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quinta-feira, 25 de junho de 2020
segunda-feira, 18 de maio de 2020
Hoje foi dia de gastar tudo os R$ 300,00
Mas que bah.
Tive que fazer um esforço danado pra i vestir tudo os R$ 300,00.
Deixando a brincadeira de lado obrigado a ACIRA de Ronda Alta e as Lojas Becker pelo prêmio de R$ 300,00 que fui contemplado.
A Deus obrigado pela bênção.
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Tive que fazer um esforço danado pra i vestir tudo os R$ 300,00.
Deixando a brincadeira de lado obrigado a ACIRA de Ronda Alta e as Lojas Becker pelo prêmio de R$ 300,00 que fui contemplado.
A Deus obrigado pela bênção.
domingo, 26 de abril de 2020
Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada, Prostituída... - Kai Hermann & Horst Rieck
Autor: Kai Hermann &; Horst Rieck
Resenha: Christiane F. tinha 12 anos quando se tornou usuária de haxixe, LSD e comprimidos. Aos 13 passou a usar heroína e logo começou a se prostituir para sustentar o vício. Em fevereiro de 1978, aos 15 anos, Christiane foi convidada para participar de uma reportagem dos jornalistas Kai Hermann e Horst Rieck sobre a adolescência. Uma tarde de entrevistas transformou-se em dois meses de conversas e visitas a locais tomados pelo tráfico e pela prostituição. Um relato comovente, o livro virou best-seller em mais de 30 países e foi traduzido para 15 idiomas. No Brasil vendeu cerca de 50 mil exemplares e agora ganha edição de bolso. Em 1981, inspirou o filme homônimo dirigido por Ulrich Edel e trilha sonora de David Bowie. Indicado aos pais, aos jovens e aos que lidam com o problema da droga em nosso país.
Para ler o livro clique no botão abaixo:
Sempre que o botão acima aparecer você pode clicar para ler o livro da postagem.
Clique no botão "CONTATO", abaixo e responda ao questionário para participar do sorteio de um livro, ou para deixar sugestão para o blog.

Haverá o sorteio de um livro a cada 100.000 visualizações do blog.
Obs.: O livro anexo para ler é somente para facilitar o acesso a quem não tiver condições de adquirir o mesmo em uma livraria, valorize o autor adquira copias originais das obras.
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Quarta feira foi dia de colher laranja
As últimas frutas da safra 2919 que com um manejo adequado continuam disponíveis mas estão chegando ao fim.
Mas também se levarmos em conta que estão maduras desde agosto de 2019 não da pra reclamar.










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Mas também se levarmos em conta que estão maduras desde agosto de 2019 não da pra reclamar.










quarta-feira, 8 de abril de 2020
A Estratégia do Oceano Azul – W. Chan Kim
Título: A Estratégia do Oceano AzulAutor: W. Chan Kim
Resenha: A Estratégia do Oceano Azul – O livro apresenta uma nova maneira de pensar sobre estratégia, resultando em uma criação de novos espaços (o oceano azul) e uma separação da concorrência (o oceano vermelho). Os autores estudaram 150 ganhadores e perdedores em 30 indústrias diferentes e viram que explicações tradicionais não explicavam o método dos ganhadores. O que eles acharam é que empresas que criam novos nichos, fazendo da concorrência um fator irrelevante, encontram um outro caminho para o crescimento. O livro ensina como colocar em prática essa estratégia.
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domingo, 5 de abril de 2020
A realidade de Madhu - Melissa Tobias
Título: A realidade de Madhu
Autor: Melissa Tobias
Resenha: Neste surpreendente romance de ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. A bordo da colossal nave alienígena, fará amizade com uma bizarra híbrida, conhecerá um androide que vai abalar seu coração e aprenderá lições que mudarão sua vida para sempre.
Madhu é uma Semente Estelar e terá que semear a Terra para gerar uma Nova Realidade que substituirá a ilusória realidade criada por Lúcifer. Porém, a missão não será fácil, já que Marduk, personificação de Lúcifer na Via Láctea, com a ajuda de seus fiéis sentinelas reptilianos, fará de tudo para não deixar a Nova Realidade florescer.
Madhu terá que tomar uma difícil decisão. E aprenderá a usar seu poder sombrio em benefício da Luz.
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Obs.: O livro anexo para ler é somente para facilitar o acesso a quem não tiver condições de adquirir o mesmo em uma livraria, valorize o autor adquira copias originais das obras.
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Autor: Melissa Tobias
Resenha: Neste surpreendente romance de ficção científica, Madhu é abduzida por uma nave intergaláctica. A bordo da colossal nave alienígena, fará amizade com uma bizarra híbrida, conhecerá um androide que vai abalar seu coração e aprenderá lições que mudarão sua vida para sempre.
Madhu é uma Semente Estelar e terá que semear a Terra para gerar uma Nova Realidade que substituirá a ilusória realidade criada por Lúcifer. Porém, a missão não será fácil, já que Marduk, personificação de Lúcifer na Via Láctea, com a ajuda de seus fiéis sentinelas reptilianos, fará de tudo para não deixar a Nova Realidade florescer.
Madhu terá que tomar uma difícil decisão. E aprenderá a usar seu poder sombrio em benefício da Luz.
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Clique no botão "CONTATO", abaixo e responda ao questionário para participar do sorteio de um livro, ou para deixar sugestão para o blog.

