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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Série Vaga-Lume - Editora Ática

Lista dos livros publicados na coleção Vaga-Lume (105 títulos) da editora Ática:

Clique sobre o nome do livro e tenha acesso para ler o livro na integra. 


    1973 - A ilha perdida (Maria José Dupré)
    1973 - Cabra das Rocas (Homero Homem)
1973 - Coração de Onça (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1973 - Éramos seis (Maria José Dupré)
1974 - O escaravelho do diabo (Lúcia Machado de Almeida)
1974 - O gigante de botas (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1975 - O caso da borboleta Atíria (Lúcia Machado de Almeida)
1976 - Cem noites tapuias (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1977 - Menino de asas (Homero Homem)
1978 - Tonico (José Rezende Filho)
1979 - Spharion (Lúcia Machado de Almeida)
1980 - A Serra dos Dois Meninos (A. Fraga Lima)
1981 - O Mistério do Cinco Estrelas (Marcos Rey)
1981 - Zezinho, o dono da porquinha preta (Jair Vitória)
1981 - O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)
1982 - Aventuras de Xisto (Lúcia Machado de Almeida)
1982 - O rapto do Garoto de Ouro (Marcos Rey)
1982 - Xisto no espaço (Lúcia Machado de Almeida)
1982 - Tonico e Carniça (Assis Brasil e José Rezende Filho)
1983 - Um cadáver ouve rádio (Marcos Rey)
1983 - Xisto e o pássaro cósmico (Lúcia Machado de Almeida)
1983 - A primeira reportagem (Sylvio Pereira)
1984 - Sozinha no mundo (Marcos Rey)
1984 - Os pequenos jangadeiros (Aristides Fraga Lima)
1984 - Os barcos de papel (José Maviael Monteiro)
1984 - Deus me Livre! (Luiz Puntel)
1985 - O mistério dos Morros Dourados (Francisco Marins)
1985 - Dinheiro do céu (Marcos Rey)
1985 - Perigos no mar (Aristides Fraga Lima)
1985 - A grande fuga (Sylvio Pereira)
1986 - Bem-vindos ao Rio (Marcos Rey)
1986 - Pega ladrão (Luiz Galdino)
1986 - Açúcar amargo (Luiz Puntel)
1986 - O outro lado da ilha (José Maviael Monteiro)
1987 - Enigma na televisão (Marcos Rey)
1987 - Os passageiros do futuro (Wilson Rocha)
1988 - Meninos sem pátria (Luiz Puntel)
1988 - A Montanha das Duas Cabeças (Francisco Marins)
1988 - O Ninho dos Gaviões (José Maviael Monteiro)
1988 - Garra de campeão (Marcos Rey)
1989 - A vida secreta de Jonas (Luiz Galdino)
1989 - Aventura no Império do Sol (Silvia Cintra Franco)
1989 - Quem manda já morreu (Marcos Rey) 
1989 - Turma da Rua Quinze (Marçal Aquino)
1990 - Na barreira do inferno (Silvia Cintra Franco)
1990 - Um leão em família (Luiz Puntel)
1990 - Corrida infernal (Marcos Rey)
1990 - Na mira do vampiro (Lopes dos Santos)
1991 - A árvore que dava dinheiro (Domingos Pellegrini)
1991 - A maldição do tesouro do Faraó (Sérsi Bardari)
1991 - O desafio do Pantanal (Silvia Cintra Franco)
1991 - Na rota do perigo (Marcos Rey)
1992 - Ameaça nas trilhas do tarô (Sérsi Bardari)
1992 - O jogo do camaleão (Marçal Aquino)
1992 - Tráfico de anjos (Luiz Puntel)
1992 - Um rosto no computador (Marcos Rey)
1992 - O fantasma de tio William (Rubens Francisco Lucchetti)
1992 - Confusões & calafrios (Silvia Cintra Franco)
1993 - Um gnomo na minha horta (Wilson Rocha)
1993 - Office-boy em apuros (Bosco Brasil)
1993 - Doze horas de terror (Marcos Rey)
1993 - O segredo dos sinais mágicos (Sérsi Bardari)
1993 - A aldeia sagrada (Francisco Marins)
1994 - O mistério da cidade-fantasma (Marçal Aquino)
1994 - Agitação à beira-mar (Leusa Araujo)
1994 - O brinquedo misterioso (Luiz Galdino)
1994 - Um inimigo em cada esquina (Raul Drewnick)
1995 - O diabo no porta-malas (Marcos Rey)
1995 - O fabricante de terremotos (Wilson Rocha)
1995 - Viagem pelo ombro da minha jaqueta (Lô Galasso)
1995 - Em busca do diamante (Francisco Marins)
1995 - A vingança da cobra (Marcos Bagno)
1995 - Vencer ou vencer (Raul Drewnick)
1996 - O primeiro amor e outros perigos (Marçal Aquino)
1996 - O super tênis (Ivan Jaf)
1996 - A charada do sol e da chuva (Luiz Galdino)
1996 - Terror na festa (Janaína Amado)
1997 - Gincana da morte (Marcos Rey)
1997 - Jogo sujo (Marcelo Duarte)
1997 - Missão no Oriente (Luiz Puntel)
1997 - O preço da coragem (Raul Drewnick)
1998 - A magia da árvore luminosa (Rosana Bond)
1998 - Segura, peão! (Luiz Galdino)
1999 - A grande virada (Raul Drewnick)
1999 - A guerra do lanche (Lourenço Cazarré)
1999 - O robô que virou gente (Ivan Jaf)
2000 - Nas ondas do surfe (Edith Modesto)
2000 - Operação Nova York (Luiz Antonio Aguiar)
2001 - Correndo contra o destino (Raul Drewnick)
2001 - Deu a louca no tempo (Marcelo Duarte)
2001 - Tem lagartixa no computador (Marcelo Duarte)
2002 - Crescer é uma aventura (Rosana Bond)
2002 - S.O.S. ararinha-azul (Edith Modesto)
2002 - Joana Banana (Cristina Porto)
2003 - Manobra radical (Edith Modesto)
2003 - Na ilha do Dragão (Maristel Alves dos Santos)
2004 - O ouro do fantasma (Manuel Filho)
2005 - A noite dos quatro furacões (Raul Drewnick)
2005 - O grito do hip-hop (Fátima Chaguri e Luiz Puntel)
2005 - O segredo dos índios (Edith Modesto)
2006 - O senhor da água (Rosana Bond)
2007 - A chave do corsário (Eliana Martins)
2007 - Morte no colégio (Luis Eduardo Matta)
2007 - Salvando a pele (Mário Teixeira)
      2008 - O mestre dos games (Afonso Machado) 

