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quarta-feira, 3 de março de 2021

FUNDAMENTOS DE ECONOMIA - MARCO ANTONIO S. VASCONCELLOS


Título: FUNDAMENTOS DE ECONOMIA

Autor: MARCO ANTONIO S. VASCONCELLOS

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Christine - Stephen King

Título: Christine
Autor: Stephen King

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segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Os Pequenos Jangadeiros - Aristides Fraga Lima

Título: Os Pequenos Jangadeiros
Autor: Aristides Fraga Lima
Resenha:
Três jovens embarcam em uma viagem de jangada pelo São Francisco. O velho Quinquim, um experiente pescador, resolve acompanhá-los.

Mas o passeio se transforma em uma aventura quando o rio mostra seus perigos e sua força.
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Mauá Empresário do Império - Jorge Caldeira

Título:  Mauá Empresário do Império.
Autor: Jorge Caldeira

Resenha:

Pioneirismo, guerras, intrigas, reis e escroques: a carreira do visconde de Mauá (1813-1889) teve de tudo. Para montar a primeira indústria - um grande estaleiro e uma fundição em Niterói -, a primeira estrada de ferro e o primeiro banco a operar em grande escala no Brasil, ele teve de brigar contra uma sociedade provinciana, que considerava o feitor de escravos como o melhor gerente de recursos humanos.Quando expandiu seus negócios em escala planetária, com dezessete empresas em seis países, aí sim vieram os grandes adversários. Banqueiros internacionais, ditadores latinos, políticos de alto coturno e figuras da sociedade passaram a fazer parte da luta diária do visconde, numa história que se confunde com a do próprio nascimento de um país chamado Brasil.

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domingo, 26 de abril de 2020

Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída... - Kai Hermann & Horst Rieck

Título:  Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída...
Autor: Kai Hermann &; Horst Rieck

Resenha: Christiane F. tinha 12 anos quando se tornou usuária de haxixe, LSD e comprimidos. Aos 13 passou a usar heroína e logo começou a se prostituir para sustentar o vício. Em fevereiro de 1978, aos 15 anos, Christiane foi convidada para participar de uma reportagem dos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a adolescência. Uma tarde de entrevistas transformou-se em dois meses de conversas e visitas a locais tomados pelo tráfico e pela prostituição. Um relato comovente, o livro virou best-seller em mais de 30 países e foi traduzido para 15 idiomas. No Brasil vendeu cerca de 50 mil exemplares e agora ganha edição de bolso. Em 1981, inspirou o filme homônimo dirigido por Ulrich Edel e trilha sonora de David Bowie. Indicado aos pais, aos jovens e aos que lidam com o problema da droga em nosso país.

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quarta-feira, 8 de abril de 2020

A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim

Título: A Estratégia do Oceano Azul

Autor: W. Chan Kim

Resenha: A Estratégia do Oceano Azul – O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia.

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domingo, 5 de abril de 2020

A realidade de Madhu - Melissa Tobias

Título: A realidade de Madhu

Autor: Melissa Tobias

Resenha: Neste surpreendente romance de ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. A bordo da colossal nave alienígena, fará amizade com uma bizarra híbrida, conhecerá um androide que vai abalar seu coração e aprenderá lições que mudarão sua vida para sempre.

Madhu é uma Semente Estelar e terá que semear a Terra para gerar uma Nova Realidade que substituirá a ilusória realidade criada por Lúcifer. Porém, a missão não será fácil, já que Marduk, personificação de Lúcifer na Via Láctea, com a ajuda de seus fiéis sentinelas reptilianos, fará de tudo para não deixar a Nova Realidade florescer.

Madhu terá que tomar uma difícil decisão. E aprenderá a usar seu poder sombrio em benefício da Luz.

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terça-feira, 6 de agosto de 2019

Em Busca de um Novo Amanhã – Tracy Whitney – Sidney Sheldon

Título: Em Busca de um Novo Amanhã

Autor: Tracy Whitney – Sidney Sheldon


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https://drive.google.com/file/d/1E_76wmCVC-dX2WgGZ1cDUaZc0mz3vNgY/view?usp=sharing



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segunda-feira, 29 de julho de 2019

Quer ganhar um livro de Sidney Sheldon

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O sorteio ira acontecer quando o blog  atingir a marca de 500.000 visitas, faltam menos de 6.000 visitas.

Obs.: O livro é este que está na foto ao lado, sendo um livro usado mas em bom estado, comprado em sebo.
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terça-feira, 21 de maio de 2019

Biblioteca de Agatha Christie

Agatha Christie

Agatha Christie é, e sempre será, a Rainha do Crime. Soberana dos romances policiais, vendeu bilhões de livros pelo mundo e foi traduzida para 45 línguas, sendo ultrapassada em vendas somente pela Bíblia e por Shakespeare. Nasceu Agatha Mary Clarissa Miller, em 15 de setembro de 1890, na cidade inglesa de Torquay, mais precisamente na mansão Ashfield. Cresceu ouvindo as histórias de Conan Doyle, Edgar Allan Poe e Leroux, contadas por sua irmã mais velha, Madge. Mas foi a mãe que lhe incentivou a começar a escrever contos, quando um forte resfriado fez a menina Agatha ficar alguns dias de cama. Anos mais tarde, continuaria escrevendo encorajada por Eden Phillpotts, teatrólogo amigo da família. Já famosa diria que, no início, todas as suas histórias eram melancólicas e que a maioria dos personagens morria no final.

