1976
Autobiografia 1977
Os Últimos Casos de Miss Marple 1979
Testemunha da Acusação e Outras Peças  1980
Poirot e o Mistério da Arca Espanhola e Outras Histórias 1997
Enquanto Houver Luz 1997
Café Preto 1997
O Visitante Inesperado 1999
Poirot Sempre Espera e Outras Histórias 2008
A Teia da Aranha 2008
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domingo, 30 de setembro de 2018

131 - livros de comunicação e cultura digital

Fonte: Catraca Livre

Confira a lista e aproveite a leitura:

Português

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)

02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)

03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)

04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)

05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)

06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

07. Televisão e realidade (Itania Gomes)

08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)

09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)

10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)

11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)

12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)

13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)

14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)

15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)

16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)

17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)

18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)

19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)

20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)

22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)

23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)

24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)

25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)

26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)

27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)

28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)

29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)

30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)

31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)

32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)

33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)

34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)

35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)

36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)

37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)

38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)

39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)

40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)

41. Comunicação e poder (org. João Correia)

42. Comunicação e política (org. João Correia)

43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)

44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)

45. Jornalismo e espaço público (João Correia)

46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)

47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)

48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)

49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)

50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)

51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)

52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)

54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)

55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)

56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)

57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)

58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)

59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)

60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)

61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)

62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)

63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’

64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)

65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)

66. A internet em Portugal (OberCom)

67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)

68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)

69. Cultura digital.br(orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)

70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)

71. História das relações públicas (Cláudia moura)

72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)

73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)

74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)

75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)

76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)

77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)

78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)

79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)

80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)

81. Manual de sobrevivência online (Leoni)

82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)

83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)

84. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)

85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)

86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)

87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)

88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)

89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)

90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)

91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)

92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)

93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)

94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)

95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)

96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)

98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)

99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)

100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)

101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)

102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)

103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)

104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)

105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)

106. Cultura livre (Lawrence Lessing)

107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)

108. Guia da reputação online (António Dias)

109. I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)

110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)

111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)

112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)

113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

114. Escola de redes (Augusto de Franco)

115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)

116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)

117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)

118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)

119.Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)

120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)

122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)

123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)

124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)

125.Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)

126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)

127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)

128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)

129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)

131. 11 Insights (Grupo Troiano)
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sexta-feira, 31 de março de 2017

Saiba quem são os "Deixados Para Trás"

Saga "Deixados Para Trás"
Autores: Jerry B. Jenkins e Tim Lahaye
Ano: 2004
Volumes: 13
Páginas: 4898
Idioma: português
Editora: United Press
Descrição: A série de livros “Left Behind” (Deixados Para Trás) de Tim LaHaye e Jerry B. Jenkins, é uma obra ficcional, de temática cristã, que narra os últimos dias na Terra após o arrebatamento da igreja de Cristo, baseadas nos eventos descritos no livro de Apocalipse de João na Bíblia Sagrada. Deixados para trás é uma das séries de ficção mais lidas no mundo. A série de livros vendeu mais de 70 milhões de exemplares e foi publicada em mais de 34 idiomas. Três filmes também foram produzidos sobre a série. Sucesso de vendas, a série é também alvo de pesadas críticas, tanto da parte de cristãos quanto de céticos. A história reúne ficção cristã, ação e suspense com lances de alta tecnologia no triller. O tema principal é nada menos que o próprio final dos tempos.

Clique no botão "CONTATO", abaixo e responda ao questionário para participar do sorteio de um livro, ou para deixar sugestão para o blog.

Haverá o sorteio de um livro a cada 100.000 visualizações do blog.

Obs.: O download do livro é somente para facilitar o acesso a quem não tiver condições de adquirir o mesmo em uma livraria, valorize o autor adquira copias originais das obras.

Você poderá conferir os Livros da Saga "Deixados Para Trás" a partir de amanhã dia 01° de abril, aqui no blog.
Todos os 13 Livros da saga estarão disponíveis para download Confira, Curta, Compartilhe se inscreva e Concorra a Um Livro quando o Blog atingir a marca de 300.000 visitas.