Haverá o sorteio de um livro a cada 100.000 visualizações do blog.
Obs.: O livro anexo para ler é somente para facilitar o acesso a quem não tiver condições de adquirir o mesmo em uma livraria, valorize o autor adquira copias originais das obras.
domingo, 15 de março de 2020
Tonico e Tinoco. - Luar do Sertão
Tonico e Tinoco. - Luar do Sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Oh! Que saudade do luar da minha terra
Lá na serra branquejando folhas secas pelo chão
Este luar cá da cidade tão escuro
Não tem aquela saudade do luar lá do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Se a lua nasce por detrás da verde mata
Mais parece um sol de prata prateando a solidão
E a gente pega na viola que ponteia
E a canção e a lua cheia a nos nascer do coração
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Coisa mais bela nesse mundo não existe
Do que ouvir um galo triste no sertão que faz luar
Parece até que a alma da lua que descansa
Escondida na garganta desse galo a soluçar
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Ai quem me dera se eu morresse lá na serra
Abraçado à minha terra, e dormindo de uma vez
Ser enterrado numa cova pequenina onde à tarde a sururina
Chora a sua viuvez
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Não há, ó gente, ó não
Luar como esse do sertão
Composição: João Pernambuco
Musica Luar do Sertão e sua história centenária
Luar do Sertão
Luar do Sertão é uma toada brasileira de grande popularidade. Seus versos simples e ingênuos elogiam a vida no sertão, especialmente o luar. Foi originalmente um coco sob o título "Engenho de Humaitá". Catulo da Paixão Cearense defendeu em toda a sua vida que era seu autor único, mas hoje em dia se dá crédito da melodia a João Pernambuco (1883-1947). É uma das músicas brasileiras mais gravadas de todos os tempos.
Polêmica sobre autoria
O tema pode ter origem no coco É do Maitá ou Meu Engenho é do Humaitá, de autor anônimo. Este coco integrava o repertório de João Pernambuco e teria sido por ele transmitido a Catulo, como tantos outros temas. Ao menos, isso é o que se deduz dos depoimentos de personalidades como Heitor Villa-Lobos, Mozart de Araújo, Sílvio Salema e Benjamin de Oliveira, publicados por Henrique Foréis Domingues no livro No tempo de Noel Rosa.
Homem simples, sequer alfabetizado, João Pernambuco, a certa altura de sua vida, queixava-se de ter sido vítima de plágio, por parte de Catulo, quanto à autoria desta modinha. Segundo Mozart Bicalho, Catulo "disse uma vez que o Luar do sertão era uma melodia nortista, mais ou menos pertencente ao domínio folclórico". O próprio Catulo, em entrevista a Joel Silveira, declarou: "Compus o Luar do Sertão ouvindo uma melodia antiga (...) cujo estribilho era assim: 'É do Maitá! É do Maitá'". O historiador Ary Vasconcelos, em Panorama da música popular brasileira na belle époque, diz que teve a oportunidade de ouvir Luperce Miranda tocar ao bandolim duas versões do É do Maitá: a original e "outra modificada por João Pernambuco", esta realmente muito parecida com Luar do sertão".
Leandro Carvalho, estudioso da obra de João Pernambuco e organizador do CD João Pernambuco - O Poeta do Violão (1997), declarou: "Por onde João andava, Catulo estava atrás, anotando tudo; foi o que aconteceu com Luar do Sertão: Catulo ouviu, mudou a letra e disse que era sua".
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Luar do Sertão é uma toada brasileira de grande popularidade. Seus versos simples e ingênuos elogiam a vida no sertão, especialmente o luar. Foi originalmente um coco sob o título "Engenho de Humaitá". Catulo da Paixão Cearense defendeu em toda a sua vida que era seu autor único, mas hoje em dia se dá crédito da melodia a João Pernambuco (1883-1947). É uma das músicas brasileiras mais gravadas de todos os tempos.
Polêmica sobre autoria
O tema pode ter origem no coco É do Maitá ou Meu Engenho é do Humaitá, de autor anônimo. Este coco integrava o repertório de João Pernambuco e teria sido por ele transmitido a Catulo, como tantos outros temas. Ao menos, isso é o que se deduz dos depoimentos de personalidades como Heitor Villa-Lobos, Mozart de Araújo, Sílvio Salema e Benjamin de Oliveira, publicados por Henrique Foréis Domingues no livro No tempo de Noel Rosa.
Homem simples, sequer alfabetizado, João Pernambuco, a certa altura de sua vida, queixava-se de ter sido vítima de plágio, por parte de Catulo, quanto à autoria desta modinha. Segundo Mozart Bicalho, Catulo "disse uma vez que o Luar do sertão era uma melodia nortista, mais ou menos pertencente ao domínio folclórico". O próprio Catulo, em entrevista a Joel Silveira, declarou: "Compus o Luar do Sertão ouvindo uma melodia antiga (...) cujo estribilho era assim: 'É do Maitá! É do Maitá'". O historiador Ary Vasconcelos, em Panorama da música popular brasileira na belle époque, diz que teve a oportunidade de ouvir Luperce Miranda tocar ao bandolim duas versões do É do Maitá: a original e "outra modificada por João Pernambuco", esta realmente muito parecida com Luar do sertão".
Leandro Carvalho, estudioso da obra de João Pernambuco e organizador do CD João Pernambuco - O Poeta do Violão (1997), declarou: "Por onde João andava, Catulo estava atrás, anotando tudo; foi o que aconteceu com Luar do Sertão: Catulo ouviu, mudou a letra e disse que era sua".
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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