Em 1914, casou-se com o Coronel Archibald Christie (a quem ela chamava de Archie), piloto do Corpo Real de Aviadores. Com ele, além de herdar o nome com a qual se tornaria a maior celebridade dos romances policiais, Agatha teve uma filha, Rosalind. Deram a volta ao mundo juntos e, ao lado dele, a jovem Agatha chegou até a surfar em Honolulu. O divórcio entre os dois aconteceria em 1928.

O romance de estreia daquela que viria a se tornar a Rainha do Crime, O misterioso caso de Styles, foi concebido no final da Primeira Guerra Mundial. Foi depois de trabalhar como enfermeira, quando fora transferida para o dispensário que, junto aos medicamentos, voltou a pensar na ideia que mudaria para sempre a sua vida, como mostra o texto publicado em sua Autobiografia (publicada no Brasil em 1979 pela editora Nova Fronteira):

“Foi quando trabalhava no dispensário que concebi a ideia de escrever uma história policial. Essa ideia permanecia em minha mente desde o tempo em que Madge [sua irmã] me desafiara a escrevê-la – e meu atual trabalho parecia oferecer a oportunidade favorável. Ao contrário da enfermagem, onde sempre havia o que fazer, o serviço do dispensário tinha períodos muito atarefados e outros mais frouxos. Às vezes eu ficava de serviço só a parte da tarde, praticamente sentada o tempo todo. Depois de verificar que os frascos de remédios estavam cheios e em ordem, tinha liberdade para fazer o que quisesse, desde que não abandonasse o dispensário. Comecei a considerar que espécie de história policial poderia escrever. Visto que estava rodeada de venenos, talvez fosse natural que selecionasse a morte por envenenamento. Congeminei um enredo que me parecia ter possibilidades. Essa ideia permaneceu na minha mente, gostei dela e, finalmente, aceitei-a. Depois tratei da dramatis personae. Como? Por quê? E tudo mais. Teria que ser um envenenamento íntimo, devido à maneira especial como seria acometido o crime; teria que passar-se em família, ouso dizer assim. Naturalmente, teria que aparecer um detetive. Nessa altura, achava-me mergulhada na tradição de Sherlock Holmes. Por isso pensei logo em detetives. Não poderia ser como Sherlock Holmes, é claro: teria que inventar algo diferente, bem meu, mas também ele teria que ter um amigo íntimo, uma espécie de ator contracenante – não seria tão difícil assim! Retornei a meus pensamentos a respeito dos outros caracteres. Quem seria assassinado? (...) O verdadeiro objetivo de uma boa história policial é que o assassino seja alguém óbvio e que, ao mesmo tempo, por certas razões, descubramos que não é óbvio, e que, afinal, possivelmente não fora essa pessoa que cometera o crime.”

E assim nasceu O misterioso caso de Styles, trazendo pela primeira vez o detetive belga Hercule Poirot, personagem que conseguiria ser quase tão popular quanto Sherlock Holmes. E não só esse livro, como outros, foram influenciados pelo trabalho de Agatha no dispensário e possuem mortes por envenenamento.

Em 1926, após ter lançado a média de um livro por ano, Agatha Christie escreveu aquela que ficou conhecida como sua obra-prima: O assassinato de Roger Ackroyd. O livro, primeiro publicado pela editora Collins, marcou o início de um relacionamento autor-editor que durou meio século e rendeu 70 títulos. O assassinato... foi também o primeiro dos livros de Agatha a ser dramatizado – sob o nome de Álibi – e a fazer sucesso na West End de Londres. Mas o seu mais famoso texto levado ao teatro, A ratoeira, estreou em 1952 e é a peça que mais tempo ficou em cartaz em toda a história.

Agatha casou-se pela segunda vez em 1930 com o arqueólogo Sir Max Mallowan, 14 anos mais jovem. E foi ao lado dele que a escritora viajou para o Oriente Médio, apaixonou-se pelo Egito e inspirou-se para criar histórias como Morte no Nilo e E no final a morte.

Em 1971, Agatha recebeu o título de Dama da Ordem do Império Britânico. Faleceu em 12 de janeiro de 1976, de causas naturais, aos 85 anos de idade em sua residência (Winterbrook), em Wallingford, Oxfordshire. Foi enterrada no Cemitério da Paróquia de St. Mary, em Cholsey, Oxon.