Comentário de Leitora:

Deixados pra trás
Desde que assisti aos filmes fiquei com muita curiosidade de ler os livro. Por sempre acredita que os livros são melhores que sua versão cinematográfica e pela possibilidade de conhecer a continuação da história que eu tinha começado a conhecer.
Mas a quatidade de livros assusta a quem começa a ler o livro agora que a série já foi completada. 13 livros da série principal fora os outros que eu nem tenho ideia. Mas uma linda promoção no submarino resolveu meu problema e me joguei na leitura.
A história realmente é boa. Quem não gosta de falar sobre o "fim do mundo", aqui pelo menos do jeito como o conhecemos hoje? Os autores foram realmente inteligentes juntaram as pontas criaram personagens interessantes e um errendo envolvente. Mas há um pequeno grande, enorme problema. A tradução. Que trabalho terrivel foi feito nessa história. Para quem sabe um pouco de inglês percebe que as frases pareciam terem sido traduzidas a la google translator. Eu poderia ter lidos as frases em inglês e nãofaria a diferença. Fora os erros groceiros de edição e revisão do tio: colocar uma linha aqui. Onde obiviamente era para ter uma linha, mas não precisava estar escrito isso. Deu vontade de revisar o livro eu mesma. E eu até fiz isso a caneta em algumas páginas.
Mas como eu disse a hitória é boa e te envolve. Não se assuste com a quantidade de livros. Você vai lê-los com uma velocidade impressionante de tanto o quanto você quer saber o que vem depois. E aí vai ficar feliz por não ter que esperar um ano ou mais para o lançamento do próximo pois ele já está disponível.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Profissionais que atuam nas bibliotecas escolares recebem capacitação em Palmeira das Missões


A 20ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), de Palmeira das Missões, em parceria com a Secretaria Estadual da Educação (Seduc) promoveu na última sexta-feira, 12, a formação “Atuação na Biblioteca Escolar”. O evento ocorreu na Câmara de Vereadores e reuniu os profissionais da Educação que atuam nas bibliotecas escolares, direções e coordenadores pedagógicos das escolas estaduais. A atividade foi ministrada pela coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (SEBE) da Seduc, Maria do Carmo Mizetti.

A titular da 20ªCRE, Ana Possebon Perusso, abriu o evento falando da importância do trabalho desenvolvido pelos bibliotecários e da leitura. “Vocês contribuem com o papel primordial no processo de formação de leitores. Esta formação permitirá novos olhares para a nossa prática de cada dia”, disse. Após a instrutora de música, Caroline Barbosa e a aluna Lavínia Dorneles da Escola Paulo Westphalen agraciaram a todos com apresentações musicais.

Em um primeiro momento, a coordenadora do SEBE, Maria do Carmo, abordou os temas Livros Didáticos e Bibliotecas escolares. Na ocasião os participantes esclareceram dúvidas e receberam orientações sobre organização de estantes, cadastramento, pesquisas, retirada de livros, entrega e recolhimento dos livros didáticos, hora do conto, criação de teatro a partir de leitura, confecção de cartazes de divulgação das atividades da biblioteca entre outros.

Na segunda parte da capacitação, os responsáveis pelas bibliotecas escolares socializaram as ações desenvolvidas nas escolas e que envolvem a formação de leitores e o trabalho bibliotecário. Cada escola dispôs de 10 minutos para apresentar seus projetos.

De acordo com a responsável pelo setor na 20ªCRE, Laerta Gomes de Souza, a formação oportunizou a troca de experiências, a qualificação profissional e o aprimoramento do atendimento das bibliotecas escolares. “Foi um momento de múltiplas leituras e descobertas, de informação, de formação e de expressão da cultura”, ressaltou.

A atividade ainda contou com o apoio da assessora da Seduc, Luciane Sofia Nunes e da chefia pedagógica da 20ªCRE, Jussara Maria Koch Vieira.

O SEBE
O Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares é uma estrutura que compreende uma organização hierárquica com diferentes níveis de administração, decisão e coordenação, compostos pela Seduc, CREs, Escolas e Bibliotecas Escolares. Seu objetivo principal é integrar, coordenar e fomentar o desenvolvimento dos serviços bibliotecários nas escolas do Estado, bem como os projetos e realizações de incentivo à leitura.

