quarta-feira, 10 de julho de 2013

LISTA DE MUNICIPIOS BENNEFICIADOS COM REFORMA, AMPLIAÇÃO OU CONSTRUÇÃO DE UNIDADES BASICAS DE SAÚDE




MUNICIPIO
AMPLIAÇÃO
REFORMA
CONSTRUÇÃO
VALOR TOTAL
AUGUSTO PESTANA


R$ 773 MIL (1)

BARRA DO GUARITA

R$ 55.464,03 (1)


CAPÃO DA CANOA
R$ 142.350,00 (1)

R$ 1.632.000,00 (4)
R$ 1.774.350,00
CAPIVARI DO SUL


R$ 920 MIL (2)
R$ 920 MIL (2)
CASCA


R$ 512 MIL (1)

CERRO BRANCO


R$ 408 MIL (1)

CERRO GRANDE


R$ 408 MIL (1)

CHUÍ

R$ 199.295,59 (1)
R$ 408 MIL (1)
R$ 607.295,59
CIRÍACO

R$ 56.885,98 (1)

R$ 56.885,98
CONDOR


R$ 816 MIL (2)
R$ 816 MIL (2)
CORONEL BARROS


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL (1)
CORONEL BICACO


R$ 1.475.000,00 (3)
R$ 1.475.000,00 (3)
BOM PRINCÍPIO

R$ 93.573,46 (1)
R$ 408 MIL (1)
R$ 501.573,46
BOM PROGRESSO
R$ 110.250,00 (1)


R$ 110.250,00
ESTRELA


R$ 512 MIL (1)
R$ 512 MIL
FLORES DA CUNHA


R$ 773 MIL (1)
R$ 773 MIL
FONTOURA XAVIER


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
GARIBALDI

R$ 441.480,00 (2)

R$ 441.480,00
GENTIL

R$ 215.101,65 (1)

R$ 215.101,65
GUARANI DAS MISSÕES
R$ 154.500,00 (1)

R$ 408 MIL (1)
R$ 52.500,00
CRISTAL DO SUL


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
CRUZ ALTA


R$ 2.040.000,00 (5)
R$ 2.040.000,00
DAVID CANABARRO

R$ 200.700,00 (1)

R$ 200.700,00
DOM FELICIANO
R$ 59.700,00 (1)


R$ 59.700,00
ELDORADO DO SUL

R$ 298.635,93 (2)
R$ 920 MIL (2)
R$ 1.218.635,93
ENCRUZILHADA DO SUL

R$ 1.920.000,00 (6)

R$ 1.920.000,00
ENTRE RIOS DO SUL

R$ 134.219,20 (1)

R$ 134.219,20
ESPERANÇA DO SUL

R$ 234.850,00 (1)

R$ 234.850,00
ESPUMOSO
R$ 107.100,00 (1)
R$ 670.164,00 (30
R$ 408 MIL (1)
R$ 1.185.264,00
IBIRAPUITÃ


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
IGREJINHA
R$ 431.070,00 (2)

R$ 408 MIL (1)
R$ 839.070,00
JABOTICABA


R$ 920 MIL (2)
R$ 920 MIL
JACUIZINHO
R$ 214.800,00 (1)


R$ 214.800,00
TABAÍ


R$ 512 MIL (1)
R$ 512 MIL
TIRADENTES DO SUL


R$ 816 MIL (2)
R$ 816 MIL
TRAVESSEIRO
R$ 132.270,00 (1)


R$ 132.270,00
TRÊS PASSOS

R$ 73.536,75 (1)

R$ 73.536,75
TUPANCIRETÃ


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
MAMPITUBA


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
MANOEL VIANA
R$ 56.250,00 (1)


R$ 56.250,00
MARAU


R$ 1.328.000,00 (3)
R$ 1.328.000,00
MAXIMILIANO DE ALMEIDA


R$ 512 MIL (1)
R$ 512 MIL
MUITOS CAPÕES
R$ 124.950,00 (1)


R$ 124.950,00
NÃO-ME-TOQUE


R$ 773 MIL (1)
R$ 773 MIL
NOVA ARAÇÁ

R$ 230.275,00 (1)

R$ 230.275,00
NOVA BASSANO


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
NOVO BARREIRO


R$ 512 MIL (1)
R$ 512 MIL
PALMEIRA DAS MISSÕES

R$ 316.195,75 (2)

R$ 316.195,75
PANAMBI
R$ 105 MIL (2)

R$ 1.224 MIL (3)
R$ 1.329.000,00
PICADA CAFÉ

R$ 104.559,63 (1)
R$ 408 MIL (1)
R$ 512.559,63
PINHEIRO MACHADO


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
POUSO NOVO


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
RELVADO

R$ 92.558,51 (1)

R$ 92.558,51
RESTINGA SECA
R$ 222.495,00 (2)