Além de um patrimônio avaliado em 20 milhões de dólares, deixou algumas obras prontas, publicadas postumamente, como Um crime adormecido, sua Autobiografia e a coleção de pequenas histórias Os casos finais de Miss Marple, Enquanto houver luz e Problem at Pollensa.

Ao todo, é autora 66 novelas policiais, 163 histórias curtas, duas autobiografias, vários poemas, e seis romances “não crime” com o pseudônimo de Mary Westmacott. Pioneira em criar desfechos impressionantes, verdadeiras surpresas para os leitores, seus textos seguem fascinando as novas gerações.

Sua única filha, Rosalind Hicks, morreu em 28 de outubro de 2004, também com 85 anos e, assim como a mãe, de causas naturais. A partir de então, os direitos sobre a obra de Agatha Christie passaram a pertencer ao seu neto, Mathew Princhard.

Biblioteca

Título no Brasil

Ano

O Misterioso Caso de Styles 1920
O Inimigo Secreto / O Adversário Secreto 1922
Assassinato no Campo de Golfe 1923
Poirot Investiga 1924
O Homem do Terno Marrom 1924
O Segredo de Chimneys 1925
O Assassinato de Roger Ackroyd 1926
Os Quatro Grandes 1927
O Mistério do Trem Azul 1928
O Mistério dos Sete Relógios 1929
Sócios no Crime 1929
O Misterioso Sr. Quin 1930
Assassinato na Casa do Pastor 1930
O Cadáver Atrás do Biombo 1930
Um Furo Jornalístico 1931
A Morte do Almirante 1931
O Mistério de Sittaford 1931
A Casa do Penhasco 1932
Os Treze Enigmas 1932
Treze à Mesa 1933
O Cão da Morte 1933
Assassinato no Expresso do Oriente 1934
O Mistério de Listerdale 1934
Por que não Pediram a Evans? 1934
O Detetive Parker Pyne 1934
Tragédia em Três Atos 1934
Morte nas Nuvens 1935
Os Crimes ABC 1936
Morte na Mesopotâmia 1936
Cartas na Mesa 1936
Assassinato no Beco 1937
Poirot Perde uma Cliente 1937
Morte no Nilo 1937
Encontro com a Morte 1938
O Natal de Poirot 1938
É Fácil Matar 1939
O Caso dos Dez Negrinhos / E Não Sobrou Nenhum 1939
Um Acidente e Outras Histórias 1939
Cipreste Triste 1940
Uma Dose Mortal 1940
Morte na Praia 1941
M ou N? 1941
Um Corpo na Biblioteca 1942
Os Cinco Porquinhos 1942
A Mão Misteriosa 1942
Hora Zero 1944
E no Final a Morte 1944
Um Brinde de Cianureto 1945
A Mansão Hollow 1946
Os Trabalhos de Hércules 1947
Seguindo a Correnteza 1948
A Casa Torta 1949
Convite para um Homicídio 1950
Os Três Ratos Cegos e Outras Histórias 1950
Aventura em Bagdá 1951
A Morte da Sra. McGinty 1952
Um Passe de Mágica 1952
Depois do Funeral 1953
Cem Gramas de Centeio 1953
Um Destino Ignorado 1954
Morte na Rua Hickory 1955
A Extravagância do Morto 1956
A Testemunha Ocular do Crime 1957
Punição para a Inocência 1958
Um Gato Entre os Pombos 1959
A Aventura do Pudim de Natal 1960
O Cavalo Amarelo 1961
A Maldição do Espelho 1962
Os Relógios 1963
Mistério no Caribe 1964
O Caso do Hotel Bertram/A mulher Diabólica 1965
A Terceira Moça 1966
Noite Sem Fim 1967
Um Pressentimento Funesto 1968
A Noite das Bruxas 1969
Passageiro para Frankfurt 1970
Nêmesis 1971
A Mina de Ouro 1971
Os Elefantes Não Esquecem 1972
Portal do Destino 1973
Os Primeiros Casos de Poirot 1974
Cai o Pano 1975
Um Crime Adormecido 1976
Autobiografia 1977
Os Últimos Casos de Miss Marple 1979
Testemunha da Acusação e Outras Peças  1980
Poirot e o Mistério da Arca Espanhola e Outras Histórias 1997
Enquanto Houver Luz 1997
Café Preto 1997
O Visitante Inesperado 1999
Poirot Sempre Espera e Outras Histórias 2008
A Teia da Aranha 2008
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domingo, 30 de setembro de 2018

131 - livros de comunicação e cultura digital

Fonte: Catraca Livre

Confira a lista e aproveite a leitura:

