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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

30/01 - Dia do Pajador Gaúcho

Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul


LEI: 11.676

 

LEI Nº 11.676, DE 16 DE OUTUBRO DE 2001.
Dispõe sobre a instituição do "Dia do Pajador Gaúcho".

O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.

Faço saber, em cumprimento ao disposto no artigo 82, inciso IV, da Constituição do Estado, que a Assembléia Legislativa aprovou e eu sanciono e promulgo a Lei seguinte:

Art. 1º - Fica instituído o "Dia do Pajador Gaúcho", que será comemorado no Estado do Rio Grande do Sul no dia 30 de janeiro, data de nascimento do poeta e pajador gaúcho Jaime Caetano Braun.
Art. 2º - O "Dia do Pajador Gaúcho" deverá fazer parte do calendário de eventos culturais do Estado.
Art. 3º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4º - Revogam-se as disposições em contrário.

PALÁCIO PIRATINI, em Porto Alegre, 16 de outubro de 2001.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Maffesoli: entre a ciência alegre e o demasiado humano - Eduardo Portanova Barros e Rafael Rossetto

Título: Maffesoli: entre a ciência alegre e o demasiado humano
Autores: Eduardo Portanova Barros e Rafael Rossetto
Categoria: Outros temas
Idioma: Português
Páginas: 144
Editora: Oikos

Descrição: Escrito em grande estilo, Maffesoli: entre a ciência alegre e o demasiado humano. Aproximações de uma Sociologia Anarquista, apresenta a influência de Nietzsche sobre Maffesoli. Esse livro tem o potencial de permitir a qualquer leitor, familiar ou não às noções de Maffesoli e Nietzsche, uma esclarecedora compreensão sobre aspectos em comum na forma de refletir desses dois pensadores clássicos.

Comentário: Este foi um Presente Especial que recebi de um dos mais novos amigos que conquistei neste ano de 2016, Obrigado professor Rafael Rosseto, Reitor da gloriosa Universidade CESURG.

Ler é um dos meus prazeres maiores que junto com um saboroso chimarrão fica perfeito, aproveito também para agradecer a outro amigo especial, Marcos Lazareti, Assessor do CESURG, que esteve nos visitando e nos entregando este belo presente. 

Em fim a todos que neste ano estiveram ao meu lado o meu mais sincero voto de Feliz Ano Novo.



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A Maldição do Padre - Ivo Gasparin

Título: A Maldição do Padre
Autor: Ivo Gasparin
Ano: 2014
Páginas: 136
Editora: NovoCiclo
Comentário:
Este livro foi um presente especial que ganhei, neste final de ano, de um grande amigo por quem tenho um respeito muito grande por ser uma pessoa especial para todos que lhe conhecem, obrigado Jaciano Eccher por este presente, você sabe o quanto gosto de ler, por isso fico muito grato.


Resumo:
Romance com misticismo religioso

Por Larissa Verdi | 12 de Setembro de 2014.

‘A Maldição do Padre’, de Ivo Gasparin, será lançado durante a Feira do Livro de Flores da Cunha em outubro

O ano é 1969, e a localidade, Caravaieto, no distrito de Otávio Rocha. É lá que tem início o novo romance de Ivo Gasparin, professor, escritor, humorista e cantor. A Maldição do Padre, obra vencedora do concurso Memória Histórica e Cultural em 2014, será lançada em outubro durante a programação da 37ª Feira do Livro de Flores da Cunha. O projeto é coordenado pela Secretaria de Educação, Cultura e Desporto.

O romance tem como cenário a comunidade do Travessão Carvalho, conhecido como Caravaieto. A história recebe respingos de um fato carregado de misticismo religioso ao qual se deve o título e se passa entre 1969 e 1998, abordando fatos cotidianos e típicos do trabalho na agricultura com os parreirais e os afazeres domésticos.

Na época da colheita da uva, a família de Ernesto contrata dois safristas vindos de Alegrete: Ambrósio e Fernando, pai e filho. Porém, logo na chegada, a esposa de Ernesto, Marlene, se encanta pelo jeito de Fernando. A safra é colhida e os dois se envolvendo entre olhares e gestos. Ali começa uma história que não termina com o findar da colheita. No romance os costumes, o modo de falar e de viver das famílias se sobressai. “Esse é o grande objetivo do livro, documentar a linguagem que vai se perdendo a cada geração de forma a preservar nossos costumes”, conta o autor.