R$ 222.495,00
RODEIO BONITO
R$ 249.900,00 (1)


R$ 249.900,00
RONDA ALTA
R$ 110.100,00 (1)

R$ 659 MIL
R$ 769.100,00
SÃO PEDRO DO SUL


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SÃO SEBASTIÃO DO CAÍ
R$ 205.650,00 (2)

R$ 816 MIL (2)
R$ 1.021.650,00
SÃO VALÉRIO DO SUL


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SÃO VICENTE DO SUL
R$ 138.300,00 (1)
R$ 219.944,40 (1)

R$ 358.244,40
SARANDI

R$ 138.344,00 (1)

R$ 138.344,00
SEBERI


R$ 1.536.000,00 (3)
R$ 1.536.000,00
SEDE NOVA


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SAGRADA FAMILIA
R$ 98.625,00 (1)

R$ 408 MIL (1)
R$ 506.625,00
SALDANHO MARINHO


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SALVADOR DAS MISSÕES


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SANTA BARBARA DO SUL


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SANTO ANTONIO DO PALMA
R$ 72.900,00 (1)


R$ 72.900,00
SANTO ANTONIO DA PATRULHA


R$ 816 MIL (2)
R$ 816 MIL
SANTO AUGUSTO


R$ 816 MIL (2)
R$ 816 MIL
SANTO EXPEDITO DO SUL


R$ 512 MIL (1)
R$ 512 MIL
SÃO DOMINGOS DO SUL


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
SÃO JERÔNIMO

R$ 144.157,81 (1)

R$ 144.157,81
SÃO JOSÉ DAS MISSÕES


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
VENÂNCIO AIRES
R$ 190.095,00 (2)
R$ 341.298,32 (3)
R$ 816 MIL (2)
1.347.393,32
VILA FLORES


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL
VISTA ALEGRE


R$ 408 MIL (1)
R$ 408 MIL

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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Agricultura familiar contribui com empregos e baixas emissões, mas tem menos recursos para adaptação a mudanças do clima