Português

01. Como escrever para a web (Guillermo Franco)

02. O que é o virtual? (Pierre Lévy)

03. Jornalismo 2.0: como viver e prosperar (Mark Briggs)

04. Web 2.0: erros e acertos (Paulo Siqueira)

05. Para entender a internet (org. Juliano Spyer)

06. Redes sociais na internet (Raquel Recuero)

07. Televisão e realidade (Itania Gomes)

08. Autor e autoria no cinema e televisão (José Francisco Serafim)

09. Comunicação e mobilidade (André Lemos)

10. Comunicação e gênero: a aventura da pesquisa (Ana Carolina Escosteguy)

11. Conceitos de comunicação política (org. João Carlos Correia)

12. O paradigma mediológico: Debray depois de McLuhan (José A. Domingues)

13. Informação e persuasão na web (org. Paulo Serra e João Canavilhas)

14. Teoria e crítica do discurso noticioso (João Carlos Correia)

15. Redefinindo os gêneros jornalísticos (Lia Seixas)

16. Novos jornalistas: para entender o jornalismo hoje (org. Gilmar R. da Silva)

17. O marketing depois de amanhã (Ricardo Cavallini)

18. Branding: um manual para você gerenciar e criar marcas (José R. Martins)

19. Grandes Marcas Grandes Negócios (José R. Martins)

20. Relações Públicas digitais (org. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

21. Ferramentas digitais para jornalistas (Sandra Crucianelli)

22. Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo)

