segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Três Palmeiras - Projeto Plantando Liberdade visita a Escola Estadual de Ensino Fundamental Joaquim Nabuco de Vila Progresso

Na manhã desta quinta feira dia 10/09/2015 o diretor da Rádio Comunitária Liberdade, e Coordenador do Ponto de Cultura Liberdade de Expressão, Eloidemar Guilherme, juntamente com o conselheiro da ACCLTP Ilberto Bullau estiveram visitando a  Escola Estadual de Ensino Fundamental Joaquim Nabuco de Vila Progresso, realizando mais uma etapa do Projeto Plantando Liberdade, nesta fase esta sendo recebido os trabalhos dos alunos para participar do Concurso de Desenho, Redação ou Poesia sobre o tema Plantando Liberdade, na oportunidade foi feita a entrega de uma muda nativa a cada criança da turma da manhã, que irá plantar a mesma e registra o ato para concorrer no concurso de fotografia do projeto, pela parte da tarde estaremos visitando para receber os trabalhos dos alunos daquele turno.
Os trabalhos das crianças serrão postados posteriormente neste Blog. Acompanhe e valorize o trabalho das crianças compartilhando esta postagem no Facebook. CLIQUE AQUI E LEIA MAIS:
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Três Palmeiras - Projeto Plantando Liberdade visita Escola Municipal Ensino Fundamental Nossa Senhora da Saúde de linha Cachoeira

Na manhã da quinta feira dia 10/09/2015 o diretor da Rádio Comunitária Liberdade, e Coordenador do Ponto de Cultura Liberdade de Expressão, Eloidemar Guilherme, juntamente com o conselheiro da ACCLTP, Ilberto Bullau estiveram visitando a Escola Municipal Ensino Fundamental Nossa Senhora da Saúde de linha Cachoeira, realizando mais uma etapa do Projeto Plantando Liberdade, nesta fase esta sendo recebido os trabalhos dos alunos para participar do Concurso de Desenho, Redação ou Poesia sobre o tema Plantando Liberdade, na oportunidade foi feita a entrega de uma muda nativa a cada criança que irá plantar a mesma e registra o ato para concorrer no concurso de fotografia do projeto, a Escola que Conta com apenas 16 alunos está participando com 30 trabalhos. Clique na imagem e leia a reportagem completa.
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Três Palmeiras – Projeto Plantando Liberdade promove o 1º Concurso de Desenho, Redação e Poesia

Com o principal objetivo de dar ênfase a importância do plantio de árvores para a contribuição com a proteção do Meio Ambiente onde vivemos à Rádio Comunitária Liberdade FM e o Ponto de Cultura Liberdade de Expressão laçaram através do Projeto Plantando Liberdade no dia 22 de junho de 2015, o 1º Concurso de “Desenho, Redação e Poesia”, onde todo o aluno matriculado no sistema de ensino de Três Palmeiras podia participar do concurso em forma de redação, desenho ou poesia, com o tema “Plantando Liberdade”, falando sobre ecologia, preservação ou a importância de plantar arvores; podendo inclusive participar com mais de um trabalho.Clique na Imagem e leia esta reportagem na integra.
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Três Palmeiras - Escola municipal de Educação Infantil Pingo de Gente, recebe Projeto plantando Liberdade

Na tarde da quinta feira, 27/08/2015 o Diretor da Rádio Comunitária Liberdade Eloidemar Guilherme esteve visitando a Escola municipal de Educação Infantil Pingo de Gente, apresentando o "Projeto plantando Liberdade", na oportunidade fomos recebidos pela Professora Silimara, a ela foi entregue o convite para os alunos participar do concurso do projeto, e também foi entregue uma muda de Araçá Vermmelho, recebido da TRACTEBEL ENERGIA, para ser plantado no patio da escola. Clique nas imagens e saiba mais:
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Três Palmeiras - Rádio Comunitária Liberdade recebe mudas da Tractebel Energia

Na da segunda feira dia 24/08/2015 o Diretor da Rádio Comunitária Liberdade, Eloidemar Guilherme, visitou o Horto Florestal da Tractebel Energia  em Entre Rios do Sul, para tratar assuntos referentes ao Projeto Plantando Liberdade, na oportunidade esteve reunidos com a equipe responsável pelo Horto Florestal, e recebeu do Técnico Sr. Narciso, o primeiro Lote de mudas nativas, sendo 20 mudas de Guabijú, 30 mudas de Ingá-Feijão, 30 mudas de Ingá-Beira -Rio, 30 mudas de Cerejeira, 30 mudas de Araçá-Vermelho, 30 mudas de Pitanga, e 30 mudas de Uvaia, totalizando 200 mudas de um total de 2.000 disponibilizadas para o Projeto Plantando Liberdade.
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Três Palmeiras - Rádio Comunitária Liberdade Lança Projeto "Plantando Liberdade"

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Três Palmeiras - Lançamento do Projeto Plantando Liberdade