Sobre a coleção Vaga-Lume:


No final do ano de 1972, José Adolfo Granville Ponce, na época editor da coleção Ensaios, propôs ao proprietário da editora Ática, Anderson Fernando Dias, a ideia de criar uma coleção para o público jovem, visando o aproveitamento dos livros para a leitura nas escolas, numa proposta paradidática. Surgia assim, com a direção de Jiro Tahahashi, a consagrada Série Vaga-Lume.

A proposta da série, conforme descrita, em algumas das contracapas dos livros era: "Para despertar e criar o gosto pela leitura. Histórias emocionantes, cheias de ação, uma linguagem simples e direta. Fartamente ilustradas. Todos os títulos com um Suplemento de Trabalho especial."

modelo de contracapa usado na década de 1970
contracapa no final da década de 1970
Os dois primeiros livros, A ilha perdida e Cabras das Rocas, foram publicados no começo de 1973. No mesmo ano, dois outros livros que haviam sidos publicados no ano anterior na Série Bom Livro, passaram a integrar o catálogo da coleção: Coração de Onça e Éramos seis.

A partir daí, durante o resto da década de 1970, a coleção passou a selecionar livros brasileiros já consagrados e direcionados ao público juvenil, e que haviam sidos publicados em anos anteriores, principalmente na década de 1950, por outras editoras para compor o catálogo da coleção.