Fotos em anexo: Encontro bibliotecários
Crédito: Jô do Carmo - ACS/20CRE
Sugestão de legenda: Responsáveis pelas bibliotecas da região participam de capacitação
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sábado, 13 de agosto de 2016

Sarau Literário marca comemoração do Dia do Estudante na região de Palmeira das Missões


A comunidade palmeirense vivenciou na tarde da quinta-feira, 11, momentos de encantamento proporcionados pela arte. Poesia, canto, música, teatro, dança e leitura sensibilizaram os presentes no Sarau Literário alusivo ao Dia do Estudante – 11 de agosto. O evento, promovido pela 20ª Coordenadoria Regional de Educação, de Palmeira das Missões, juntamente com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), ocorreu no auditório do Colégio Estadual Três Mártires, tendo como tema “Escola: Espaço social de leitura” e a frase de Mario Quintana “Uma vida não basta ser vivida. Ela precisa ser sonhada”. O evento ainda integrou a programação do Curso de Capacitação dos responsáveis pela Biblioteca Escolar, que ocorre nesta sexta-feira, 12.
A atividade foi coordenada pela chefia pedagógica da 20ªCRE, Jussara Maria Koch Vieira, com apoio da coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Escolares (SEBE) da Seduc, Maria do Carmo Mizetti, que agradeceu o diretor Marcos Petter Machado, pela cedência do espaço e parabenizou os participantes pelas apresentações. “Vocês estão todos de parabéns pelo trabalho aqui apresentado. Este é um momento ímpar de incentivo à leitura e a arte e de valorização dos talentos estudantis”, afirmou.

Os trabalhos do Sarau receberam renomados artistas como o maestro Mário Morlin e deram voz aos estudantes, cujos trabalhos apresentados mostraram que a arte faz parte dos espaços das Escolas Públicas e une Escola e Comunidade.
 
O fecho do evento ficou por conta dos estudantes do colégio anfitrião Três Mártires, que realizaram o lançamento do Jornal Escolar, projeto da disciplina de Seminário Integrado, LEIA – Leitura, Entretenimento, Informação e Arte. Os alunos fizeram uma apresentação do projeto, permeando com declamações poéticas e música.

Ainda prestigiaram o evento a coordenadora-adjunta, Ana Jossade Félix Vieira, a assessora da Seduc, Luciane Sofia Nunes, a assessora da pasta junto à 20ªCRE, Laerta Gomes de Souza, professores, funcionários, alunos, pais e artistas locais.

Contribuíram para o sucesso do Sarau Literário o Studio de Ballet BiArt, Escola de Música e Arte e as Escolas Estaduais Antônio de Souza Neto, Erci Campos Vargas, Palmeira das Missões (Polivalente), Vila Velha, Borges do Canto, Cacique Neenguiru, Presidente João Goulart (Ciep), Venina Palma, Paulo Westphalen e o Colégio Três Mártires.

Fotos em anexo: Sarau Literário
Crédito: Jô do Carmo - ACS/20CRE
Leia mais: CLIQUE AQUI
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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Hospital de Caridade de Erexin lança biblioteca solidária

Para chamar a atenção de todos os funcionários do Hospital de Cariadade de Erechim, próximo ao cartão ponto, foi colocado um grande adesivo com o conceito da conduta. Para que os funcionários possam buscar mais aprendizado, um banner também indica cursos gratuitos que podem ser realizados na cidade. A grande novidade que resultou desta atividade foi o lançamento da Biblioteca Solidária, que tem como objetivo estimular a leitura, a busca de conhecimento e a construção de saberes. Foi disponibilizado para as equipes, pacientes e familiares um acervo de livros literários, que funciona na base da troca, ou seja, sempre que se retirar um livro, outro deverá ser deixado.

Se, por um lado, em um mundo em constantes transformações, vive-se a tensão de não acompanhar a produção constante de conhecimentos, por outro lado, tem-se o alívio também de, por meio da leitura – inclusive literária – entrar em contato com todos os saberes produzidos pela humanidade.

Além desse caráter mais pragmático da leitura, é notório que ela também proporciona uma reconstrução pessoal – como afirma a antropóloga Michèle Petit – e, por meio do encontro com os livros e com a biblioteca, as trajetórias de vida do leitor podem mudar de rumo depois de uma leitura significativa. É a partir desse pressuposto que o ato de ler representa uma forma de participar do mundo, de compreendê-lo melhor, de encontrar um espaço nele e consolidar, assim, o Aprendizado.