23. Mobilize: guia prático sobre marcas e o universo mobile (Ricardo Cavallini)

24. Mídias sociais: perspectivas, tendências e reflexões (e-books coletivo)

25. Manuais de cinema I: laboratório de Guionismo (Luís Nogueira)

26. Manuais de cinema II: gêneros cinematográficos (Luís Nogueira)

27. Manuais de cinema III: planificação e montagem (Luís Nogueira)

28. Manuais de cinema IV: os cineastas e a sua arte (Luís Nogueira)

29. Homo consumptor: dimensões teóricas da publicidade (Eduardo Camilo)

30. Retória e mediação II: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e María Cervantes)

31. O conceito de comunicação na obra de Bateson (Maria Centeno)

32. Comunicação e estranheza (Suzana Morais)

33. Néon digital: um discurso sobre os ciberespaços (Herlander Elias)

34. Manual da teoria da comunicação (Joaquim Paulo Serra)

35. Estética do digital: cinema e tecnologia (orgs. Manuela Penafria e Mara Martins)

36. Jornalismo digital e terceira geração (org. Suzana Barbosa)

37. Comunicação e ética (Anabela Gradim)

38. Blogs e a fragmentação do espaço público (Catarina Rodrigues)

39. Sociedade e comunicação: estudos sobre jornalismo e identidades (João Correia)

40. Teorias da comunicação (orgs. José Manual Santos e João Correia)

41. Comunicação e poder (org. João Correia)

42. Comunicação e política (org. João Correia)

43. Manual de jornalismo (Anabela Gradim)

44. A informação como utopia (Joaquim Paulo Serra)

45. Jornalismo e espaço público (João Correia)

46. Semiótica: a lógica da comunicação (Antônio Fidalgo)

47. Informação e sentido: o estatuto espistemológico da informação (Joaquim Serra)

48. Informação e comunicação online I: jornalismo online (org. Joaquim Serra)

49. Informação e comunicação online II: internet e com. promocional (org. Joaquim Serra)

50. Campos da comunicação (orgs. Antônio Fidalgo e Paulo Serra)

51. Jornalistas da web: os primeiros 10 anos (Jornalistas da web)

52. Onipresente (Ricardo Cavallini)

53. O uso corporativo da web 2.0 e seus efeitos com o consumidor (André Santiago)

54. Caderno de viagem: comunicação, lugares e tecnologia (André Lemos)

55. Desenvolvimento de uma fonte tipográfica para jornais (Fernando Caro)

56. Perspectivas do Direito da propriedade intelectual (Helena Braga e Milton Barcellos)

57. E o rádio? Novos horizontes midiáticos (Luiz Ferraretto e Luciano Klockner)

58. Manual de redação do jornalismo online (Eduardo de Carvalho Viana)

59. Jornalismo internacional em redes (Cadernos da Comunicação)

60. Cartilha de redação web: padrões Brasil e-Gov (Governo Federal)

61. A cibercultura e seu espelho (orgs. Eugênio Trivinho e Edilson Cazeloto)

62. Direitos do homem, imprensa e poder (Isabel Morgado)

63. Conceito e história do jornalismo brasileiro na ‘Revista de Comunicação’

64. Tendências e prospectivas. Os ‘novos’ jornais (OberCom)

65. O livro depois do livro (Giselle Beiguelman)

66. A internet em Portugal (OberCom)

67. Memórias da comunicação (orgs. Cláudia Moura e Maria Berenice Machado)

68. Comunicação multimídia (org. Maria Jospe Baldessar)

69. Cultura digital.br(orgs. Rodrigo Savazoni e Sérgio Cohn)

70. História da mídia sonora (orgs. Nair Prata e Luciano Klockner)

71. História das relações públicas (Cláudia moura)

72. Manual de laboratório de jornalismo na internet (Marcos Palacios e Beatriz Ribas)

73. O ensino do jornalismo em redes de alta velocidade (Marcos Palacios e Elias Machado)

74. Retórica e mediação: da escrita à internet (orgs. Ivone Ferreira e Paulo Serra)

75. Design/Web/Design: 2 (Luli Radfaher)

76. A arte de despediçar energia (Ricardo Cavalline)

77. A blogosfera policial no Brasil (orgs. Silvia Ramos e Anabela Paiva)

78. Direitos humanos na mídia comunitária (UNESCO)

79. Do broadcast ao socialcast (Manoel Fernandes)

80. Manual de assessoria de comunicação (FENAJ)

81. Manual de sobrevivência online (Leoni)

82. Olhares da rede (orgs. Claudia Castelo Branco e Luciano Matsuzaki)

83. A democracia impressa (Heber Ricardo da Silva)

84. Design e ergonomia (Luis Carlos Paschoarelli)

85. Design e planejamento (Marizilda do Santos Menezes)

86. História e comunicação na nova ordem internacional (Maximiliano Martin Vicente)

87. O percurso dos gêneros do discurso publicitário (Ana Lúcia Furquim)

88. Representações, jornalismo e a esfera pública democrática (Murilo Soares)

89. Princípios Inconstantes (Itaú Cultural, com coordenação de Claudiney Ferreira)

90. Mapeamento do ensino de jornalismo cultural no Brasil em 2008 (Itaú Cultural)

91. Mapeamento do ensino de jornalismo digital no Brasil em 2010 (coord. Alex Primo)

92. Dinheiro na internet: como tudo funciona (Katiero Porto)

93. Como criar um blog: de desconhecido a problogger (Paulo Faustino)

94. Futuros imaginários: das máquinas pensantes à aldeia global (Richard Barbrook)

95. Além das redes de colaboração (orgs. Nelson De Luca Pretto e Sérgio Silveira)

96. Guia prático de marketing na internet para pequenas empresas (Cláudio Torres)

97. Políticas, padrões e preocupações de jornais e revistas brasileiros (UNESCO)

98. Teoria e pesquisa no contexto dos indicadores de desenv. da mídia (UNESCO)

99. Qualidade jornalística: ensaio para uma matriz de indicadores (UNESCO)

100. Sistema de gestão da qualidade aplicada ao jornalismo (UNESCO)

101. Manual de sobrevivência no mundo digital (Leoni)

102. Branding 1001: o guia básico para a gestão de marcas de produtos (Ricardo e Fernando Jucá)

103. Marca corporativa: um universo em expansão (Levi Carneiro)

104. Marketing 1 to 1 (Peppers&RogersGroup)

105. Tudo o que você precisa aprender sobre o Twitter (Talk)

106. Cultura livre (Lawrence Lessing)

107. As marcas na agenda dos CEOs (Troiano Consultoria)

108. Guia da reputação online (António Dias)

109. I Pró-Pesq – Encontro nacional de pesquisadores em PP (USP)

110. O ABCD do planejamento estratégico (Lowe)

111. Suprassumo Mídia Boom (Mídia Boom)

112. Vida para consumo (Zygmunt Bauman)

113. As redes sociais na era da comunicação interativa (Giovanna Figueiredo)

114. Escola de redes (Augusto de Franco)

115. Blog: jornalismo independente (Fernanda Magalhães)

116. Vidro e vidraça: crítica de mídia e qualidade no jornalismo (org. Rogério Christofoletti)

117. Smart digital. Conteúdo social (Bruno de Souza)

118. Jornalismo e convergência (orgs. Claudia Quadros, Kati Caetano e Álvaro Larangeira)

119.Perspectivas da pesquisa em com. digital (orgs. Adriana Amaral, Maria Aquino e Sandra Montardo)

120. Open source: evolução e tendências (Cezar Taurion)

121. Redes sociais e inovação digital (org. Gil Giardelli)

122. Radiojornalismo hipermidiático (Debora Lopez)

123. Em busca de um novo cinema português (Michelle Sales)

124. O paradigma do documentário (Manuela Penafria)

125.Cidadania digital (orgs. Isabel Salema e António Rosas)

126. Análise de discurso crítica da publicidade (Viviane Ramalho)

127. Ensaios de comunicação estratégica (Eduardo Camilo)

128. Para entender as mídias sociais (org. Ana Brambilla)

129. Comunicação e marketing digitais (orgs. Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal)

130. Mídias sociais e eleições 2010 (orgs. Ruan Carlos e Nina Santos)

131. 11 Insights (Grupo Troiano)
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segunda-feira, 9 de julho de 2018

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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Série Vaga-Lume - Editora Ática

Lista dos livros publicados na coleção Vaga-Lume (105 títulos) da editora Ática:

Clique sobre o nome do livro e tenha acesso para ler o livro na integra. 