Na manhã da Terça-Feira dia 22/07/2015, na Programação do Estação Da Manha, o Presidente da ACCLTP, Sr. Eloidemar Guilherme, falou a respeito do Projeto Plantando Liberdade, em parceria com a Tractebel Energia UHE - Passo Fundo, Prefeitura Municipal de Três palmeiras, e Viveiro Zimmer de Pareci Novo - RS. CLIQUE SOBRE A IMAGEM E CONFIRA OS DETALHES.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Três Palmeiras - Comunidade Santa Ana Linha nova 2 encerra sua história


Veja a reportagem produzida pela equipe da Rádio Comunitária Liberdade.
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Uma outra agricultura, com produção de alimentos limpa, é possível

Dossiê Abrasco adverte sobre os danos causados pelos agrotóxicos, mas também aponta caminhos possíveis para a produção de alimentos limpa
Versão impressa do Dossiê Abrasco
Foto: Leslie Chaves 
Profissionais, gestores públicos, professores e estudantes de diversas áreas do conhecimento, mas principalmente das graduações e pós-graduações em nutrição, engenharias ambiental e de alimentos, e de outros cursos ligados ao campo da saúde, tiveram a oportunidade de discutir as contribuições do “Dossiê Abrasco: Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde” com dois dos organizadores do trabalho, a biomédica e doutora em saúde pública Karen Friedrich, o biólogo e doutor em Epidemiologia, Fernando Carneiro; e ainda com o engenheiro agrônomo e doutor em engenharia de produção,Leonardo Melgarejo.
Os debates aconteceram durante o lançamento do Dossiê que, à noite, fechou a programação doSeminário Agrotóxicos: Impactos na Saúde e no Ambiente, promovido na Unisinos ao longo da última segunda-feira, 24-08-2015. O livro reúne em suas cerca de 600 páginas uma série de informações científicas que buscam o diálogo com a sociedade a partir de uma linguagem, diagramação, e inserção de recursos gráficos que procuram facilitar a compreensão e o uso do material.
O Dossiê começou a ser dissecado já durante a tarde na conferência de Fernando Carneiro, que é professor da Fundação Osvaldo Cruz, a Fiocruz Ceará, e da Universidade de Brasília – UnB. O pesquisador mergulhou na publicação para falar dos efeitos e impactos dos agrotóxicos no meio ambiente e da sustentabilidade como alternativa ao agronegócio. “Vende-se a ideia de que o uso de sementes transgênicas e mais agrotóxicos são necessários para aumentar a produção. Mas dados do IBGE mostram que quem mais põe alimento na mesa do brasileiro é a agricultura familiar”, diz o pesquisador.
Signorá Konrad, professora do curso de Nutrição da Unisinos (à esquerda), Fernando Carneiro, Leonardo Melgarejo e Karen Friedrich no evento
Foto: Leslie Chaves
Depois de fazer um resgate histórico do uso dos agrotóxicos, Carneiro aborda o poder da propaganda das empresas detentoras das patentes das substâncias. “É assim que se dissemina e cristalizam falsas verdades sobre o tema. E vive-se essa hegemonia do agronegócio também dentro da academia. Um percentual de 95% das pesquisas sobre agrotóxicos visam à maximização de seu uso e não medir e avaliar seus efeitos no ambiente”, destaca. É nesse contexto que o Dossiê se insere. A ideia é promover o pensamento complexo e se afastar do marketing do agronegócio e da assepsia da ciência que busca distanciamento na relação entre problema e objetivo.
De acordo com o pesquisador, esse é um dos motivos de o Dossiê buscar inspiração em autores como Edgar MorinPaulo FreireBoaventura de Sousa Santos, entre outros. “Uma das grandes novidades é a metodologia, o olhar multidisciplinar, a forma como trazemos e organizamos as informações que já estão por aí. Afinal, já vimos que temos teoria crítica. O problema é que ainda temos o pensamento careta”, provoca.
Para Karen Friedrich, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, presidente da Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural – AGAPAN e coordenadora do GT de Agrotóxicos e Transgênicos da Associação Brasileira de Agroecologia; o Dossiê discute os problemas causados pelos agrotóxicos, mas também aponta trilhas para a mudança. Uma dessas opções é a agroecologia, que possibilita a produção de alimentos sem produtos químicos e ainda é um meio para a promoção da justiça social a partir da valorização dos saberes de famílias que há muito tempo produzem alimentos de uma maneira saudável e rica, em diversas dimensões, para a sociedade. “Os consumidores têm o direito de saber sobre todas as informações a respeito dos agrotóxicos, de que forma esses químicos estão presentes nos alimentos e onde buscar alternativas, para poder escolher o que vão adquirir para compor sua alimentação”, defende.
Profissionais, gestores públicos, professores e estudantes acompanharam o evento
Foto: Leslie Chaves
Leonardo Melgarejo, engenheiro agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural, membro do Grupo de Estudos em Agrobiodiversidade, e coordenador do GT Agrotóxicos e Transgênicos da Associação Brasileira de Agroecologia, ressalta a questão da alimentação processada, que também é produzida a base de produtos químicos. Para o pesquisador, é necessário que se incentive o consumo de alimentos naturais cultivados a partir de métodos orgânicos e sustentáveis. Os debates suscitados pelo Dossiê podem ser uma forma de fomentar essa mudança de hábito. “Quando consumimos, por exemplo, suco industrializado de fruta, seu gosto se parece com o da fruta, mas estão longe de ser a fruta. Ainda, esses alimentos são produzidos para serem consumidos até o final, não importando o tempo que se leve para terminar com o conteúdo da embalagem. São produtos cheios de conservantes, que não estragam, e isso é preocupante, pois nem as bactérias e fungos querem se alimentar deles. Nós queremos que as pessoas consumam alimentos de verdade, produzidos de maneira saudável e sustentável”, ressalta.
O “Dossiê Abrasco: Um alerta sobre os impactos dos agrotóxicos na saúde” continuará sendo debatido nos diversos eventos de lançamentos que estão agendados para acontecer em várias cidades do Brasil. Ainda, o material tem sido recebido em países da América Latina e em breve será concluída sua tradução para o espanhol. Essa versão em língua espanhola tem previsão de ser lançada em outubro deste ano na Argentina, no Congresso Latino-Americano de Agroecologia, da Sociedade Latino-Americana de Agroecologia – SOCLA.
É possível acessar a versão eletrônica do Dossiê aqui.
Por Leslie Chaves e João Vitor dos Santos
(EcoDebate, 31/08/2015) publicado pela IHU On-line, parceira editorial da revista eletrônica EcoDebate na socialização da informação.
[IHU On-line é publicada pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU, da Universidade do Vale do Rio dos Sinos – Unisinos, em São Leopoldo, RS.]
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Desmatamento cresce 152% em Mato Grosso



