sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Casa de Caboclo - Rick e Renner

Casa de Caboclo
Rick e Renner


Seja bem vindo nessa casa de caboclo
o que eu tenho é muito pouco
aqui neste fim de estrada

Tem um ditado aqui em nosso recanto
que o pouco com Deus é muito
e o muito sem Deus é nada

Não repare minha estrada esburacada
ela é trilha de boiada
ela é rota de tropeiro

Quando chove é uma lama grudadera
quando é sol vira poera
parecendo um fumaceiro

Seu carro moço é o primeiro que aparece
meu cachorro não conhece
nunca viu um trem assim

Pode até parece surpresa pro senhor
mais o progresso passou
e acho que esqueceu de mim

A minha água vem da fonte não tem cano
café cuado no pano
meu açucar é rapadura

Mais é da boa feita de cana caiana
o melado dessa cana
adoça qualquer margura

Se o senhor não tá com pressa eu vou mandar
minha veia preparar
um franguinho com quiabo

Aqui na roça eu não tenho o tal do wiski
para abrir o apetite
eu vou buscar um esquenta rabo

Seu carro moço é o primeiro que aparece
meu cachorro não conhece
nunca viu um trem assim

Pode até parece surpresa pro senhor
mais o progresso passou
e acho que esqueceu de mim

Agora que a gente já forro o peito
se quiser eu dô um jeito
pro senhor fazer o quilo

Não se preocupe não tem barulho de nada
aqui na minha morada
é só passarinho e grilo

Tem uma coisa que eu vou pedir pro senhor
pra me fazer um favor
na hora que for embora

Feche a porteira que me serve de escudo
para proteger o meu mundo
desse mundo lá de fora

Seu carro moço é o primeiro que aparece
meu cachorro não conhece
nunca viu um trem assim

Pode até parece surpresa pro senhor
mais o progresso passou
e acho que esqueceu de mim

Seu carro moço é o primeiro que aparece
meu cachorro não conhece
nunca viu um trem assim

Pode até parece surpresa pro senhor
mais o progresso passou
e acho que esqueceu de mim

Composição: Alexandre / Rick
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Cativeiros - Antonio Gringo

Cativeiros
Antonio Gringo


Ouvi um pássaro cantar num cativeiro
Naquele instante não contive a emoção
Em saber que a beleza de seu canto
Condenou-o a viver numa prisão

Se, por cantares, hoje vives prisioneiro
Somos iguais neste ofício de cantor
Pra dar ao mundo mais poesia e ternura
Em liberdade, cantar a vida e o amor

(Não tem preço, a liberdade não tem dono
Só quem é livre sente prazer em cantar
Se um passarinho canta mais quando está preso
É no desejo de um espaço pra voar)

Quantos homens nas gaiolas desta vida
Aprisionados pela empáfia do poder
São como pássaros, cativos da injustiça
Morrendo aos poucos na prisão do mau-viver

Quero ver pássaros e homens livremente
Romper na vida toda forma de prisão
Que só o amor e liberdade nos cativem
Aprisionando-se em cada coração

(Não tem preço, a liberdade não tem dono
Só quem é livre sente prazer em cantar
Se um passarinho canta mais quando está preso
É no desejo de um espaço pra voar)
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Catarinense cria filtro “anti-enchente” que impede que bueiro entupa de lixo

Uma ideia é simples, que não envolve nenhum aparato de alta tecnologia, mas é bastante eficiente no combate a enchentes e poluição de rios, viralizou nas redes sociais.

Tiago dos Santos, morador de Blumenau-SC, criou um filtro para evitar que os lixo das ruas entre no bueiro em frente a loja onde trabalha e é sócio. “A água passa, o lixo fica e o rio agradece”.

O sistema, que nada mais é do que uma combinação de grades, chamou a atenção dos vereadores da cidade, que estudam formas de implantar a ideia em outros pontos da cidade.