agricultura familiar 
Cassuça Benevides e Neri Accioli
Apesar de oito em cada dez propriedades rurais brasileiras serem consideradas pequenas e dedicadas à agricultura familiar, o setor “ainda é o ponto fraco da corda”, segundo o diretor-executivo do IPAM, Paulo Moutinho.
Ao analisar a produção familiar em diferentes biomas, técnicos do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Embrapa, Incra, Ministério do Meio Ambiente (MMA) e de instituições da sociedade civil reunidos no Seminário do IPAM “Caminhos para uma Agricultura Familiar sob bases Ecológicas: produzindo com Baixa Emissão de Carbono”, corcordaram em vários pontos: os recursos para a agricultura familiar são muito menores e falta capacitação para uma produção mais sustentável.
Jorge Artur Oliveira produz hortaliças, frutas e cria gado leiteiro em um sítio de 28 hectares em Braslândia, região do entorno de Brasília. É adepto do sistema agroflorestal, comercializando sua produção diretamente ao consumidor em feiras organizadas por cooperativas: “Não existe incentivo específico para a agroecologia e os incentivos para a agricultura familiar não abrangem os micro e pequenos produtores, que são de fato os principais atuantes dos sistemas agroecológicos”. Como outros 4,3 milhões de pequenos agricultores, ele precisa ultrapassar outra barreira: conseguir adaptar-se às transformações provocadas pelas mudanças climáticas.
Segundo o pesquisador da Embrapa, Eduardo Assad, o total de chuvas não está mudando, mas a máxima diária sim. Isto causa impactos como o aumento da erosão, perda de fertilizantes (levados pelas chuvas) e inundações em áreas produtivas. “Os mais afetados são os pequenos produtores. Eles precisam estar perto da água, porque não usam sistemas de irrigação”, explica. Os modelos mais recentes apontam para redução das áreas de baixo risco, o que vai dificultar a concessão de crédito rural. “Os modelos só indicam impactos positivos para a cana-de-açúcar e tabaco”, afirma Assad, que é ex-Secretário de Mudanças Climáticas do MMA.
Parte da solução
De acordo com Valter Bianchini, Secretário de Agricultura Familiar do MDA, o governo está “em fase final da elaboração de um Programa Nacional de Agroecologia e Agricultura Orgânica, construído por representantes da sociedade civil, mais de 10 ministérios e organizações ligadas ao tema”.  Além de buscar formas que integrem lavoura, pecuária, florestas, preservem os respectivos biomas, o manejo de solos, a preservação dos rios, a presidente Dilma Rousseff anunciou na semana passada a criação de uma nova agência de extensão rural, que pode ajudar a garantir produtividade e renda.
A preocupação com a agricultura familiar faz sentido. Com 24,3% do total de terras destinadas à produção, os agricultores familiares se dividem em várias categorias: são ribeirinhos, pescadores, quilombolas, assentados, indígenas, populações tradicionais. Também são os que mais empregam (75% dos 16,5 milhões de trabalhadores no campo) e têm uma participação de 38% no total do valor bruto da produção agropecuária – percentual que se mantem estável há 10 anos.
Não existem estimativas oficiais, mas segundo o professor Paulo Kageyama, da Escola Superior de Agricultura da USP (Esalq), a percepção é que a maioria dos agricultores familiares produz sem agrotóxicos e não usa transgênicos por causa do custo. “A produção convencional custa quatro vezes mais do que a orgânica e o retorno não é tão maior”, diz. “O problema é a agricultura familiar querer copiar o agronegócio. Há muito menos pragas quando não se usa monocultura, menos perda da biodiversidade e mais qualidade no produto”, afirma.
Os pequenos também tiveram uma contribuição significativa na queda do desmatamento no país, segundo Moutinho. Nos últimos oito anos, os assentamentos da Amazônia, que englobam 78% da área total dos assentamentos do país, têm seguido a mesma tendência de redução no corte e derrubada de florestas.  “Neste período, o desmatamento dentro dos assentamentos foi reduzido em 70%, numa proporção similar à redução do desmatamento da região, que foi de 66%”, afirma Moutinho, com base em análise realizada pelo IPAM em parceria com o Incra.
“A redução do desmatamento recente que vem acontecendo no Brasil até 2012 representa cerca de 2,2 bilhões de toneladas de CO2 (dióxido de carbono) que deixaram de ir para a atmosfera. Isto é mais do que todos os mecanismos do Protocolo de Quioto conseguiram reduzir. Mais do que o ETS europeu (sistema de comercio de carbono) conseguiu fazer,” de acordo com Moutinho.
“E uma boa parte disto vem da agricultura familiar, não no sentido de volume total, mas do que a gente chama de resíduo do desmatamento, que não é pouco – 4 mil km² não é pouco – mas pode ser uma contribuição grande da agricultura familiar acabar definitivamente com as taxas de desmatamento na Amazônia”, conclui.
Os especialistas acreditam que a produção familiar já produza com baixas emissões de gases que provocam o efeito estufa, mas a comprovação ainda está por vir. De acordo com Assad, não há medição de emissões em áreas de agricultura familiar.
Nesta sexta-feira (14), o seminário irá debater a agricultura familiar nos biomas do cerrado e caatinga.
Acesse as apresentações do evento:
Mudança Climática e Agricultura – Eduardo Assad, EMBRAPA.
Painel 1. Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Amazônia
Judson Valentim, EMBRAPA Acre
Painel 2. Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Mata Atlântica
Vanderley Porfirio da Silva, EMBRAPA Florestas
Paulo Kageyama, USP/ESALQ
Painel 3. Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Pantanal e Pampa
Enio Sosinski, EMBRAPA Clima Temperado
Painel 4. Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Cerrado
Rafael Tonucci, EMBRAPA Caprinos e Ovinos.
Thomas Ludewigs, CDS/UnB
Jorge Artur, ECOOIDEIAS
Painel 5. Produção Familiar de Baixo Carbono no Bioma Caatinga
Stéphanie Nasuti, CDS – UnB/Rede Clima
Informe do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), publicado peloEcoDebate, 08/07/2013
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Agricultura urbana agroecológica auxilia promoção da saúde e da produção alimentar de qualidade

Em Embu das Artes (SP), “Projeto Colhendo Sustentabilidade” contribuiu para o incentivo a práticas saudáveis