Foto: Divulgação – Arquivo ICV

Por Daniela Torezzan/ICV
O desmatamento em Mato Grosso voltou a crescer depois de anos em queda, registrando alta de 152% no atual calendário de monitoramento, que começou em agosto de 2014 e fechou em julho de 2015, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O monitoramento por satélite registrou 1.036 quilômetros quadrados de desmatamento nestes 12 meses, contra 411, do período anterior (agosto de 2013 a julho de 2014). Com isso, o Mato Grosso lidera o ranking nacional de corte da floresta, sendo responsável por 31% de todo o desmatamento registrado na Amazônia Legal, que também teve aumento, de 63%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, pelo Instituto do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).
Dos oito estados que compõe a Amazônia Legal, apenas o Pará conseguiu reduzir o desmatamento em comparação ao calendário anterior. Embora o monitoramento tenha detectado 732 quilômetros quadrados de desmatamento, os esforços permitiram uma redução de 14% em comparação com o mesmo período do ano anterior, que totalizou 852 quilômetros quadrados.
Em Mato Grosso, a maior parte do desmatamento, 61% do total acumulado no último ano, aconteceu em imóveis rurais não cadastrados no Sistema Integrado de Monitoramento e Licenciamento Ambiental (SIMLAM). Uma tendência que se repete, já que no período anterior, o total nessa categoria fundiária foi de 62%.
Análise do Instituto Centro de Vida (ICV) mostra que o município de Colniza, na região noroeste de Mato Grosso, registrou 204% de aumento na comparação com os dois períodos, totalizando 171 quilômetros quadrados de retirada da floresta, entre julho ao ano passado e agosto deste ano, o que representa 17% do total detectado em Mato Grosso. Vale lembrar que, segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) o município tem apenas 43% da área no Cadastro Ambiental Rural (CAR).
O ranking estadual dos municípios que mais desmataram é composto ainda por Feliz Natal (84 km²) e Juína (62 km²). Com relação ao tamanho, a análise do ICV aponta que 53% da área teve desmatamentos entre 50 e 250 hectares.
Para Alice Thuault, Diretora Adjunta do ICV, a situação demonstra um grande desafio que é a necessidade de reforçar a ação em nível municipal, citando, por exemplo, o fato de Colniza não ter aderido ao Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis, cuja implementação prevê a elaboração de um plano de metas para área de gestão ambiental, fundiária e desenvolvimento de cadeias produtivas sustentáveis. “Já está provado que não é necessário mais desmatar para produzir. Mato Grosso, como maior produtor de grãos e maior rebanho bovino do Brasil, precisa assumir esse compromisso e empenhar esforços para zerar o desmatamento”, reagiu.
Entre agosto de 2014 e julho de 2015, a Amazônia Legal perdeu 3.322 quilômetros quadrados de floresta.
Confira os infográficos interativos aqui.
http://infogr.am/sad_ana_v-9673603

in EcoDebate, 28/08/2015
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