“Temos que pensar local, para atingir o global. O plástico é um dos grandes causadores de poluição. A xepa de cigarro, por exemplo, feita de fibra sintética, derivado do plástico, se degrada em partículas menores e acaba sendo alimento de animais na natureza”, afirmou. É por causa de pessoas como o Tiago que continuamos acreditando em um país melhor. Que essa atitude sirva de exemplo para milhares de pessoas Brasil afora.
Publicado por Reich 
Obs. republicamos esta matéria em função de sua inovação e importancia , parabenizamos o autor pela informação e pedimos aos nossos leitores que visitem a pagina do autor clique aqui
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Lago Verde Azul - Osvaldir e Carlos Magrão

Lago Verde Azul
Osvaldir e Carlos Magrão


O medo de andar solito, ouvindo vozes e gritos
E até do barco um apito na sua imaginação
Os olhos esbugalhados, do moleque assustado
Olhando aquele mar bravo
Ora doce, ora salgado, num temporal de verão

Sem camisa na beirada bombachita arremangada
Botou petiço na estrada quando a areia lhe guasqueou
Sentiu um arrepio com aquele ar frio que o açude e o rio
E as águas que ele viu não lhe provocou

Coqueiro e figueira dos matos
E a bela Lagoa dos Patos, ó verdadeiro tesouro
Lago Verde e Azul que na América do Sul
Deus botou pra bebedouro

Coqueiro e figueira dos matos
E a bela Lagoa dos Patos, ó verdadeiro tesouro
Lago Verde e Azul que na América do Sul
Deus botou pra bebedouro

Tempos que ainda tinha o bailado da tainha
Quando o boto vinha com gaivotas em revoada
E entre outros animais, no meio dos juncais
Surgiam patos baguais que hoje não se vê mais
Este símbolo da aguada

Na noite de lua cheia, a gente sentava na areia
Para ver se ouvia a sereia entre as ondas cantando
E hoje eu volto ali, no lugar que eu vivi
Onde nasci quando guri, me olho lagoa em ti
E me enxergo chorando

Coqueiro e figueira dos matos
E a bela Lagoa dos Patos, ó verdadeiro tesouro
Lago Verde e Azul que na América do Sul
Deus botou pra bebedouro

Coqueiro e figueira dos matos
E a bela Lagoa dos Patos, ó verdadeiro tesouro
Lago Verde e Azul que na América do Sul
Deus botou pra bebedouro

Composição: Helmo De Freitas
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Meu Reino Encantado - Lourenço e Lourival

Meu Reino Encantado
Lourenço e Lourival


Eu nasci num recanto feliz
Bem distante da povoação
Foi ali que vivi muitos anos
Com papai mamãe e os irmãos
Nossa casa era uma casa grande
Na encosta de um espigão
Um cercado pra apartar bezerros
E ao lado um grande mangueirão

No quintal tinha um forno de lenha
E um pomar onde as aves cantavam
Um coberto pra guardar o pilão
E as tralhas que o papai usava
De manhã eu ia no paiol
Um espiga de milho eu pegava
Debulhava e jogava no chão
Num instante as galinhas juntavam

Nosso carro de boi conservado
Quatro juntas de bois de primeira
Quatro cangas, dezesseis canzis
Encostados no pé da figueira
Todo sábado ia na vila
Fazer compra para semana inteira
O papai ia gritando com os bois
Eu na frente, abrindo as porteiras

Nosso sítio que era pequeno
Pelas grandes fazendas cercado
Precisamos vender a propriedade
Para um grande criador de gado
E partimos pra cidade grande
A saudade partiu ao meu lado
A lavoura virou colonião
E acabou-se meu reino encantado

Hoje ali só existem três coisas
Que o tempo ainda não deu fim
A tapera velha desabada
E a figueira acenando pra mim
E por último marcou saudade
De um tempo bom que já se foi
Esquecido embaixo da figueira
Nosso velho carro de boi