Sobre o Programa “Condutas Nota 10”

O Programa funciona como um guia do comportamento dos profissionais que atuam no Hospital e contribui para qualificar a atuação como instituição de saúde na busca da excelência. São as seguintes as Condutas Nota 10: Aprendizado, Comprometimento, Comunicação, Ética, Excelência no Atendimento e Assistência, Humanização, Profissionalismo, Relacionamento Interpessoal, Responsabilidade Socioambiental e Zelo Pelo Patrimônio.
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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Preço do livro caiu em 2015


Pesquisa do setor editorial revela queda de 5,55% no preço médio real do livro em 2015.

Em 2015, o setor editorial brasileiro produziu 447 milhões de exemplares, vendeu 389 milhões e faturou R$ 5,23 bilhões. É o que demonstra a nova edição do estudo, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), para a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).

Em relação a 2014, o faturamento teve queda nominal de 3,27%, o que significa recuo real de 12,63%, considerada a variação do IPCA no ano passado. O total de livros produzidos diminuiu 10,87% e o de vendidos, 10,65%.

O preço médio do livro, exclusivamente no mercado, cresceu 4,57% em termos nominais, significando queda real de 5,55%. Essa variável retoma, assim, a trajetória descendente verificada há alguns anos, que havia sido interrompida em 2014. A pesquisa indica, ainda, que foram editados 52,42 mil títulos, dos quais 17,28 mil são novos. O total de títulos teve queda de 13,81%. Levando em conta apenas os novos, o recuo foi de 10,39%.

Como o livro chega ao leitor.

As livrarias, com 130,64 milhões de exemplares vendidos, ou 51,30% do total comercializado no mercado, excluindo-se governo, seguiram, em 2015, como o principal canal de venda das editoras. Os distribuidores responderam por 43,60 milhões de livros, o equivalente a 17,12%. O segmento porta a porta teve participação importante, de 9,66%, com 24,60 milhões de livros.

A comercialização em igrejas, templos, supermercados e escolas, além de livros comprados por empresas, também tem relevância. A venda direta nos sites das editoras é muito pequena, com participação de apenas 0,83% do total.

Quanto aos conteúdos digitais, venderam-se 1,21 milhão, com faturamento de R$ 16,79 milhões. Os dados, contudo, correspondem apenas a um recorte do mercado, já que ainda não há informações precisas sobre todo o universo de editoras.
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terça-feira, 31 de maio de 2016

Acervo da Biblioteca do Senado pode ser acessado pela internet

A Biblioteca do Senado está completando 190 anos de existência como uma das maiores do país. Além do acervo de mais de 500 mil volumes, entre livros, folhetos e periódicos, possui 280 mil publicações digitais. Segundo a coordenadora da biblioteca, Helena Celeste, as transformações tecnológicas ocorridas nos últimos anos exigiram um grande esforço de toda a equipe para adaptar os conteúdos, que antes eram disponibilizados apenas no meio físico, para a plataforma digital.

— A sociedade está migrando para a era digital. Temos, atualmente, os livros digitais, os periódicos eletrônicos e as bases de dados com texto integral. O cidadão não precisa, necessariamente, vir à biblioteca para dispor da informação que precisa — afirmou.

A Biblioteca Digital do Senado Federal foi criada em 2006 e completará dez anos em novembro deste ano. As 280 mil publicações digitais estão disponíveis, na internet, para qualquer pessoa, no Brasil e no exterior. As obras são de domínio público ou possuem direitos autorais cedidos pelos proprietários, possibilitando acesso e download gratuitos. O endereço é www.senado.leg.br/biblioteca. São livros, obras raras, artigos de revista, notícias de jornal, produção intelectual de senadores e servidores do Senado e legislação em texto e áudio, entre outros documentos.

Obras raras


Pelo menos 12 mil exemplares de obras raras fazem parte do acervo. As publicações ficam armazenados numa sala-cofre climatizada e podem ser consultadas. Entre elas, a mais antiga e de maior valor é o livro Novus Orbis (Novo Mundo), descrição histórica, geográfica, científica, etnológica e linguística da América. Datado de 1633, é de autoria de Johannes de Laet. A publicação também pode ser acessada on-line na biblioteca digital.