    1973 - A ilha perdida (Maria José Dupré)
    1973 - Cabra das Rocas (Homero Homem)
1973 - Coração de Onça (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1973 - Éramos seis (Maria José Dupré)
1974 - O escaravelho do diabo (Lúcia Machado de Almeida)
1974 - O gigante de botas (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1975 - O caso da borboleta Atíria (Lúcia Machado de Almeida)
1976 - Cem noites tapuias (Ofélia Fontes e Narbal Fontes)
1977 - Menino de asas (Homero Homem)
1978 - Tonico (José Rezende Filho)
1979 - Spharion (Lúcia Machado de Almeida)
1980 - A Serra dos Dois Meninos (A. Fraga Lima)
1981 - O Mistério do Cinco Estrelas (Marcos Rey)
1981 - Zezinho, o dono da porquinha preta (Jair Vitória)
1981 - O feijão e o sonho (Orígenes Lessa)
1982 - Aventuras de Xisto (Lúcia Machado de Almeida)
1982 - O rapto do Garoto de Ouro (Marcos Rey)
1982 - Xisto no espaço (Lúcia Machado de Almeida)
1982 - Tonico e Carniça (Assis Brasil e José Rezende Filho)
1983 - Um cadáver ouve rádio (Marcos Rey)
1983 - Xisto e o pássaro cósmico (Lúcia Machado de Almeida)
1983 - A primeira reportagem (Sylvio Pereira)
1984 - Sozinha no mundo (Marcos Rey)
1984 - Os pequenos jangadeiros (Aristides Fraga Lima)
1984 - Os barcos de papel (José Maviael Monteiro)
1984 - Deus me Livre! (Luiz Puntel)
1985 - O mistério dos Morros Dourados (Francisco Marins)
1985 - Dinheiro do céu (Marcos Rey)
1985 - Perigos no mar (Aristides Fraga Lima)
1985 - A grande fuga (Sylvio Pereira)
1986 - Bem-vindos ao Rio (Marcos Rey)
1986 - Pega ladrão (Luiz Galdino)
1986 - Açúcar amargo (Luiz Puntel)
1986 - O outro lado da ilha (José Maviael Monteiro)
1987 - Enigma na televisão (Marcos Rey)
1987 - Os passageiros do futuro (Wilson Rocha)
1988 - Meninos sem pátria (Luiz Puntel)
1988 - A Montanha das Duas Cabeças (Francisco Marins)
1988 - O Ninho dos Gaviões (José Maviael Monteiro)
1988 - Garra de campeão (Marcos Rey)
1989 - A vida secreta de Jonas (Luiz Galdino)
1989 - Aventura no Império do Sol (Silvia Cintra Franco)
1989 - Quem manda já morreu (Marcos Rey) 
1989 - Turma da Rua Quinze (Marçal Aquino)
1990 - Na barreira do inferno (Silvia Cintra Franco)
1990 - Um leão em família (Luiz Puntel)
1990 - Corrida infernal (Marcos Rey)
1990 - Na mira do vampiro (Lopes dos Santos)
1991 - A árvore que dava dinheiro (Domingos Pellegrini)
1991 - A maldição do tesouro do Faraó (Sérsi Bardari)
1991 - O desafio do Pantanal (Silvia Cintra Franco)
1991 - Na rota do perigo (Marcos Rey)
1992 - Ameaça nas trilhas do tarô (Sérsi Bardari)
1992 - O jogo do camaleão (Marçal Aquino)
1992 - Tráfico de anjos (Luiz Puntel)
1992 - Um rosto no computador (Marcos Rey)
1992 - O fantasma de tio William (Rubens Francisco Lucchetti)
1992 - Confusões & calafrios (Silvia Cintra Franco)
1993 - Um gnomo na minha horta (Wilson Rocha)
1993 - Office-boy em apuros (Bosco Brasil)
1993 - Doze horas de terror (Marcos Rey)
1993 - O segredo dos sinais mágicos (Sérsi Bardari)
1993 - A aldeia sagrada (Francisco Marins)
1994 - O mistério da cidade-fantasma (Marçal Aquino)
1994 - Agitação à beira-mar (Leusa Araujo)
1994 - O brinquedo misterioso (Luiz Galdino)
1994 - Um inimigo em cada esquina (Raul Drewnick)
1995 - O diabo no porta-malas (Marcos Rey)
1995 - O fabricante de terremotos (Wilson Rocha)
1995 - Viagem pelo ombro da minha jaqueta (Lô Galasso)
1995 - Em busca do diamante (Francisco Marins)
1995 - A vingança da cobra (Marcos Bagno)
1995 - Vencer ou vencer (Raul Drewnick)
1996 - O primeiro amor e outros perigos (Marçal Aquino)
1996 - O super tênis (Ivan Jaf)
1996 - A charada do sol e da chuva (Luiz Galdino)
1996 - Terror na festa (Janaína Amado)
1997 - Gincana da morte (Marcos Rey)
1997 - Jogo sujo (Marcelo Duarte)
1997 - Missão no Oriente (Luiz Puntel)
1997 - O preço da coragem (Raul Drewnick)
1998 - A magia da árvore luminosa (Rosana Bond)
1998 - Segura, peão! (Luiz Galdino)
1999 - A grande virada (Raul Drewnick)
1999 - A guerra do lanche (Lourenço Cazarré)
1999 - O robô que virou gente (Ivan Jaf)
2000 - Nas ondas do surfe (Edith Modesto)
2000 - Operação Nova York (Luiz Antonio Aguiar)
2001 - Correndo contra o destino (Raul Drewnick)
2001 - Deu a louca no tempo (Marcelo Duarte)
2001 - Tem lagartixa no computador (Marcelo Duarte)
2002 - Crescer é uma aventura (Rosana Bond)
2002 - S.O.S. ararinha-azul (Edith Modesto)
2002 - Joana Banana (Cristina Porto)
2003 - Manobra radical (Edith Modesto)
2003 - Na ilha do Dragão (Maristel Alves dos Santos)
2004 - O ouro do fantasma (Manuel Filho)
2005 - A noite dos quatro furacões (Raul Drewnick)
2005 - O grito do hip-hop (Fátima Chaguri e Luiz Puntel)
2005 - O segredo dos índios (Edith Modesto)
2006 - O senhor da água (Rosana Bond)
2007 - A chave do corsário (Eliana Martins)
2007 - Morte no colégio (Luis Eduardo Matta)
2007 - Salvando a pele (Mário Teixeira)
      2008 - O mestre dos games (Afonso Machado) 