Em 1981, o editor Jiro Takahashi decidiu inovar, e solicitou a um conhecido autor de livros para adultos, mas que nunca tinha escrito nenhum livro para o público juvenil (com exceção do infantil Não era uma vez...), que escrevesse um livro para coleção. Esse autor era Marcos Rey e o livro entregue em março de 1981 para publicação foi O mistério do Cinco Estrelas, que foi um estrondoso sucesso de vendas e conduziu a coleção para o estrelato entre os jovens brasileiros na década de 1980 e 1990, conduzindo muitos desses jovens ao hábito da leitura pelos anos posteriores de sua vida.

Do primeiro livro publicado em 1973 até o último título inédito lançado em 2008, O mestre dos games (de Afonso Machado), foram 104 títulos de muita emoção, com histórias de ação, aventura e suspense! A coleção é publicada pela Ática até os dias de hoje (2014), apesar de muitos dos livros lançados na história da coleção já estarem fora de catálogo ou estão sendo lançados por outra editora (como é o caso dos 15 livros de Marcos Rey na coleção que pertence ao catálogo da editora Global). No site da editora consta atualmente, em maio de 2014, 68 títulos na coleção.

Apesar da editora não divulgar números, deduz que a coleção vendeu mais de 5 milhões de exemplares, com o auge nas décadas de 1980 e 1990. Foram também nessas décadas o maior número de títulos publicados na coleção: na década de 1970 foram 11 títulos; na década de 1980, 33; na década de 1990, 42; e na década de 2000, 18 títulos, conforme pode ser confirmado na lista acima.

A coleção trouxe grandes inovações. Foi a coleção pioneira, junto com a Bom Livro, a trazer o livro do professor e o livro do aluno. Trazia também um folheto chamado Suplemento de Trabalho, que usava as mais variadas formas (como charadas, palavras cruzadas e legendagem de histórias em quadrinhos) para proporcionar aos leitores atividades didáticas ligadas ao livro.

imagem que mostra como eram os Suplementos de Trabalho da coleção
Luminoso na década de 1970
A série tinha um mascote, uma vaga-lume
Luminoso na década de 1980
chamado Luminoso. O personagem apresentava o enredo do livro para os leitores na orelha do próprio livro, em forma de histórias em quadrinhos criadas pelo ilustrador Edu. Na década de 1970, Luminoso se vestia no estilo hippie e apresentava a história do livro em apenas um balão de diálogo e na contracapa os outros livros da coleção. Na década de 1980, ele passou a apresentar a narrativa do livro no formato das histórias em quadrinhos e nas contracapas a coleção trazia todas as capas dos livros da coleção publicados até então. Nessa época, Luminoso passou a se vestir como um adolescente da época, ou seja, calça jeans e tênis.

modelo de orelha com as histórias em quadrinhos com o Luminoso
layout da capa na década de 70 e 80
O formato clássico das capas eram uma
contracapa típica da década de 80
ilustração dentro de um quadrado, sendo que partes de objetos ou pessoas ficavam fora do quadro. Na parte superior da capa vinha o nome do autor e em letras grandes o título do livro. Na parte inferior, era possível ver um pequeno logo da editora e um desenho do Luminoso. Cada capa vinha com uma cor diferente predominando no entorno do quadro da ilustração e no título. Esse formato criado por Ary Normanha Almeida, sofreu pequenas alterações de layout, mas continua sendo usado atualmente, apesar do novo layout dar uma aparência mais moderna para a coleção. 
Com esse layout, a coleção passou pela década de 1980 com as histórias do Luminoso na orelha e as imagens das capas dos livros na contracapa.