Composição: Valdemar Reis / Vicente F. Machado
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Mateando com a Mamãe - Odilon Ramos

Mateando Com a Mamãe
Odilon Ramos

Foi hoje, agora há pouco
Eu fiz um mate assim, tão bem feitinho
Cevado com tal jeito e tal carinho
Que me lembrei assim, de relancina
Do primeiro mate que tomei
Foi minha mãe que fez
E era tão doce, doce como ela era e ainda é
Eu era piá
Um naquinho de gente
E, pra ganhar um mate, eu esperava
Até que ele não fosse mais tão forte e nem tão quente
No beiral da porta da cozinha
Que era de chão batido
Varridinha com vassoura de guanxuma
Eu me sentava e pedia manhoso
— Mãe, me dá um mate?
E esperava, até que ela achasse
Que já dava pra dar um mate para o seu guri
Quantas lições de vida eu aprendi
No mate doce que minha mãe fez!
Aprendi obediência
Aprendi a ter paciência para esperar a minha vez
— Segura com as duas mãos!
Não derrama! Não te queima!
Não vá me mexer na bomba!
Eram ordens!
Mas tão brandas, dadas com tanta ternura
Da boca da minha mãe eu nunca ouvi um nome feio
Nunca uma palavra dura
Guebuxa! Quanta saudade!
Minha infância, a mocidade
E aquele mate inocente
Que sem ser forte, nem quente
Era tudo o que eu queria
Como eu ficava radiante e me sentia importante
Com aquela cuia de mate que a minha mãe me estendia
E foram mates de leite, às vezes mates de mel
Com açúcar esfregado, com canela
Que a minha mãe fazia, diferente um do outro cada dia
Minha mãe agora está velhinha
E espera horas, dias sentadinha
Ou suspirando debruçada na janela
Que esse seu filho, gaudério, desgarrado
Um dia desses sente do seu lado
E tire um tempo pra matear com ela
— Eu vou sim, mãezinha, te prometo
Também estou cansado de matear sozinho!
E quando eu bolear a perna no teu rancho
Deixa que eu ceve um mate para nós
Um mate doce
Que eu vou adoçar pra ti com meu carinho

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terça-feira, 28 de janeiro de 2020

João Saudade - Pedro Neves

João Saudade - Pedro Neves
Letra: Vaine Darde 
Música: Pedro Neves


No estilo da estampa um resto de pampa Farrapo nos trapos
Bombacha já rota melena revolta e um jeito de guapo
Chapéu deformado um lenço rasgado ainda bandeira
Guaiaca roída rimando com a vida do João da Fronteira

Por quê, oh João deixaste o galpão
E a lida campeira pra ser na cidade
Mais um João-saudade, sem eira, nem beira

Seu moço, o senhor não sabe a saudade de um campeiro
Que se extraviou na cidade grande na lida de papeleiro
Eu ando marcado de cincha nessa carroça que eu puxo
Usando uns restos de pilchas do que sobrou de um gaúcho


O João da favela que a vida atrela a um carro de mão
É João-lá-de-fora, repontando agora papel, papelão
E assim, quem diria, que a sorte um dia lhe desse este pealo
O João já nem sente que ontem ginete é hoje o cavalo

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Velho Uruguai - Valdecir Nunes - Tchuio

Velho Uruguai - Valdecir Nunes

Velho Uruguai olhando você agora
Na verdade, as vezes choro
Recordando o que passou

Quantas famílias que morava em sua beira
Ranchão velho de madeira, mas nunca lhe abandonou

Nossa família que morava ali também
Você sabe muito bem o quanto eu fui feliz

Família pobre sem luxo e sem riqueza
Mas minha maior nobreza foi ter nascido ali

Suas barrancas que foram montadas por Deus
Ali quando filhos seus
Se criou pescando eu vi