Sobre a coleção Vaga-Lume:


No final do ano de 1972, José Adolfo Granville Ponce, na época editor da coleção Ensaios, propôs ao proprietário da editora Ática, Anderson Fernando Dias, a ideia de criar uma coleção para o público jovem, visando o aproveitamento dos livros para a leitura nas escolas, numa proposta paradidática. Surgia assim, com a direção de Jiro Tahahashi, a consagrada Série Vaga-Lume.

A proposta da série, conforme descrita, em algumas das contracapas dos livros era: "Para despertar e criar o gosto pela leitura. Histórias emocionantes, cheias de ação, uma linguagem simples e direta. Fartamente ilustradas. Todos os títulos com um Suplemento de Trabalho especial."

modelo de contracapa usado na década de 1970
contracapa no final da década de 1970
Os dois primeiros livros, A ilha perdida e Cabras das Rocas, foram publicados no começo de 1973. No mesmo ano, dois outros livros que haviam sidos publicados no ano anterior na Série Bom Livro, passaram a integrar o catálogo da coleção: Coração de Onça e Éramos seis.

A partir daí, durante o resto da década de 1970, a coleção passou a selecionar livros brasileiros já consagrados e direcionados ao público juvenil, e que haviam sidos publicados em anos anteriores, principalmente na década de 1950, por outras editoras para compor o catálogo da coleção.

Em 1981, o editor Jiro Takahashi decidiu inovar, e solicitou a um conhecido autor de livros para adultos, mas que nunca tinha escrito nenhum livro para o público juvenil (com exceção do infantil Não era uma vez...), que escrevesse um livro para coleção. Esse autor era Marcos Rey e o livro entregue em março de 1981 para publicação foi O mistério do Cinco Estrelas, que foi um estrondoso sucesso de vendas e conduziu a coleção para o estrelato entre os jovens brasileiros na década de 1980 e 1990, conduzindo muitos desses jovens ao hábito da leitura pelos anos posteriores de sua vida.

Do primeiro livro publicado em 1973 até o último título inédito lançado em 2008, O mestre dos games (de Afonso Machado), foram 104 títulos de muita emoção, com histórias de ação, aventura e suspense! A coleção é publicada pela Ática até os dias de hoje (2014), apesar de muitos dos livros lançados na história da coleção já estarem fora de catálogo ou estão sendo lançados por outra editora (como é o caso dos 15 livros de Marcos Rey na coleção que pertence ao catálogo da editora Global). No site da editora consta atualmente, em maio de 2014, 68 títulos na coleção.

Apesar da editora não divulgar números, deduz que a coleção vendeu mais de 5 milhões de exemplares, com o auge nas décadas de 1980 e 1990. Foram também nessas décadas o maior número de títulos publicados na coleção: na década de 1970 foram 11 títulos; na década de 1980, 33; na década de 1990, 42; e na década de 2000, 18 títulos, conforme pode ser confirmado na lista acima.