A primeira alteração do layout começou a ocorrer por volta de 1988, quando as quadrados da capa ganharam tons mais neutros e escuros (como marrom). Nesse novo formato, os quadrinhos do Luminoso foram abandonados e a contracapa passou a trazer uma sinopse do livro junto com uma relação dos livros do autor (a) na coleção, além de um pequeno prefácio que apresentava a história do livro. Pode-se ver essa mudança no exemplo mostrado abaixo.

modelo de capa e contracapa típico da década de 1990

Por volta de 1999, o layout da capa passou a mudar novamente. O nome do autor aparecia na parte mais superior da capa em letras itálicas, desvinculado do título, o que não ocorria nos formatos anteriores. O quadro em que se encontra a ilustração voltou a ser produzido novamente em cores mais animadas, mas ele não se fechava na parte superior. O nome da coleção e o desenho do Luminoso passou a ser exposto de maneira vertical num pequeno retângulo de cor diferente da predominante na capa, na parte superior esquerda. O pequeno prefácio continuava o mesmo nessas edições, e o texto da sinopse das contracapas foram alterados, trazendo pequenas ilustrações dos principais personagens da narrativa. Pode-se ver essas mudanças, no exemplo mostrado abaixo.

modelo de capa e contracapa usado na coleção a partir de 1999
Novamente, em 2008, algumas poucas capas de alguns livros da coleção, sofreram uma nova alteração no layout, em comemoração dos 35 anos da coleção. Nesse novo formato, o título do livros passou a ser escrito em tamanho maior e cores mais chamativas e a contracapa trouxe uma pequena biografia do autor com foto.

layout da capas e contracapas comemorativas de 2008

Os livros continha ilustrações em preto e branco de grandes ilustradores brasileiros. O mesmo ilustrador que desenhava as imagens do miolo em preto e branco, disponibilizava uma dessas ilustrações colorizadas para a capa. As capas não tiveram suas ilustrações mudadas com o decorrer da publicação dos livros nos mais de 40 anos de existência da coleção, com exceção apenas de dois livros: O escaravelho do diabo (que foi publicado inicialmente em 1974 e teve todas suas ilustrações internas e a da capa mudada em 1982) e O feijão e o sonho (publicado em 1981 e alterado em 1985). Veja as capas alteradas nos links abaixo:

Capa de O escaravelho do diabo 1974.
 
Capa de O escaravelho do diabo 1982.
 
Capa de O feijão e o sonho 1981.
 
Capa de O feijão e o sonho 1985.
 

box comemorativo 35 anos
Em 2008, em comemoração dos 35 anos da coleção, a editora Ática lançou um box contendo 10 livros da coleção: A ilha perdida, O escaravelho do diabo, Açúcar amargo, Éramos seis, Os barcos de papel, Menino de asas, O caso da borboleta Atíria, Um cadáver ouve rádio, A turma da rua quinze, e A árvore que dava dinheiro.

Por volta de 1999, a coleção Vaga-Lume ganhou um irmãozinho: a série Vaga-Lume Júnior, direcionada para um público mais infantil do que os leitores da Vaga-Lume. Essa nova série conta com mais de 20 títulos no catálogo, inclusive dois que pertenceram a série Vaga-Lume durante muitos anos: A ilha perdida e Na mira dos vampiros.

Que tal agora seguir os links contidos nos títulos dos livros na lista acima e conhecer um pouco mais desses livros tão especiais para tantas pessoas pelo Brasil afora?



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domingo, 10 de junho de 2018

Os 15 melhores livros da Coleção Vaga-lume

A Coleção Vaga-lume se tornou a principal referência literária de pelos menos três gerações de crianças e jovens. Para relembrar as suas publicações mais marcantes, a Bula realizou uma enquete com os leitores. Os livros mais votados foram reunidos em uma lista, que promete altas doses de nostalgia. Entre as obras que integram a seleção, estão as três mais vendidas: “A Turma da Rua Quinze” (1990), de Marçal Aquino; “A Ilha Perdida” (1973), de Maria José Dupré; e “O Escaravelho do Diabo” (1974), de Lúcia Machado de Almeida. É importante destacar que os títulos não estão organizados de acordo com critérios classificatórios, e sim conforme a ordem decrescente do ano de lançamento da coleção — ou seja, alguns títulos possuem data de lançamento original anterior, mas foi levada em conta o ano de lançamento na série Vaga-Lume. Os comentários são adaptados das sinopses da editora.
A Coleção Vaga-lume foi lançada pela editora Ática em 1973. Voltada para o público infanto-juvenil, ela rapidamente se popularizou, principalmente por seu uso em escolas. A coleção possui mais de 100 títulos em seu catálogo, divididos entre as séries Vaga-Lume e Vaga-Lume Jr., para leitores com faixa etária entre 10 e 20 anos. O último livro “O Mestre dos Games”, de Afonso Machado, foi publicado em 2008. Em 2015, entretanto, os 10 primeiros títulos foram relançados com novo projeto gráfico.