Projeto Colhendo Sustentabilidade incentivou práticas saudáveis em Embu das Artes
A agricultura urbana agroecológica, que une saberes científicos e tradicionais, é uma alternativa interessante para promover a saúde e a produção alimentar de qualidade em meio urbano. Voltado a esses princípios, em Embu das Artes (SP), o Projeto Colhendo Sustentabilidade: Práticas Comunitárias de Segurança Alimentar e Agricultura Urbana, realizado entre 2008 e 2011, conseguiu de maneira efetiva incentivar práticas saudáveis no município, envolvendo diversos setores da administração local e da sociedade civil.
A experiência foi investigada e sistematizada pela administradora Silvana Maria Ribeiro em pesquisa desenvolvida na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. “A agricultura urbana agroecológica contribuiu realmente para a promoção da saúde e para a segurança alimentar e nutricional entre a comunidade”, afirma.
Colhendo Sustentabilidade“A agroecologia faz com que se resgatem as práticas tradicionais na agricultura e promova a autonomia do agricultor” explica Silvana. Além disso, a policultura é incentivada buscando uma aproximação com a diversidade presente na natureza. Baseado neste conceito, o Projeto Colhendo Sustentabilidade foi implantado no município de Embu das Artes em 2008 por meio de uma parceria entre a prefeitura, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a ONG Sociedade Ecológica Amigos de Embu, com o intuito de atingir beneficiários de outros programas assistenciais. “Uma das prioridades era a segurança alimentar e nutricional. Mas depois de um primeiro momento, houve a comercialização de alguns produtos cultivados no projeto promovendo também a geração de renda”, relata a administradora.
Inicialmente desenvolveram-se atividades educativas e implantado três sistemas produtivos – lavouras, agrofloresta e hortas – em duas localidades. A partir de 2010, já sem o financiamento do MDS, o projeto foi expandido para outros locais. “O Colhendo Sustentabilidade foi levado para equipamentos públicos, como Unidades Básicas de Saúde (UBS), com o intuito de sensibilizar e mobilizar beneficiários de outros programas sociais” conta Silvana. Ao final do projeto foram implantadas 13 hortas comunitárias, sendo 9 em UBSs do município, destinadas ao uso terapêutico.
Práticas saudáveis
Participantes relataram melhoras de saúde e maior cuidado nutricional
Além da promoção da maior segurança alimentar, Silvana comenta que muitos beneficiários relatavam melhoras de saúde e maior cuidado nutricional, ligados ao desenvolvimento de habilidades proporcionado pelo projeto. “A participação social da comunidade também deu função a terrenos abandonados”, lembra a administradora. Com a implantação das hortas e lavouras, foram criados espaços saudáveis, produtivos e propícios para o convívio e participação social. “Havia uma grande busca pela sustentabilidade.”
A característica sustentável do projeto, ela explica, pode ser observada tanto nos esforços para sua continuidade e fortalecimento, quanto no aspecto econômico, de autonomia dos grupos envolvidos, além da própria questão ambiental, com otimização dos recursos naturais. Além disso, a intersetorialidade, isto é, envolvimento de diversos profissionais, foi algo marcante. “Percebemos que a intersetorialidade se deu na base da pirâmide do poder público municipal”, relata. “É uma ação que envolve responsabilidades e tarefas de várias áreas”, completa.
“O Colhendo Sustentabilidade contribuiu para o desenvolvimento de políticas públicas saudáveis no município”, avalia a pesquisadora. Um exemplo disso foi a inserção das atividades de agricultura urbana agroecológica em UBS pelo programa de Promoção da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde. Também destaca-se a colaboração da equipe técnica do projeto na elaboração da política pública de agropecuária do novo plano diretor de Embu (Lei Complementar n° 186, 20 de abril de 2012), bem como o Programa Municipal de Agricultura Sustentável (PROMAS), também de 2012, fruto do trabalho do projeto.
As conclusões da pesquisa foram obtidas a partir de quatro oficinas de sistematização realizadas com pessoas com pelo menos seis meses de participação no projeto, técnicos de serviços públicos e do Colhendo Sustentabilidade, além de análise documental e entrevista com informante-chave. Entre os objetivos das oficinas estavam resgatar a memória do projeto, além de fazer o levantamento de informações a respeito de seu impacto na vida dos envolvidos. A dissertação de mestrado de Silvana, orientada pela professora Helena Akemi Wada Watanabe, foi apresentada em abril de 2013.
Foto: Divulgação / cedida pela pesquisadora
Matéria de Bruna Romão, da Agência USP de Notícias, publicada pelo EcoDebate, 08/07/2013
Nota do EcoDebate: Sobre o mesmo tema sugerimos que leiam, ainda, “Agricultura Urbana: Plante comida, não gramados, artigo de André Aroeira Pacheco
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sexta-feira, 5 de julho de 2013

Durante acidente na RS 404, homem é abordado transportando 10.000 maços de cigarro

14ª Delegacia PRF - Posto de Sarandi Durante acidente que vitimou seis pessoas na RS 404 nessa quinta-feira (4), um veículo Fiat Palio com  Placas MBM 1676 conduzido por Vandeir Roberto Penz, 34 anos, foi abordado transportando aproximadamente 1.000 pacotes (10.000 maços) de cigarros de marcas diversas provenientes do Paraguai.
Segundo a PRF, o indivíduo e o veículo foram encaminhados ao Posto PRF Sarandi para melhor averiguação e consulta aos sistemas. O condutor afirmou estar vindo de Foz do Iguaçú, local onde teria recebido o carro carregado para entrega em Soledade/RS. O indivíduo receberia a quantia de R$3.000,00
para transportar a mercadoria até seu destino final. Ocorrência encaminhada à Polícia Federal de Passo Fundo. Veículo e mercadoria apreendidos encaminhados à Receita Federal de Passo Fundo.
Fonte: NorteRS
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ATO DE VANDALISMO CONTRA A SAÚDE PUBLICA

VEJA QUE CHOCANTE ESTA IMAGEM DE VANDALISMO:
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