Além disso, o livro retrata as mudanças socioculturais e econômicas que ocorrem no período no município de Flores da Cunha. Os fatos se misturam com a trama e contam a evolução por meio da vida dos personagens. Nessa época também iniciou uma acentuada migração de pessoas de outros municípios do Estado e dos Estados próximos, como Santa Catarina e Paraná. Muitas das pessoas que aqui buscaram serviço temporário acabavam se fixando devido às oportunidades de trabalho.

Conforme Gasparin, o enredo foi tomando forma aos poucos. “Fui escrevendo sem pressa e construindo a história por meio de conversas que ia tendo com pessoas da época, e ambientando no contexto e acrescentando ao romance”, conta. Este é o segundo livro do gênero escrito por Gasparin, sendo o primeiro deles Segredo de Pedra (2008) e o que compila suas crônicas em dialeto, Ciàcole – Cento Stòrie (2013).
Gasparin é bacharel em Filosofia pela Universidade de Ijuí (Unijuí) e pós-graduado em Letras pela Universidade de Caxias do Sul (UCS). É um afeiçoado por tudo o que diz respeito à cultura italiana, em especial a regional. Sua carreira musical também foi voltada às composições em talian. São mais de 60 canções autorais já gravadas, como La Scala Rolante, O Cevete do Bepino, Se o Sinelo non Resbala, entre outras. Ivo Gasparin também é colunista dos jornais O Florense e A Vindima, onde escreve sob o pseudônimo de Tóni Sbrontolon.

Fonte: Jornal Florense
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quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

A Canalha de J. B. Eickhoff - Li e recomendo

Titulo: A Canalha
Autor: João Balduíno Eickhoff
Editora: Gente do Livro
Ano: 2001
Estante: Literatura Brasileira
Paginas: 288
Idioma: Português
Sinopse: Muito se tem dito e escrito sobre o agricultor Sem-Terra e, no entanto, a origem, a mentalidade e o comportamento dessa gente ainda precisam  ser melhor estudados. Eles se dividem em dois grandes grupos: o primeiro composto de colonos pobres e trabalhadores rurais de grandes fazendas, e o segundo de desempregados marginalizados das cidades urbanas.
O romance A Canalha conta a saga de algumas famílias oriundas do primeiro grupo: pessoas que, por não saberem impor um verdadeiro preço a ser cobrado pelos seus produtos, acabam passando por enormes dificuldades financeiras.
O autor antes de iniciar este livro, visitou alguns assentamentos. Oque viu foi o bastante para deixa-lo decepcionado e até alarmado.
Gostaria de ler algum livro que posto em meu Blog?
Me procure estou disposto a lhe emprestar.
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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

O último Tapir de J. B. Eickhoff - Este eu recomendo

Titulo: O último Tapir
Autor: João Balduíno Eickhoff
Editora: Gente do Livro
Ano: 1998
Idioma: Portugues
Páginas: 623
Sinopse: Camerun Tananga e Tatina Tananga, crianças negras, órfãs de mãe, filhos de um orgulhosos chefe muçulmano, foram confiadas a um pastor luterano para serem criadas e educadas como se fossem alemães. O velho Tananga, pai, trabalhava para as forças de ocupação da Alemanha na antiga colônia de Camarões. Perdida a guerra de 1914/18, os soldados alemães entregaram a colônia aos franceses e ingleses. O pastor luterano, com bom número de pessoas do seu rebanho, emigrou para o sul, levando consigo as crianças negras, e se fixou na colônia portuguesa de Angola. No pós-guerra, Tatina e Camerum Tananga, já adultos, estudaram na Alemanha e retornam a Angola depois de formados, Tatina casa-se com o alemão Hans Beck e, a seguir, os três resolvem emigrar para o Brasil. Ali procuram integrar-se à população de origem alemã que povoa as colônias dos antigos distritos de Cruz Alta, hoje municípios.
Superados os temores de um possível preconceito racial, que não houve, empenharam-se em conduzir planos econômicos bem sucedidos. Convivem com os sofrimentos dos descendentes alemães durante a última guerra mundial. Criam e educam os seus filhos, mas no final, a terivél tragédia, ainda fruto de perseguições e abuso de poder dos esbirros da ditadura de Getúlio Vargas.
O Último Tapir  é um romance bem elaborado, abrangente, retrato da vida real, que se lê de ponta a ponta com renovado interesse.

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