CLIQUE SOBRE O TITULO PARA LER O LIVRO

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sábado, 9 de junho de 2018

Os Barcos de Papel - José Maviael Monteiro

Título: Os Barcos de Papel


Autor: José Maviael Monteiro
Ano: 1980

Para ler o livro clique no botão abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1MckVuT0RqpfNOImvnD8ofHvzwVyqp9eU/view?usp=sharing



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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Zezinho, o Dono da Porquinha Preta - Jair Vitoria

Título: Zezinho, o Dono da Porquinha Preta
coleção Vaga-Lume
Autor: Jair Vitória
Ano: 1981
Páginas: 127
Idioma: português
Editora: Editora Ática

Resumo:
Zezinho tinha uma porquinha de estimação criou-a desde pequena com leite como um cachorrinho,ela era mansinha e gostava quando ele acarriciva sua barriga ,ficava feliz da vida .
O pai de zezinho era bravo e quando ela cresceu não quis mais a porquinha dentro de casa,fez um chiqueiro para ela
Porquinha tinha o nome de maninha e era preta como a noite ,todos os dias ela vinha comer e receber carinho mais voltava para o seu lugar
Certo dia o pai de zezinho pois na cabeça que se vendesse a porquinha ganharia muito dinheiro e poderia comprar mais dois porcos do tamanho dela ,já que maninha era mansinha e estava de cria .
Zezinho ficou arrasado com a noticia ,quis fugir com maninha para bem longe ,assim seu pai não a venderia,mais tinha medo de levar uma surra pois o seu pai não perdoava mesmo
Ele ia para a escola com os irmãos cedo e a tarde tinha que capinar o quintal senão era uma surra por dia.
Mas pela maninha ele correria o risco ,amava muito ela e pensou até em matá-la para não deixar o pai vendê-la para o Valtério seu amigo agora não mais.
Zezinho fez um chiqueirinho numa gruta para esconder sua porquinha ,e assim levaria ela até lá depois daria um jeito de levar comida
Iria para a escola e na volta iria até a gruta ,mas o seu pai deixou tarefa para ele cumprir antes do entardecer
Zezinho se esqueceu e ficou brincando com os amiguinhos no poço até anoitecer,
quando lembrou já era tarde agora iria apanhar
Chegou em casa pois o embornal no chão e viu o pai vir em sua direção fechou os olhos e chulap sua mão doía mais ele aguentou ,até fez xixi na calça
O pai era muito bravo não permitia que ninguém descumprisse uma ordem
Zezinho dormiu sem comer ,e sonhou que vivia com maninha em um lindo lugar onde o pai não podia mais bater nele
A noite havia chovido e zezinho ficou preocupado com sua porquinha ,foi da escola direto na gruta pensando que ela se afogara ,mas ela estava bem e havia dado cria
Zezinho foi para casa e pegou umas espigas de milho voltando para a gruta e deixou maninha com os seus filhinhos
Chegou em casa e não disse nada para ninguém ,pois seria o seu segredo.
Mas a mãe o havia seguido e levou um sexto para pegar os porquinhos,quando zezinho chegou achou os porquinhos em casa e maninha.
O pai de zezinho ficou bravo com o pai do Valtério que não quis comprar a maninha ,e zezinho ficou feliz por isso
Mas o pai de zezinho não queria maninha ali e pensou em matá-la,zezinho fugiu com maninha
Todos ficaram preocupados com o sumisso do garoto inclusive o seu pai,e foram a sua procura
Zezinho estava na casa dos pretos do outro lado do rio ,e quando viu o seu pai teve receio mas não medo pois o pai estava mudado e abraçou o filho