— Cerca de mil obras raras já foram digitalizadas. A nossa intenção é continuar esse trabalho de digitalização, tornando acessível esse tesouro literário aos cidadãos — disse Helena.

Para celebrar os 190 anos da biblioteca, um catálogo de obras raras que contam a história da Casa encontra-se em fase de produção. O lançamento está previsto para dezembro.

Os usuários também podem consultar o acervo de três milhões de recortes dos principais jornais do país sobre os mais variados assuntos, coletados desde 1974. Desse total, 265,8 mil já haviam sido digitalizados até abril deste ano.

— Agora, estamos com o projeto de digitalizar, por meio de um contrato, mais recortes de jornais. Como são muitos materiais, a nossa ênfase está sendo separar todas as notícias que envolvam os senadores e o Senado — salientou.
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sábado, 9 de abril de 2016

Passo Fundo - Parada da Leitura para todos

É assim que funciona o Parada para Leitura, uma ação realizada pelo Projeto Tato que colocou nichos com livros em dois pontos de ônibus

Ninguém discorda da importância de ler. Mesmo assim, muitas pessoas não têm acesso aos livros. Para democratizá-lo ou facilitá-lo, o coletivo urbano Tato teve uma ideia bem bacana, colocando nichos com diversas obras em dois pontos de ônibus.

Essa ideia surgiu quando uma amiga do grupo disse que tinha mais de 100 livros para doar e gostaria de dar um destino diferente a eles. “Fizemos algumas reuniões e, juntas, decidimos criar os nichos e colocá-los à disposição das pessoas em paradas de ônibus. Solicitamos uma reunião com o secretário de Transportes e Serviços Gerais, Cristiam Thans, que autorizou a ação”, conta Stéfanie Telles, juntamente com a Roberta Polita, Karen Fontoura, Juliana Brugnera e Paula Grunewald, forma o projeto.

A Parada da Leitura fica em um ponto da Avenida Sete de Setembro, próximo ao antigo Leilão, e também em um da Avenida Moacyr da Motta Fortes, em frente à Praça Adolfo João Floriani. Os seus nichos foram preenchidos por títulos literários para todos os gostos e, por sobrar poucos nos locais, parece que a ação alcançou o seu propósito.

“Nos revezamos semanalmente para o abastecimento dos nichos. Nessas ocasiões, sempre procuramos conversar com as pessoas. Na maioria das vezes, elas se mostraram bastante surpresas com a ação, felizes pelo acesso ser simples, sem nenhum tipo de cadastro. Muitas nos disseram que não só devolveriam o livro, como fariam nova doação”, relata Stéfanie.

Uma dessas pessoas é a dona de casa Marilene da Costa, que há muito tempo não lia um livro e parou para olhar o que estava disponível na parada da Avenida Sete de Setembro.

“Sempre incentivei meus filhos a ler, mas eu não lembro quando foi a última vez que fiz isso. É algo importante para nós, que podemos levar para casa e devolver depois, sem ter um tempo certo pra isso. Seria bom se todos devolvessem para dar oportunidade aos outros”, diz.

Passo Fundo não possui muitos espaços que disponibilizam livros, seja para emprestar ou vender. A ação do Tato deve se expandir para outros lugares, fortalecendo o título que a cidade recebeu: o de Capital Nacional da Literatura.

Primeira ação do ano
O projeto Tato realiza um trabalho voluntário, voltado a ações afetivas e solidárias, e é desenvolvido através de parcerias, doações e auxílio financeiro. Neste ano, a Parada da leitura foi a primeira ação, mas tem novidade por aí, como adianta Stéfanie.

“Mais duas ações estão sendo pensadas e organizadas para abril e maio, possivelmente direcionadas para cachorros e gatos e outra para crianças em situação de vulnerabilidade social”, relata.

Faça parte
Você também pode contribuir com o acervo, deixando nos nichos pequenas quantidades de livrou ou em estabelecimentos que estão apoiando a ação quando houver uma quantidade grande: na Paula Grunewald Pilates + Fisioterapia, que fica na Rua Uruguai, 1329, 2º andar, e na Mon Petit Boutique e Estética Canina, na rua Paissandu, 1011, sala 01.

Outra maneira de ajudar é divulgando a ação a partir da hashtag #paradadaleitura.
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