Nunca pensava que a evolução chegava
E dali me expulsava
Sem ao menos me dizer

Eu vou deixar aqui toda a minha vida
Embora seja obrigado e não tenho outra opção

Que vai fazer um velho lá na cidade
Vou morrer é de saudade
Recordando o meu sertão

Uma barragem, pôs, o fim na harmonia
Quando eu soube aquele dia
E morri um pouco mais

Foi alagado todo meu berço de ouro
E o meu maior tesouro
Submerso eu perdi

Amava tanto o meu pedacinho de chão
Juro que meu coração
Ficou morando ali

Perdi pra sempre o lugar onde morei
Só em sonhos viverei
O recanto onde nasci

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A solidão dos pássaros aprisionados pela ignorância humana

Em sã consciência você não aprisionaria alguém inocente, correto?

Entretanto, é o que vemos diariamente, gaiolas penduradas em janelas, pessoas carregando seus pequenos presídios, com seus condenados para "pegar sol" pela manhã. Estranho, não? Sim, se pararmos para refletir sobre essas pequenas atitudes danosas a outros e nos colocássemos no lugar desses, talvez agiríamos com mais senso de justiça, reconhecimento e o principal, compaixão.

Há falta de total empatia, onde não percebemos o mal que produzimos com essa atitude gerada pela ignorância, ganância e na prática, falta de sensibilidade e inteligência. É óbvio que criar animais em gaiolas, presos e subjugados é errado, cruel e desumano. Não temos direito sobre a vida dos outros e de outras espécies.

Seres vivos, pássaros, pequenos animais dotados da capacidade de voar. Esses, tem sua individualidade, sua existência e seu serviço à mãe natureza e infelizmente são enclausurados por "humanos" com capacidade baixíssima de entender e muito menos compreender o quanto todos os seres vivos são necessários e estão aqui por motivo de força maior. Alguém quebra esse ciclo, trancafiando um pequeno ser inocente e indefeso, dotado e capacitado para nos dar vida sem pedir nada em troca. Você já refletiu sobre isso? Nunca é tarde, já que à vida passa e a sua também, ninguém é eterno. Então, aproveite sua capacidade peculiar humana de refletir sobre tudo e seja mais honesto consigo e com o mundo a sua volta, nesse condomínio existencial onde todos dependem de todos.

Muitos de nós ou grande maioria, age mecanicamente por costumes, culturas primitivistas, condicionamentos, repetições e, digamos, adestramento social. A pessoa age por instrução de alguém ou alguma coisa, sem ao menos se questionar dessas atitudes maléfícias que promove todos os dias, formando um balé cruel e desproporcional a "racionalidade" que carregamos, relativizada pelo antropocentrismo, colocada em prática a nossa volta sem ética nenhuma. Pasme! Subestimando sua própria capacidade de pensar, de justificar o único animal terreno capaz de discernir o certo do errado, e bem do mal, para fazer valer a sua real evolução.

"Racionalidade" não quer dizer que tenha sobriedade, não quer dizer que tenha lucidez, como também não quer dizer que seja justa. Consciência vai muito além disso, e é o fator primordial para a verdadeira e universal justiça, sobrepondo essa racionalidade que gira em torno da nossa espécie a colocando acima de todos os outros seres, o que é um erro grave e fatal. O ser humano não sobrevive sem outras espécies e estranhamente exterminamos tudo a nossa volta, e um dia, quem sabe, a nós mesmos.

Tirar um passarinho possuidor de asas da natureza e o enclausurar dentro de uma gaiola de meros 30x40 de espaço, onde resume-se sua vida em zero, só tem um significado: crueldade produzida por cegueira não física, e sim, mental. Esses animais podem voar por quilômetros, atravessar municípios, estados, comer de todos os frutos que desejar e beber de todas as fontes. Mas não! Vai lá um ser que se diz "racional", o captura, trancafia e oferece uma alimentação repetida e água quente eternamente, onde muitas vezes esses infelizes "humanos" os esquecem no banho de sol e muitos morrem. Grande maioria compra e vende como coisas, objetos, apenas um negócio e não vidas. Outro fator, o comércio lucrativo que retira da natureza milhares e milhares de animais todos os dias, onde um pouco mais de 1/3 chega com vida ao destino pelas mãos de traficantes. Isso por causa de um dos maiores defeitos da espécie humana, à ganância. Passarinho na gaiola não canta, lamenta.