Comentário: Lembranças

Não é exatamente uma resenha, mas sim um apelo nostálgico a ser declarado: Esse livro me traz boas recordações de quando ainda existia o curso de datilografia e geralmente todo mundo o fazia esperando num futuro da adolescência arrumar um emprego legal em algum escritório da cidade. rs... e esse livro foi justamente o livro que eu usei pra fazer a ultima parte no curso, datilografia de longos textos e também como teste final pra obter lá o diploma com os tais dos 180 toques/minuto... boas lembranças...

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Xisto no Espaço - Lúcia Machado de Almeida

Título: Xisto no Espaço
Autora: Lúcia Machado de Almeida
Ano: 1984
Páginas: 112
Idioma: português
Editora: Ática

Resumo: Para impedir que Rutus destrua o Universo, Xisto tem de empreender uma longa e perigosa viagem interestelar e enfrentar alienígenas.

Comentário: Xisto nos faz refletir sobre verdadeiras amizades

Eu era muito fã de ficção, foi um dos primeiros livros que li para ler porque na época se falava muito em viajar para o espaço, para a lua e a garotada ia a loucura com esse tema. E o mais legal era como o tema amizade era abordado nessa estória de aventura.
É um livro maravilhoso, vale muito a pena ler nos faz refletir sobre verdadeiras amizades, ótimo para pré-adolescentes.

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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Xisto e o Passaro Cósmico - Lúcia Machado de Almeida

Título: Xisto e o Pássaro Cósmico
coleção Vaga-Lume
Autora: Lucia Machado de Almeida
Ano: 1985
Páginas: 80
Idioma: português
Editora: Ática

Resumo: Tendo como passageiro um enorme pássaro radioativo, um disco voador se espatifa no mar e uma sequência de fatos estranhos começa a acontecer. O Saca-rolha, um monstro terrível, põe em perigo a vida no planeta Terra. Ao lado do professor Van-Van, o sábio dos sábios, e de seu fiel ajudante Bruzo, Xisto se vê obrigado a entrar em ação.
Que relação pode existir entre a nave espacial caída e o monstruoso saca-Rolha? Como se encaixa nisso tudo o misterioso pássaro cósmico? Acompanhe Xisto e Bruzo nesta aventura fantástica para decifrar um enigma intergaláctico.

Comentário: Notadamente influenciado pelos anos setenta, quando foi escrito, observando-se desdobramentos surreais e bizarros, parecendo um sonho daqueles bem extravagantes. Acompanhe comigo alguns fatos e tire suas conclusões. Em um mundo esquisito, com valorização da ciência, encontramos Xisto, jovem amigo dos pássaros e capaz de entender a conversa deles (humor à parte, e não é que o tico-tico é ligado numa fofoca e o sabiá é metido a conquistador!). Um mistério se inicia com a queda de um disco voador, tendo em seu interior um magnífico e radioativo pássaro azul, com canção apaixonante em fá, seguindo-se uma ameaça ao planeta, fazendo referências a DNA, micro-organismos, telepatia e ainda de brinde o aparecimento de um monstro sem pé nem cabeça (literalmente). Uma salada que pode resultar em leitura não empolgante para quem não se liga nessa zoeira psicodélica ou minimamente interessante exatamente por isso. Fiquei nesse segundo grupo pois, a seu modo, a estória se harmoniza em seu mundo e fiquei estranhamente cativo e curioso com o desdobramento de tudo. Ah, fica fácil de entender depois com o surgimento do menino invisível (de outro planeta, mas é claro, que essas estranhezas não são daqui) e tudo terminar em canções e abraços fraternos, tipo paz e amor, ao som do esplêndido fá sustenido da ave azul. E aí, morou a parada como anos setenta? Gostei e sem receios digo que foi despretensiosamente uma boa leitura. Mas afinal, estranho mesmo é eu, velhão passado dos 40, continuar leitor da Série Vaga-lume.
Af! Espero não ter viajado nos spoilers...