A coleção trouxe grandes inovações. Foi a coleção pioneira, junto com a Bom Livro, a trazer o livro do professor e o livro do aluno. Trazia também um folheto chamado Suplemento de Trabalho, que usava as mais variadas formas (como charadas, palavras cruzadas e legendagem de histórias em quadrinhos) para proporcionar aos leitores atividades didáticas ligadas ao livro.

imagem que mostra como eram os Suplementos de Trabalho da coleção
Luminoso na década de 1970
A série tinha um mascote, uma vaga-lume
Luminoso na década de 1980
chamado Luminoso. O personagem apresentava o enredo do livro para os leitores na orelha do próprio livro, em forma de histórias em quadrinhos criadas pelo ilustrador Edu. Na década de 1970, Luminoso se vestia no estilo hippie e apresentava a história do livro em apenas um balão de diálogo e na contracapa os outros livros da coleção. Na década de 1980, ele passou a apresentar a narrativa do livro no formato das histórias em quadrinhos e nas contracapas a coleção trazia todas as capas dos livros da coleção publicados até então. Nessa época, Luminoso passou a se vestir como um adolescente da época, ou seja, calça jeans e tênis.

modelo de orelha com as histórias em quadrinhos com o Luminoso
layout da capa na década de 70 e 80
O formato clássico das capas eram uma
contracapa típica da década de 80
ilustração dentro de um quadrado, sendo que partes de objetos ou pessoas ficavam fora do quadro. Na parte superior da capa vinha o nome do autor e em letras grandes o título do livro. Na parte inferior, era possível ver um pequeno logo da editora e um desenho do Luminoso. Cada capa vinha com uma cor diferente predominando no entorno do quadro da ilustração e no título. Esse formato criado por Ary Normanha Almeida, sofreu pequenas alterações de layout, mas continua sendo usado atualmente, apesar do novo layout dar uma aparência mais moderna para a coleção. 
Com esse layout, a coleção passou pela década de 1980 com as histórias do Luminoso na orelha e as imagens das capas dos livros na contracapa.


A primeira alteração do layout começou a ocorrer por volta de 1988, quando as quadrados da capa ganharam tons mais neutros e escuros (como marrom). Nesse novo formato, os quadrinhos do Luminoso foram abandonados e a contracapa passou a trazer uma sinopse do livro junto com uma relação dos livros do autor (a) na coleção, além de um pequeno prefácio que apresentava a história do livro. Pode-se ver essa mudança no exemplo mostrado abaixo.

modelo de capa e contracapa típico da década de 1990

Por volta de 1999, o layout da capa passou a mudar novamente. O nome do autor aparecia na parte mais superior da capa em letras itálicas, desvinculado do título, o que não ocorria nos formatos anteriores. O quadro em que se encontra a ilustração voltou a ser produzido novamente em cores mais animadas, mas ele não se fechava na parte superior. O nome da coleção e o desenho do Luminoso passou a ser exposto de maneira vertical num pequeno retângulo de cor diferente da predominante na capa, na parte superior esquerda. O pequeno prefácio continuava o mesmo nessas edições, e o texto da sinopse das contracapas foram alterados, trazendo pequenas ilustrações dos principais personagens da narrativa. Pode-se ver essas mudanças, no exemplo mostrado abaixo.

modelo de capa e contracapa usado na coleção a partir de 1999
Novamente, em 2008, algumas poucas capas de alguns livros da coleção, sofreram uma nova alteração no layout, em comemoração dos 35 anos da coleção. Nesse novo formato, o título do livros passou a ser escrito em tamanho maior e cores mais chamativas e a contracapa trouxe uma pequena biografia do autor com foto.

layout da capas e contracapas comemorativas de 2008

Os livros continha ilustrações em preto e branco de grandes ilustradores brasileiros. O mesmo ilustrador que desenhava as imagens do miolo em preto e branco, disponibilizava uma dessas ilustrações colorizadas para a capa. As capas não tiveram suas ilustrações mudadas com o decorrer da publicação dos livros nos mais de 40 anos de existência da coleção, com exceção apenas de dois livros: O escaravelho do diabo (que foi publicado inicialmente em 1974 e teve todas suas ilustrações internas e a da capa mudada em 1982) e O feijão e o sonho (publicado em 1981 e alterado em 1985). Veja as capas alteradas nos links abaixo:

Capa de O escaravelho do diabo 1974.
 
Capa de O escaravelho do diabo 1982.
 
Capa de O feijão e o sonho 1981.
 
Capa de O feijão e o sonho 1985.
 

box comemorativo 35 anos
Em 2008, em comemoração dos 35 anos da coleção, a editora Ática lançou um box contendo 10 livros da coleção: A ilha perdida, O escaravelho do diabo, Açúcar amargo, Éramos seis, Os barcos de papel, Menino de asas, O caso da borboleta Atíria, Um cadáver ouve rádio, A turma da rua quinze, e A árvore que dava dinheiro.

Por volta de 1999, a coleção Vaga-Lume ganhou um irmãozinho: a série Vaga-Lume Júnior, direcionada para um público mais infantil do que os leitores da Vaga-Lume. Essa nova série conta com mais de 20 títulos no catálogo, inclusive dois que pertenceram a série Vaga-Lume durante muitos anos: A ilha perdida e Na mira dos vampiros.

Que tal agora seguir os links contidos nos títulos dos livros na lista acima e conhecer um pouco mais desses livros tão especiais para tantas pessoas pelo Brasil afora?



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