Engaiolar pássaros, você está privando seres de usufruir de sua principal característica que a existência lhe deu, voar. Isso já fere todo contexto existencial desse ser, que tem sua vida amputada em sua maior dádiva que a natureza sabiamente lhe destinou dando sentido, que por sinal, deve ser maravilhoso. Esses animais têm um papel fundamental no planeta, dispersar sementes, distribuir sabiamente, fazendo a polinização, assim, espalhando pólen colhidos das flores por onde voam, em um natural e equilibrado processo de semear vida por onde passam, inclusive promovendo bem estar e vida aos mesmos ignorantes que os trancafiam e os condenam.

Cada espécie de pássaros pertence a uma região e são responsáveis naturalmente a reflorestar áreas, comendo específicas sementes, que retornarão ao solo através das fezes. Ou seja, o ciclo biológico que nos faz vivos e toda forma de vida, são promovidas na maioria das vezes por esses pequenos seres, nos fornecendo ar puro, sombra, bem estar ambiental e todo tipo de suprimento para manter à vida na Terra. Lembrando também, seu papel fundamental no controle natural de vetores, exemplo: mosquitos, moscas, pernilongos e qualquer outro inseto, evitando que se tornem pragas, como por exemplo o transmissor da Dengue e suas vertentes. E por que os trancafia?!

Você que está lendo esse texto, lembre-se que, ao ver um pássaro em gaiola, saiba que aquilo não é uma vida no sentido real da palavra, e sim, um pobre animal condenado e explorado pelo seu tutor, esse meramente um carcereiro e ao mesmo tempo um juiz que o condena à prisão perpétua e mata aos poucos, fisicamente e psicologicamente. Reflita, dá tempo de você entrar nessa luta por justiça por aqueles que não podem ao menos se defender da maldade humana. Espalhe esse texto, compartilhe com amigos e familiares, debata, discuta pois as verdadeiras vítimas que por motivos óbvios não podem falar e esboçar qualquer reação, pois estão nesse momento cercadas de grades penduradas em uma canto frio e sem vida obrigados a cantar observados diariamente por um escravagista que dorme o sono letárgico da consciência.

Passarinheiros tentam justificar o injustificável, ou seja, reproduzem em cativeiro aquilo que extraíram da natureza a ponto de extinguir várias especies. Agora falam que preservam a espécie. Contraditório e conveniente? Totalmente! Se não há comércio e se criminaliza quem os tira da natureza, esses animais estariam livres em quantidades nas nas matas sem precisar do "Deus" humano para lher dar vida. Reflexão, sem hipocrisia por favor!

Promova debates, peça seus representantes políticos leis eficazes, sérias e abolicionistas. Esses animais não dão vida, precisamos retribuir dando-os liberdade e proteção.

Se você concorda com esse texto e acha interessante a colocação, compartilhe para que mais pessoas acordem para essa crueldade, e ajudem a libertar esses seres angelicais que além de nos proporcionar vida em qualquer bioma, nos embeleza a natureza e os sons dela. 

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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

1º Encontro da Fámilia Klhan/Guilherme

Neste domingo dia 5 de janeiro de 2020 a família Klhan/Guilherme, descendentes de Ludvig Julio Guilherme Klhan e Lucia Fulber Guilherme Klan, realizou seu primeiro encontro, o evento aconteceu no interior do município de Novo Barreiro - RS.

CLIQUE AQUI PARA VER MAIS FOTOS E SABER MAIS SOBRE O ENCONTRO.
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