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

3° edição do Mundo HQ acontece de hoje até sábado

De 13a 18 de fevereiro de 2017.

Pelo terceiro ano consecutivo, o Rua da Praia Shopping, no centro de Porto Alegre, promove o evento Mundo HQ, uma maratona de atrações voltada para o universo dos quadrinhos e também cultura pop. A programação, que ocorre entre os dias 13 e 18 de fevereiro, inclui palestras, oficinas, exposições e até cosplays, reunindo importantes quadrinistas reconhecidos no mercado brasileiro e internacional. O evento é gratuito e aberto ao público.

No primeiro dia de programação, Pedro Leite e Gustavo Borges ministram a palestra Quadrinhos na Web. Pedro é ilustrador e publicitário, já tem três livros publicados e mais de 500 mil seguidores em sua página Quadrinhos Ácidos no facebook. Com apenas 21 anos, Gustavo é quadrinista e estudante de design gráfico. Publicou de forma independente os álbuns de sua webtira A Entediante Vida de Morte Crens e A Entediante Família de Morte Crens. Em 2014, levou o troféu HQMIX de melhor publicação independente Edgar, parceria com Giovane Mello.

Entre os destaques da programação, está a palestra Quadrinhos como instrumento de crítica social, na sexta-feira (17). O bate-papo terá Alexandre Beck, criador do personagem Armandinho, que possui dez livros de tiras no Brasil e quatro em Portugal, e é publicado diariamente em sete jornais, e também Daniel HDR, que já trabalhou com os maiores personagens da Marvel e DC comics e é diretor do Dínamo studio, a maior escola de quadrinhos de Porto Alegre.
Armandinho





Para encerrar o evento, o último dia será dedicado a Star Wars. Desde as primeiras horas da manhã, o público poderá conferir a exposição Colecionáveis Star Wars, com peças de personagens de uma das maiores franquias da cultura pop. O acervo é do colecionador Alexandre Lopes, da Toy Quest. Lopes também ministrará a palestra Star Wars e a Revolução dos Colecionáveis.

MUNDO HQ | 3ª EDIÇÃO
Quando: de 13 a 18 de fevereiro
Onde: Rua da Praia Shopping – Pavimento Grande Hotel (Rua dos Andradas, 1001 – Centro Porto Alegre)
Quanto: Evento aberto ao público, com entrada franca
Inscrições para oficinas: contato@ruadapraiashopping.com.br ou pelo fone (51) 3211.6603.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA MUNDO HQ

SEGUNDA (13/2)
18h: Coquetel + abertura da exposição dos originais
18h30: Palestra “Quadrinhos na Web”, com Pedro Leite e Gustavo Borges.
19h30: Oficina “Criação de Webcomics”, com Roger Goulart.

TERÇA (14/2)
17h30: Oficina “Roteiro para Quadrinhos”, com Guilherme Smee
18h30: Palestra “O HQ independente brasileiro lançado para o mercado norte-americano”, com Thivá Froés

QUARTA (15/2)
11h às 19h: Feirão de quadrinhos, com apoio do “Feirão das HQ’s”
17h: Oficina “Minicurso de Tirinhas: como criar sua própria história em quadrinhos”, com Márcio Cabreira

QUINTA (16/2)
17h: Oficina “Aquarela”, com Matias Streb
18h30: Palestra “Filosofando com os super-heróis”, com Gelson Weschenfelder

SEXTA (17/2)
18h30: Bate-papo “Quadrinhos como instrumento de crítica social”, com Alexandre Beck (criador do personagem Armandinho) e Daniel HDR

SÁBADO (18/2)
9h às 19h: Exposição “Colecionáveis Star Wars”
14h: Palestra “Star Wars e a Revolução dos Colecionáveis”, Com Alexandre Lopes, da Toy Quest
14h: Cosplay – participação de personagens StarWars

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